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domingo, 13 de novembro de 2022

Você sabe como funciona um carburador Walbro?

 


A grande maioria dos motores a gasolina usados no aeromodelismo operam com carburadores Walbro.

O vídeo abaixo mostra em detalhes como estes carburadores funcionam.


Sem dúvida, o melhor vídeo que já assisti sobre o funcionamento destes carburadores.

sábado, 11 de junho de 2022

Como enviar aeromodelos por transportadora

 

Enviar um aeromodelo é uma tarefa complicada no Brasil burocrático.

Tanto como kit ou já montado, aeromodelistas pessoas físicas tem dificuldade em fazer remessa de aeromodelos. Os Correios - um lixo de serviço e extremamente caro - tem limitação nas dimensões da embalagem.

As transportadoras precisam de Nota Fiscal para efetuar o transporte. Mas há como resolver o problema de emissão de NF, mesmo para pessoas físicas.

O vídeo a seguir explica como emitir uma NF eletrônica avulsa em Santa Catarina, mas esta facilidade está disponível através da Secretaria da Fazenda de cada estado.


Aeromodelos são classificados com o NCM 95.00.97 para os elétricos e 95.00.98 para os não elétricos. Para aeromodelos em kit (modelos reduzidos) o NCM adequado é o 9503.00.50, conforme tabela abaixo.

Boa sorte!

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Novos tipos de uísque da Jack Daniel's

 


A Destilaria Jack Daniel apresentou dois novos uísques agregados à marca: Jack Daniel's Bonded Tennessee Whiskey e Jack Daniel's Triple Mash Blended Straight Whiskey.



A Bonded Series homenageia a excelência na fabricação de uísque da Destilaria Jack Daniel e será de produção permanente.
O design da embalagem foi inspirado na garrafa de 1895 do Jack Daniel's Tennessee Whiskey original.

Jack Daniel's Bonded e Triple Mash são uísques Bottled-in-Bond.

Bottled in bond é um rótulo controlado para bebidas destiladas nos Estados Unidos e que foram envelhecidas e engarrafadas de acordo com um conjunto de regulamentos legais contidos nos Padrões de Identidade para Destilados (Standards of Identity for Distilled Spirits, no original), do governo dos Estados Unidos, conforme estabelecido no Bottled- in-Bond Act de 1897.

A lei foi uma reação à adulteração generalizada no uísque americano daquela época, tornando o governo federal avalista da autenticidade de uma bebida. Além disso, a lei deu aos produtores um incentivo fiscal para participar e ajudou a garantir a contabilidade e a eventual cobrança do imposto devido. Embora os regulamentos se apliquem a todas as bebidas destiladas, a maioria das bebidas Bottled-in-Bond são uísques.

Para ser rotulado como bottled-in-bond, a bebida deve ser o produto de uma temporada de destilação (janeiro-junho ou julho-dezembro), realizado por um destilador designado em uma destilaria registrada. Deve ter sido envelhecido em um depósito federal, sob supervisão do governo dos EUA, por pelo menos quatro anos e engarrafado a 100 (U.S.) proof, que equivale a 50% de álcool por volume.

O rótulo do produto engarrafado deve identificar a destilaria onde foi destilado e, se diferente, onde foi engarrafado. Apenas bebidas destiladas produzidas nos Estados Unidos podem ser designadas como bonded (alfandegada, em português).

Os novos uísques estarão disponíveis nas adegas a partir do segundo semestre de 2022.

Estou ansioso para prova-los!

Visite nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/c/WilsonRoque

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Condutor e Veículo: documentos digitais podem ser impressos em casa

                          

Impressão do CRLV pode ser realizada em casa

O CRLV - Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo é o documento que comprova que o veículo está legalizado e apto para trafegar. Por essa razão, o seu porte é obrigatório. O documento deve ser emitido anualmente após o pagamento de todas as taxas do veículo, o que inclui impostos como o IPVA, além da taxa de licenciamento e o DPVAT, bem como possíveis pendências com multas.

O CRLV era emitido pelo Detran do estado em que o condutor reside. Uma vez quitado, o documento era entregue ao proprietário. A partir de 4/1/2021 o documento será emitido em forma digital e disponibilizado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, somente. 

Para isso, após quitar todos os pagamentos necessários para a sua emissão, o motorista deverá seguir os seguintes passos: acessar o Portal de Serviços do Denatran; a Central de Serviços do Detran do seu estado, ou por meio do aplicativo Carteira Digital de Trânsito - que apresenta as versões digital da CNH e do CRLV. Ao optar por realizar o procedimento pelo Portal de Serviços do Denatran, será preciso realizar o login (com os dados utilizados para o cadastro no portal), em que é solicitado o CPF do condutor e a senha de acesso. Caso o usuário seja novo, e não tenha acesso ao portal, será necessário realizar um novo cadastro.

Aplicativo Carteira Digital de Trânsito

Feito isso, na seção "Meus veículos", basta clicar no link do arquivo, gratuito, identificado como "CRLVDigital.pdf". Após efetivar o download, é só imprimir o documento. A impressão deverá ser feita em uma única página, com folha simples (tamanho A4) e tinta preta. O procedimento também poderá ser realizado pelo site do Detran do estado de registro do veículo - e o passo a passo irá variar conforme o estado.

CRLV digital, no aplicativo, não precisa ser impresso

Ao optar pela utilização do aplicativo gratuito Carteira Digital de Trânsito, o condutor terá a facilidade de não precisar sequer imprimir o documento. Isso porque, com o CRLV-e digitalizado na tela do celular, o motorista estará dispensado de portar o documento em papel. Vale ressaltar que, caso o condutor viaje para outro país, apresentar o CRLV no aplicativo não será possível. Para isso, será obrigatório o porte da sua versão impressa - o que pode ser realizado por meio do próprio app. Além disso, para não ter problemas, caso opte pela versão digital, é importante sempre lembrar de ter bateria no celular - se for parado em uma blitz e não conseguir mostrar o documento na tela, o condutor poderá ser penalizado.


CNH e CRLV digitais estão disponíveis em todo o país

Com a tecnologia proporcionando cada vez mais facilidades aos motoristas, aderir à CNH e ao CRLV em duas versões digitais é uma excelente opção para nunca esquecer o documento em casa - e, claro, não precisar carregar papeis no carro.

Para adquirir o sistema digitalizado, o condutor precisa baixar em seu celular o aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT) - disponível tanto para o sistema Android quanto iOS. É importante ressaltar que, como o sistema utilizado para o reconhecimento dos documentos é o QR Code, a CNH do condutor precisa contar com esse código no seu verso.

Desde 2017 a CNH passou a vir com essa tecnologia. Portanto, caso o motorista ainda não tenha a versão atualizada, para utilizar o app, será preciso solicitar uma segunda via da CNH ou aguardar a renovação do documento.

Após baixar o aplicativo, será necessário realizar o cadastro no Portal de Serviços do Denatran, caso ainda não o tenha. Na opção "cadastrar" do site, o condutor deverá mencionar seu CPF, data de nascimento, e-mail e senha - a confirmação deverá ser efetivada pelo e-mail que será recebido após finalização do cadastro. Vale ressaltar que o usuário e senha para entrar no app serão os mesmos utilizados para o Portal do Denatran.

Com o app já cadastrado, será preciso ir até a opção "veículo" e "adicionar documento". Nesse momento, o QR Code da CNH impressa deverá ser escaneado pela câmera do celular. Para adicionar o CRLV digital, será preciso informar o Renavam e o código de segurança do CRV, na mesma aba de "veículo", do app (importante mencionar que, aqui, o licenciamento do veículo precisa estar em dia, caso contrário, não será possível realizar o download do documento).

O próximo passo será criar uma chave de acesso (de 4 dígitos) para acessar o documento pelo app. Os documentos ficarão disponíveis no aplicativo tanto para a consulta quanto para o download (e é dessa forma que ele poderá ser impresso). O acesso aos documentos poderá ser realizado no aplicativo, mesmo sem internet no celular.

Além das versões eletrônicas dispensarem o porte do documento físico, a CNH digital também passará a valer como documento de identificação em todo o país. Essa medida consta nas recentes alterações estipuladas, pelo Governo Federal, ao CTB - e deverá começar a ser posta em prática a partir de abril de 2021. Assim, o condutor passará dispensar o porte de três importantes documentos impressos: a CNH, o CRLV e, de quebra, o RG.

Fonte: Coluna "Doutor Multas", de Gustavo Fonseca, no portal UOL

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

CNH-e: Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica


Os motoristas goianos serão os primeiros a possuir uma Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e). Lançada nesta terça-feira (10/10) pelo Ministério das Cidades, pelo Denatran e pelo Serpro, o sistema começará a operar em Goiás a partir de uma parceria com o governo estadual e o Detran-GO. Com mesmo valor jurídico da CNH em papel, a inovação chegará em outras regiões brasileiras até fevereiro de 2018, de acordo com a previsão do governo federal.

Para obter a carteira digital, os condutores deverão ter a nova CNH, emitida desde maio deste ano. O documento possui QR Code, código para ser lido por aparelhos eletrônicos.

A CNH-e será exibida em um aplicativo para smartphones, que em breve estará disponível nas lojas oficiais da Apple e do Google. A emissão do documento virtual, contudo, dependerá dos Detrans de cada estado. O prazo final para que todos passem a emitir a carteira digital é fevereiro de 2018.

Com a regularização do órgão, os motoristas precisarão realizar cadastro no Portal de Serviços do Denatran. É possível fazer todo o processo pelo site, desde que o usuário opte por usar um certificado digital. Os demais podem se dirigir até o Detran para atualizar seus dados e cadastrar um e-mail.

Segundo o Denatran, a cobrança de possíveis taxas para emissão da CNH digital ficará a cargo dos Detrans estaduais, da mesma forma que já ocorre com a impressa.

Fonte: Ministério das Cidades

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

WD-40: Você conhecia estas utilidades?


WD-40 é um solvente de baixa viscosidade adicionado a um lubrificante e é conhecido por sua capacidade de soltar porcas e parafusos travados por oxidação. É também muito poderoso para evitar que a humidade penetre em frestas de metais.

As letras WD significam Water Displacing (dispersor de água) e o número 40 representa a quadragésima fórmula testada pelos fabricantes. É, sem dúvida, o solvente/lubrificante mais conhecido no mundo.

Tirar graxa das mãos


Como o WD-40 é um solvente, ele pode ser usado para retirar a graxa das mãos, depois de um trabalho de manutenção na sua motocicleta, carro ou bicicleta.

Borrife suas mãos com o produto e esfregue-as até o solvente atuar.


Em seguida, lave suas mãos com bastante sabão, para retirar todo o produto e a sujeira.



Remover adesivos e decalques



Esta operação é sempre muito aborrecida de fazer, mas com o WD-40 fica muito mais fácil.

Borrife o WD-40 sobre o adesivo, aguarde uns 5 minutos. Outra forma é saturar um pedaço de toalha de papel com o produto e deixar sobre o adesivo.

Depois de alguns minutos atuando, o adesivo já absorveu o produto e começa a soltar.



Remover marcas na parede ou no piso



Quando removedores comuns não resolverem, tente com o WD-40.

Borrife o produto sobre as marcas e espere alguns minutos. Cortar um quadrado de toalha de papel, encharcá-lo com o produto e colocar sobre as marcas, também funciona muito bem.


Depois de retirar as marcas, use papel toalha e um detergente neutro para limpar os resíduos do WD-40.

Limpar pias de aço inoxidável


Borrife o WD-40 na pia e use uma esponja tipo Scotch-Brite, no lado mais macio, para remover as manchas do aço inox.

Depois lave com detergente neutro para remover os resíduos.


Veja a postagem WD-40 e seus usos  para conhecer mais utilidades deste produto incrível.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Um escaner moderno para usar nas motocicletas Harley-Davidson

Motorscan OBD
Ao contrário da indústria automobilística, onde há um conector padrão para o OBD (on-board diagnosis)   o famoso computador de bordo que os veículos modernos dispõe para o diagnóstico de problemas  os fabricantes de motocicletas não adotam um conector padronizado.

Entretanto, para os modelos mais recentes de motocicletas Harley-Davidson já há como o usuário detectar os problemas e verificar os parâmetros, usando um dispositivo e um aplicativo no telefone celular.

Como o próprio nome sugere, o Motorscan é um dispositivo que é conectado à sua Harley e atua como se fosse um escâner semelhante ao usado nas concessionárias da marca. Ele é conectado ao seu smartphone via Bluetooth e usando um aplicativo, permite a leitura e identificação de códigos de falha, verificação dos parâmetros e mais.

Segundo o divulgado por seu fabricante, a Smart Vehicle Diagnostics LLC, o objetivo foi produzir um dispositivo menor, tão pequeno que possa ser introduzido no conector OBD da motocicleta. 

Em uma parceria desenvolvida com a EOS SRL foi possível desenvolver programas compatíveis com a maioria das motocicletas Harley-Davidson produzidas nos últimos anos. O sistema e o desenho do dispositivo já tem sua patente solicitada.

Conector OBD das Harley-Davidson mais modernas
O Motorscan tem duas versões. A primeira vem com um adaptador de 4 pinos, para ser usada com as Harleys mais antigas que usam o Data Link Connector (DLC) e o DelphiECU.

A outra versão vem com um adptador de 6 pinos para as H-D mais modernas que usam os conectores CAN-Bus.

Tudo o que se precisa é comprar o dispositivo com o conector correto para sua Harley-Davidson e baixar o aplicativo (disponível para iOS e Android). Aí é só ligar o dispositivo no soquete, conectar seu telefone via Bluetooth e iniciar a leitura.

Veja o vídeo preparado pelo fabricante:



Os códigos de falha podem ser salvos e compartilhados com o seu mecânico (inclusive por email), para interpretação e resolução do erro. O preço do dispositivo é um pouco salgado: USS$299,00 nos EUA.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Você sabe o que é um Tennessee Whiskey?


Quem me conhece sabe que sou um admirador e apreciador de Jack Daniel´s.

E isto vem de uma longa data (minha querida esposa, companheira, garupa e fotógrafa oficial da dupla me proíbe de mencionar datas: as pessoas podem pensar que sou velho!!).

Tennessee whiskey é uma bebida destilada produzida no Estado do Tennessee, nas Montanhas Apalaches, região sudeste dos Estados Unidos. Ainda que esteja mencionado como um Bourbon whiskey em alguns acordos internacionais, os produtores do Tennessee whiskey não aceitam esta classificação e rotulam seus produtos com a expressão “Tennessee Whiskey”.
 

De acordo com a lei, para ser considerado um Tennessee Whiskey, a bebida tem que ser produzida no Estado do Tennessee e usar o sistema de filtragem conhecido como Lincoln County Process, antes do envelhecimento da bebida. O processo tem este nome pelo fato de que a destilaria do Jack Daniel´s estar localizada no Condado (município) de Lincoln. O processo usa pedaços de carvão vegetal obtido de caibros de bordo (maple). Neste processo os caibros de bordo são encharcados com Jack Daniel´s de alto teor alcoólico e queimados de forma a evitar chamas abertas. Quando chega no ponto certo, os caibros queimados são inundados com água, para impedir sua total combustão. Depois, o carvão resultante é cortado em pedaços bem pequenos e colocados em baldes de 3 metros de profundidade. O destilado é filtrado por pingadura.

Caibros de bordo sendo transformados em carvão, na destilaria Jack Daniel´s.
O carvão já picado e pronto.

Os baldes onde é filtrado o Jack Daniel's, gota a gota.
O processo de destilação também é característico. Usa uma mistura de grãos de sorgo, milho, feno, trigo e cevada maltada. A diferença básica do Bourbon whiskey é que este não usa sorgo. Entretanto, como o Tennessee whiskey usa no mínimo 51% de milho, também poderia ser tecnicamente considerado um Bourbon, se seus produtores assim o desejassem. Mas não querem!

Depois de destilado e filtrado, o produto é armazenado em barris de carvalho, cuja superfície interna é queimada num processo controlado por espectroscópios.

Barris da Jack Daniel's sendo queimados internamente.
Barris em exposição na destilaria Jack Daniel's, mostra como fica a superfície
interna, depois de queimada.
Ainda que todo Tennessee whiskey tenha que ser produzido no Tennessee, nem todo whiskey produzido lá pode colocar esta marca no seu rótulo. Se não cumprir os requisitos legais, a bebida é classificada como uisque de milho e não pode usar a referencia a Tennessee Whiskey na garrafa.

Atualmente há seis destilarias que rotulam seus produtos como Tennessee Whiskey:
·         Jack Daniel's, em Lynchburg
·         George Dickel, em Tullahoma
·         Benjamin Prichard's, em Kelso
·         Collier and McKeel, em Nashville
·         TennSouth Distillery, em Lynnville
·         Nelson's Green Brier Distillery, também em Nashville

Outras destilarias no estado do Tennessee mas que não podem usar o rótulo, incluem:
·         Ole Smokey Distillery, que rotula sua bebida como “Tennessee Moonshine”
·         Popcorn Sutton´s

A Jack Daniel´s começou a produzir em 2012 uma bebida destilada que contém 71% de grão de feno maltado, chamado de “Tennessee Rye”. A destilaria pretende lançar o produto no mercado, quando seu envelhecimento atingir o nível desejado pelos mestres destiladores da empresa.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Harley-Davidson apresenta novo comunicador, sem fio

Boom!™ Audio 20S Bluetooth Helmet Single Headset
 A Harley-Davidson Ultra 2017 já não vem equipada com o rádio na faixa cidadão (CB) como item de série. Muitos harleyros criticaram esta decisão, mas o fato é que a transmissão nesta faixa já está totalmente obsoleta e apresentava um desempenho muito abaixo do aceitável, desde que a Ultra do Projeto Rushmore foi lançada no mercado, em 2014.

Outra reclamação de 9 entre 10 proprietários de Ultra são os cabos que ligam os capacetes do piloto e da garupa ao sistema de áudio. Na era do Bluetooth® isto é quase jurássico!

Além do mais, este dispositivo só estava disponível nas Ultras, deixando os pilotos e garupas dos outros modelos de Harley-Davidson dependendo de aparelhos de comunicação do tipo Scala Rider.

A HDMC tinha que dar um salto na direção correta e atualizar sua tecnologia de comunicação piloto-garupa e motocicleta-motocicleta. 
E isto aconteceu, justamente agora. A Motor Company lançou o Boom!™ Audio 20S Bluetooth Helmet Single Headset (part # 76000736).

Boom!™ Audio 20S Bluetooth Helmet Single Headset
Com um preço salgado (US$299,95 nos EUA) cada um, o harleyro terá um investimento mínimo de R$2.200,00 para se equipar (juntamente com sua melhor garupa) com esta tecnologia, se comprar o produto na terra do Tio Sam. Um Scala Rider Q3 (com dois headsets) custa o equivalente a  R$1.000,00, se comprado nos EUA.

Se partirmos para a opção de compra na república da banânia, as concessionárias HD devem oferecer o Boom!™ Audio 20S ao módico preço de R$2.000 cada um, totalizando uns R$4.000 o par (baseado na relação preço USA/preço BR, médio dos produtos HDMC)

Como comparação, o Scala Ride Q3 é vendido no Brasil por R$2500,00.

Mas o modelo da Harley-Davidson é melhor do que o Scala Rider, numa primeira análise.

O  Boom!™ Audio 20S vem com a mais recente versão do protocolo, o Bluetooth 4.1, que permite a comunicação com até 8 motocicletas (o Scala Rider se limita a 4), simultaneamente.


O desenho do aparelho permite sua instalação em quase todo tipo de capacete e tem controle radial (como se fosse o botão de sintonia dos rádios), o que ajuda muito na sua operação.



Baseado no Protocolo Universal de Intercomunicação, o Boom!™ Audio 20S permite o pareamento com vários dispositivos de comunicação, mesmo de outras marcas.

O Road Tech é o Garmin Zumo 590.
Pelo o que vemos na página do dispositivo no site da Harley-Davidson, o Boom!™ Audio 20S tem uma gama bem grande de possibilidades de uso, tais como:
  • Pareamento com celulares smartphone, com comando de voz, sem necessidade de usar as mãos.
  • Escutar músicas em estéreo, do celular ou do GPS.
  • Pareamento com qualquer GPS equipado com Bluetooth.
  • Permite conversa com outros dispositivos enquanto se escuta música no rádio FM do aparelho ou com qualquer outro dispositivo, incluindo GPS e celular, graças à tecnologia Audio Multitasking.
  • A tecnologia Audio Multitasking permite uma integração completa de áudio de saída e de entrada e elimina a interrupção criada em vários dispositivos Bluetooth em existência.
  • Resistente às intempéries, tem alcance de até 2 km, através do sistema Group Intercom™.
  • Permite o pareamento com até dois celulares, de forma que tanto o piloto como a garupa podem ter seus celulares disponíveis.
  • O Boom!™ Audio 20S tem comando por voz, sem necessidade de usar as mãos.
  • O pareamento com celulares de tecnologia Android ou iPhone® é feita através de um App gratuito.
  • Bateria tem duração de 13 horas de conversação e o dispositivo fica carregado até 10 dias no módulo standby.
Infelizmente o sistema não é compatível com o multimídia Boom!™ Audio que equipa as Ultras a partir de 2014, nem com os novos modelos 2017.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

O Sino Guardião

O Sino Guardião (Guardian Bell)
Um amigo motociclista e harleyro, comentou comigo sobre o costume de se colocar um pequeno sino na motocicleta, conhecido como o Sino Guardião (do original inglês, Guardian Bell).

Fiz uma pesquisa para encontrar a origem desde costume, que também sigo, e isto foi o que encontrei depois de ler uma dúzia de postagens sobre o assunto.

A história relata sobre o fato (ou lenda, para os céticos!) dos Maus Espíritos das Estradas, pequenos e brincalhões espíritos que habitam em sua motocicleta. Eles adoram viajar e são os responsáveis pela maioria dos problemas que encontramos durante uma viagem de motocicleta. Coisas como uma das setas parar de funcionar; a bateria estar descarregada quando você vai sair, de manhã; a embreagem não funcionar direito; e por aí vai. Estes problemas são causados pelos Maus Espíritos das Estradas!

Os Maus Espíritos das Estradas, numa motocicleta sem o Sino Guardião.
                       Rara foto de um Mau Espírito das Estradas
Mas os Maus Espíritos das Estradas não conseguem ficar onde um Sino Guardião está presente, pois ficam presos no interior do sino. Como seus ouvidos são muito sensíveis, o ruído constante provocado pelo badalo do sino os deixam loucos. Assim, perdem sua força e eventualmente caem na estrada. Muitos dos buracos existentes em nossas rodovias são causados pelos Maus Espíritos das Estradas, ao caírem das nossas motocicletas. Verdade!!!

Se você comprar um Sino Guardião, a mágica vai funcionar, mas se o sino for presente de um amigo, a eficácia é ainda maior.

Se você tem um amigo motociclista que não tem um Sino Guardião, por que não presenteá-lo com um? 

Um Sino Guardião e uma boa manutenção preventiva na sua motocicleta com certeza vai eliminar os Maus Espíritos das Estradas!


O Sino Guardião instalado na minha Heritage Softail me acompanha há 10 anos.
Mas pesquisando um pouco mais, encontrei que o folclore conta que a origem dos sinos remonta à época das carroças ou carroções puxados por pares de animais (normalmente cavalos ou mulas). Os carroceiros colocavam sinos pendurados no pescoço dos animais para anunciar sua passagem.


Na minha infância na Serra da Mantiqueira, lá nas Minas Geraes, lembro bem das tropas de mulas, transportando leite em galões, das fazendas para as cooperativas e que tinham a “madrinha” (a mula guia) com sinos, que badalavam todo o tempo. As demais mulas a seguiam, sem necessidade de muito trabalho dos condutores. Na maioria da vezes, as mula madrinha levava no peitoral nove sinos de bronze, quatro de cada lado e um grande no meio, intercalados de guizos e chocalhos.

A "madrinha" com os sinos.
Qualquer que tenha sido a origem do costume, motociclistas em todo o mundo carregam a tradição até hoje, junto com tantas outras tradições que tornam o motociclismo uma fraternidade tão forte.
“Viver para rodar, rodar para viver”, a tradução do famoso “"Live to ride, ride to live", é a máxima expressão do sentimento dos motociclistas que amam rodar com suas máquinas, especialmente em estradas longas e sinuosas.

O estilo de vida dos motociclistas é muito mais do que uma motocicleta potente, com muito couro e cromados e uma boa companhia na garupa. A palavra que melhor representa este estilo é “liberdade”, a sensação de perda dos grilhões dos tempos modernos, que nos tentam escravizar.

Com ou sem o Sino Guardião, pilote sempre com segurança!

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

GPS: como alterar a distância de alerta para radares com o POI Loader


Um amigo motociclista pediu ajuda para alterar a distância em que o GPS dá o alerta sobre um POI (radar, semáforo-radar, etc.).

Quando baixamos os arquivos com os alertas, eles vem com a distância pre-determinada por quem montou os arquivos. Na maioria das vezes a distância do alerta depende da velocidade que o veículo está se movimentando. Assim, com uma velocidade maior, o alerta é dado em uma distância maior até o ponto considerado.

Mas pode ser o caso de que você, por preferencia pessoal, prefira alterar isto. Se você tiver um GPS Garmin e usar o aplicativo POI Loader para carregar os arquivos, isto pode ser feito sem muito trabalho.

Neste exemplo estou usando os arquivos de alerta disponibilizados pelo MapaRadar.

Quando você abre o POI Loader, esta tela é mostrada:


A recomendação do aplicativo é usar o modo Express, que assume os parâmetros determinados pelos arquivos a serem instalados.

Altere isto para o modo Manual.


A partir daí, você só tem que determinar o critério a ser utilizado, que pode ser a velocidade que seu veículo estará rodando ou a distância, em metros, antes da chegada ao ponto de alerta.


Se decidir pela distância, o padrão é 400 metros, aproximadamente 1/4 de milha, antes do POI. Coloque o valor que você quer e clique em Next > para continuar a instalação.

Boa sorte e lembre-se: Pilote Sempre com Segurança.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Rodovia com pedágio flexível

Pedágio na Rodovia dos Imigrantes em hora de pico
Segundo notícia publicada no "O Estado de São Paulo," o governo paulista lançará nesta sexta-feira, 4, o primeiro edital de concessão de rodovia no Estado que prevê preço de pedágio flexível.

Em um trecho de mais de 570 quilômetros de pista, a gestão determinará que a empresa vencedora da disputa cobre mais caro por veículos circulando em horário de pico e, consequentemente, preveja desconto para os condutores trafegando em outros horários de menor fluxo.

A experiência poderá embasar o governo a difundir o modelo para outras concessões estaduais e é a primeira de um pacote planejado pela gestão nas rodovias paulistas.

Hoje, o cálculo das tarifas de pedágio leva em conta a categoria das pistas – se têm canteiro central ou são simples, por exemplo – e o tipo de veículo. De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), que regula o setor, a quantidade de pedágios implementados nas vias garante ao usuário um pagamento “mais justo e proporcional ao trecho percorrido”.


Há a expectativa ainda de que a empresa vencedora assuma os trechos hoje administrados pela Vianorte, que incluem os 131,2 quilômetros da Via Anhanguera, além de cinco outras pistas. Com isso, é esperado um novo cálculo para o pedágio nesses trechos, com redução de tarifa que poderia chegar a 19%.

Rodovia I-10 e I-15, na Califórnia, com pedágio livre para carros com
2 ocupantes ou mais.
Este sistema já é utilizado em vários países (EUA, Japão, UK, Canadá e outros). No caso dos Estados Unidos, as rodovias com tráfego mais intenso tem faixas exclusivas para veículos com 2 passageiros ou mais e com pedágio mais barato ou até sem custo. Este sistema foi implementado em várias metrópoles, começando por Washington, DC, na década de 1970.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Multas: Estreia aplicativo que pode diminuir as multas em até 40%


O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) estreia hoje, 1º de novembro, um aplicativo que garante 40% de desconto no pagamento online de multas de trânsito.

Segundo o órgão, a ideia do app não é somente oferecer o desconto, mas também "facilitar a comunicação sobre as infrações entre órgãos autuadores e condutores".

Para que o aplicativo funcione, porém, é preciso que os órgãos de trânsito passem a fazer notificações eletrônicas. De acordo com o Ministério das Cidades, os Detrans estaduais e entidades responsáveis ainda estão "se adequando".

Chamado de SNE (Sistema de Notificação Eletrônica), ele estará disponível para download na PlayStore (celulares com sistema  Android) e AppStore (aparelhos da Apple) logo após o lançamento, que acontece às 9h30 de hoje, no Ministério das Cidades, em Brasília.


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

TRF confirma uso facultativo de extintor em veículos


O Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (PR, SC e RS) confirmou que a utilização de extintores de incêndio em veículos em circulação no Brasil é facultativa. 

A 3.ª Turma negou recurso da Associação Brasileira das Empresas Vistoriadoras de Extintores Veiculares (Abravea), que pedia liminarmente a obrigatoriedade do uso dos equipamentos.
  
A Abravea ajuizou ação civil pública alegando que a Resolução 556/205 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que tornou facultativo o uso do equipamento, não poderia se sobrepor ao Acordo sobre Regulamentação Básica Unificada de Trânsito, assinado entre o Brasil, a Argentina, a Bolívia, o Paraguai e o Uruguai, que exige o uso do extintor.

Segundo a relatora, desembargadora federal Marga Inge Barth Tessler, o acordo internacional não foi internalizado na ordem jurídica brasileira e a alegação da associação de que o Decreto Presidencial 03/1993 teria feito isso, não procede. A magistrada observou que a validação de tratados internacionais é de competência exclusiva do Congresso Nacional.

A desembargadora ressaltou ainda que o Código de Trânsito Brasileiro não exige o equipamento.

Ela explicou em seu voto que mesmo que o tratado tivesse sido internalizado, seria equivalente à lei ordinária editada posteriormente ao CTB, e este seguiria prevalecendo.

Fonte: Assessoria de comunicação do TRF4.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Para todo o resto, inclusive ônibus: Mastercard


Usuários do transporte público de algumas cidades do Brasil poderão utilizar cartões de crédito, débito e pré-pago Mastercard para fazer o pagamento da tarifa diretamente na catraca. 

A companhia americana, em parceria com empresas de bilhetagem e operadoras de transporte, lançou essa semana um projeto piloto que permitirá a funcionalidade aos clientes que possuem um cartão próprio para pagamento por aproximação. Cartões registrados em carteiras digitais de celulares também poderão ser utilizados para realizar o pagamento.

A primeira fase do projeto avaliará, durante o mês de outubro, a tecnologia dos equipamentos validadores e os processos de pagamento em São Paulo e no Rio de Janeiro. 

Em Curitiba, o piloto está previsto para novembro nos ônibus da região metropolitana.

A expectativa da empresa é concluir até o final de 2017 os estudos e a habilitação da funcionalidade para ônibus, trem e metrô nas principais capitais do país. 

Segundo a Mastercard, o objetivo do projeto é contribuir para que as cidades se tornem mais eficientes e sustentáveis e, com isso, permitir que a vida seja mais inclusiva, segura e conveniente para seus habitantes.

A companhia estima que a arrecadação aproximada deste mercado é de R$ 80 bilhões por ano. Deste total, calcula-se que o uso de dinheiro físico ainda represente uma fatia de 30%.

Fonte: Gazeta do Povo, Curitiba.