segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Falta Fiscalização Nas Estradas Federais Concedidas


O aumento das concessões rodoviárias vai deixar mais complicada uma tarefa que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já desempenha com dificuldade: a fiscalização das estradas concedidas. Hoje há 154 funcionários públicos - 117 funcionários lotados em unidades regionais e 37 em Brasília - para realizar esse trabalho em todo o país. Ocorre que esse quadro de servidores não se dedica exclusivamente à fiscalização da operação e manutenção das estradas. A lista de atribuições vai desde análises e autorizações de ocupações da faixa de domínio das rodovias até acompanhamento das apólices de seguro das concessionárias, atendimento da ouvidoria, revisões tarifárias anuais e aplicação de penalidades, entre outras funções.

A ANTT reconhece as limitações e solicitou a realização de concurso público ao Ministério do Planejamento. Atualmente, 4,7 mil quilômetros de rodovias federais são fiscalizadas pela agência. "Tendo em vista as novas concessões, será necessário reforçar o contingente hoje existente para os próximos anos. Só com as concessões da BR-101/ES, BR-116/MG e BR-040/MG, serão acrescidos cerca de 50% a mais de km de rodovias concedidas à malha hoje existente", informou a ANTT.

A melhoria na qualidade das rodovias não se passa apenas por ampliação da fiscalização. Falta dinheiro. O total dos investimentos em infraestrutura de transportes no país não tem atingido 20% daquilo que é considerado ideal para países em desenvolvimento, como o Brasil. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o país deveria injetar 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) no setor, o que significaria pelo menos R$ 125 bilhões por ano. Em 2010, no entanto, as rodovias do país - que consomem mais da metade do orçamento dos transportes - receberam um aporte total de R$ 23,4 bilhões.

De acordo com o Ipea, seria necessário injetar R$ 183,5 bilhões nas rodovias nos próximos cinco anos para recuperar toda a sua infraestrutura. Nos últimos oito anos, o investimento por quilômetro feito pelas concessionárias sempre foi superior ao valor aplicado em rodovias públicas. Entre 2003 e 2010, o gasto em cada quilômetro das rodovias concedidas passou de R$ 152 mil para R$ 239 mil, o que representa um crescimento de 57%. Nesse mesmo intervalo, os investimentos nas estradas públicas saltaram de R$ 24 mil/km para R$ 178 mil/km, 641% a mais. Essa diferença deve-se, no entanto, à extensão de malha que cada um administra. As vias concedidas (federais e estaduais) chegam a 15,2 mil quilômetros, enquanto as estradas federais controladas pelo setor público atingem cerca de 57 mil quilômetros.

Fonte: Valor Econômico

DNIT, Fruto do Modelo Petista


O Estado de S.Paulo

O impressionante retrato da falência estrutural e administrativa do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) apresentado pelo Estado (19/1), em reportagem de Fábio Fabrini, é também um retrato da incapacidade do governo do PT de avaliar a gravidade dos problemas e, quando consegue fazer isso, de sua incompetência para solucioná-los.

Dos dez anos de existência do Dnit, em nove o governo federal esteve sob o comando do PT, que deixou a autarquia na situação em que se encontra.

"O que fazem com ele (Dnit) é uma covardia", diz seu diretor executivo, Tarcísio Gomes de Freitas, um auditor da Controladoria-Geral da União (CGU) colocado no cargo pela presidente Dilma Rousseff depois da limpeza na direção do órgão, com a demissão de envolvidos em denúncias de pagamento de propinas.

A primeira providência de Freitas no exercício do cargo foi estudar a situação da autarquia e sua conclusão revela o descaso com que o Dnit tem sido dirigido. O órgão não tem condições estruturais de executar as funções para as quais foi criado.

Não é uma repartição pública qualquer. Trata-se do órgão responsável por alguns dos maiores investimentos federais, especialmente nas obras inscritas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e pela operação, administração, manutenção, ampliação e gestão da infraestrutura de transporte rodoviário, ferroviário e aquaviário.

Há alguns meses, o Dnit anunciou que, até o fim de 2016, executará um programa de melhorias em 57% da malha rodoviária federal sob sua responsabilidade, ao custo de R$ 16 bilhões. Ou seja, de 55,6 mil quilômetros de rodovias pavimentadas sob administração da autarquia, 32 mil receberão melhorias.

As conclusões a que chegou seu diretor executivo deixam sérias dúvidas quanto à execução dessas obras no prazo anunciado. "O Dnit não tem condições de tocar o PAC", disse Freitas ao Estado. Suas deficiências atrasam obras, retêm pagamentos (levam "incríveis 300 dias", depois de feita a medição de um serviço, para efetivar o pagamento devido) e favorecem desvios.

Seu quadro de pessoal é formado por 2.695 servidores de carreira, menor do que o do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo, de 3,8 mil, segundo Freitas.

Tão grave quanto a escassez de funcionários - seriam necessários 6.861 para administrar a execução dos 1.196 contratos na área de infraestrutura de transportes, a maioria integrante do PAC - é o despreparo do pessoal.

O Dnit tem 126 porteiros e apenas 9 contadores para examinar os milhares de contratos e sua execução; 94 motoristas e só 7 auditores de controle interno.

Explica-se, assim, por que existem mais de 500 relatórios de prestação de contas aguardando exame pelo órgão. O Dnit tem 131 datilógrafos, para desempenhar uma tarefa que não existe mais, mas só 10 técnicos de estrada e nenhum topógrafo.

"Como é que eu vou ter um bom ambiente de controle num órgão que gere R$ 15 bilhões e tem uma auditoria interna com 7 auditores?", queixa-se o diretor.

Para suprir a escassez de quadros, o Dnit tem contratado funcionários terceirizados de maneira irregular, pois muitos desempenham funções em áreas ligadas à finalidade do órgão e que deveriam ser exercidas por servidores concursados.

A situação tende a piorar. Mais da metade do pessoal tem mais de 51 anos de idade e 43% do total dos atuais funcionários se aposentarão até 2015. Essa tendência é conhecida há muitos anos.

O antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, do qual o Dnit herdou muitas atribuições e servidores, chegou a ter um quadro de cerca de 25 mil funcionários na década de 1980.

A redução desse número, desde então, nem sempre foi ruim para o serviço público, dados o notório inchaço do órgão e as frequentes denúncias de casos de corrupção ali verificados.

A rapidez com que se reduziu seu quadro, porém, criou problemas sérios para o órgão que lhe sucedeu. Mas nada foi feito para ordenar esse processo nocivo para o desempenho e a eficiência do Dnit. Apesar da gravidade da situação, aparentemente o governo do PT continua sem entendê-la. Não há nenhuma previsão para novas contratações.


Por O Estado de São Paulo - SP

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Estórias de Amigos - Missões, Sul do Brasil


O meu amigo Arnaldo Schmitt Junior, motociclista e ciclista dos sete costados, tem sempre estórias interessantes para contar. Esta ele enviou por e-Mail. Pela nossa amizade, tomei a liberdade de publicá-la, por seu conteúdo informativo.

"Faz  já uns 10 anos. Sete Povos das Missões, no Rio Grande do Sul, era nosso destino. Afinal, foi constituído Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, e está ali, ao nosso lado, no Rio Grande do Sul, pouco depois de Carazinho. Fomos por Campos Novos, Tapejara, Passo Fundo.  De Itajaí lá, 800 km.   Melhor dormir no caminho, para uma viagem mais tranqüila, mas dá para fazer bem em um tiro só, sem viajar à noite. Basta sair cedo.

São Miguel das Missões é o ponto principal. Maravilha!!!

Interessantes nós, brasileiros. Uma beleza daquelas, uma riqueza cultural, aqui pertinho, mas poucos as conhecemos. Até os vizinhos, pouco se interessam. Tal qual as Cataratas do Iguaçu,  ali também se vê muitos estrangeiros, em detrimento de brasileiros. Enquanto muitos de nós preferem fazer umas comprinhas no Paraguai, e não se dignam apreciar as Cataratas, hoje uma das Sete Maravilhas do Mundo, europeus, com destaque para alemães, franceses, italianos, mas também japoneses, norte-americanos, canadenses e tantos outros, saem de suas terras longínquas só para ver essas belezas das Missões e das Cataratas.


Vale tanto a pena, que decidimos seguir viagem e conhecer também as Reduções Jesuíticas na Argentina e no Paraguai, com pontos mais significativos em San Inácio – Missiones, Argentina, e em Santíssima Trinidad del Paraná – Encarnación, Paraguai. Tudo pertinho, estrada boa, gostosa de curtir. Nas Missões dos 3 países, existiam 84.000 indígenas do tronco Guarani, segundo o censo feito pelos jesuítas em 1744.


De rebarba, coisas como: uma bela cachoeira à beira da estrada, bom para um descanso à sombra, vendo e ouvindo o som das águas.   Mais  ao longe, 5 cavaleiros devidamente paramentados, indo ao longo da estrada, cavalos a passo. Chegando perto, constata-se que eram apenas 4. O quinto cavalo levava uma estátua da Virgem Maria, indo ou vindo de uma procissão. Em Posadas, capital de Misiones, umas pedaladas em uma “recumbent”, bicicleta de 3 rodas, onde você anda quase deitado, na costaneira de mais de 3 km às margens do Rio Paraná. O aluguel da bike é baratinho, vale a curtição.


Do outro lado do Rio, passando por uma bela ponte estaiada, a cidade de Encarnación, Paraguai.

Foi ali que, depois de batermos uma foto da “Iglesia Ucraniana Autocefalica Ortodoxa”, que nos despertou a curiosidade pelo seu nome posto em placa à sua frente, ... muito bem, o pedal da marcha estava totalmente solto.   Mal tinha descido da moto, e pára outra ao lado, pai com filho na garupa. O pai, José, foi logo pegando seu estojo de ferramentas e, uns 20 minutos depois, a moto estava OK, e o José insistindo para almoçarmos em sua casa. Por cortesia, aceitamos fazer-lhe uma visita, onde tomamos um mate com sua família ultra amável e batemos umas fotos que lhes mandamos depois, via internet.


Assim é a gente que se encontra por essas estradas, no Brasil e toda a América do Sul.


Na volta, fui estudar o “Autocefalica”. É a Igreja Ucraniana que não está subordinada a nenhuma outra, mormente às da Rússia.

E eu, ex-aluno dos jesuítas, que pensava entender das Missões Guaranis, vi o quanto se aprende num belo passeio como esse. Valeu."

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A Bateria da Harley-Davidson Sportster XL 883R

Minha Harley-Davidson XLX 883R foi comprada em Julho de 2009. Desde Outubro do ano passado tem apresentado problema na bateria. Apesar de ter pouco mais de 2 anos, o acumulador já não conseguia reter a carga.  A bateria ficava fraca se eu não usasse a motocicleta por mais de 5 dias, sem força para dar partida no motor e requerendo o uso do carregador externo para completar a carga, antes de usá-la.

Comecei a procurar uma bateria original para comprar, mas não conseguia achar. Nem nas autorizadas, nem nas lojas que oferecem produtos H-D.

O meu amigo Guilherme Graef teve o mesmo problema com a bateria da sua 883. Procurando na Internet, ele descobriu um fabricante de baterias em Alvorada, RS. Trata-se da Baterias Duran Ltda. Fez o pedido, recebeu a bateria rapidamente, instalou na motocicleta e está muito satisfeito com o desempenho, recomendando o fabricante.

A Duran comercializa seus produtos através do Mercado Livre. Resolví experimentar e comprei uma bateria igual, modelo RTX14L-BS. O fabricante informou que o produto estava em falta e estaria disponível dentro de pouco dias. Coloquei o pedido e, por precaução, não realizei o pagamento aguardando a disponibilidade. Poucos dias depois a Duran confirmou que o produto estava pronto para despacho. Fiz o pagamento, R$175, mais o custo do envio pelo sistema PAC dos Correios (menos de R$25).


Durante todo o processo, recebí várias mensagens da Duran, dando informações sobre o pedido, confirmação do pagamento, despacho e previsão de entrega. Excelente serviço. A bateria foi despachada no dia 9 de Fevereiro e entregue no meu endereço no dia 16. Como viajaria durante o carnaval, dei carga no bateria e aguardei meu regresso para efetuar a troca.

Hoje, instalei a nova bateria na 883. Excetuando o trabalho para desconectar a bateria original e conectar a nova bateria (a conexão do cabo terra é difícil de acessar), a troca ocorreu sem problemas.

Tome cuidado ao realizar esta operação. Antes de mais nada, retire o fusível principal. Depois, desconecte o polo negativo, primeiro, ao retirar a bateria antiga e conecte o polo positivo, primeiro, ao instalar a nova bateria. Isto evita a possibilidade de faíscas acidentais, que podem provocar um incêndio.

Há necessidade de se colocar um espaçador entre os contatos da bateria e os conectores dos cabos. Na bateria original os contatos estão no mesmo nível da parte frontal do acumulador. Na bateria da Duran, eles ficão retraídos. Pode ser usado uma porca ou, se você tiver como fazê-lo, um espaçador. No meu caso usei um espaçador muito usado nos eixos dos trens de pouso de aeromodelos, chamada "dura collar". É feito de latão niquelado, um bom condutor de eletricidade.

"Dura collar" de 1/4"

Vamos observar a longevidade desta bateria. A original durou cerca de 26 meses, antes de começar a falhar. O interessante é que minha Harley-Davidson Ultra Classic Electra Glide é um modelo 2007 (Agosto) e está com a bateria original, até hoje (noque, noque, noque).

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Harley-Davidson York Plant - O Orgulho de Fazer Bem Feito.

Vídeo muito interessante, mostrando como são fabricadas as motocicletas Harley-Davidson na fábrica de York, Pennsylvania.

video

Observem a qualidade do produto, espelho da seriedade com que é fabricado. Por pessoas que entendem do que fazem. Sem desculpas. Sem promessas nunca cumpridas. Com qualidade . . . na melhor tradição Harley-Davidson.

Tem gente que tem muito o que aprender, para se igualar. E deveriam passar por um período probatório, antes de ter o direito de colocar o logotipo da Harley-Davidson na entrada.

Party In The Hangar - Joinville, SC

Os PHDs de Joinville convidam para o evento programado para sábado, 31 de Março de 2012.

Maiores detalhes aqui.

Harley-Davidson - O Menor Estoque em Décadas


Uma pesquisa feita pela empresa Robert W. Baird, especializada no assunto, revela que o estoque de motocicletas novas, nas concessionárias, está o mais baixo em 10 anos.

O analista Graig Kennison reportou que 84% dos revendedores Harley-Davidson nos Estados Unidos acham que o estoque atual é baixo ou próximo do mínimo recomendado.

As vendas cresceram 30% em Fevereiro, incluíndo um pico de 46% nos estados do Meio-Oeste americano, em função de um inverno menos rigoroso. No final de 2011, os revendedores tinham um média de 52 motocicletas novas em estoque, contra 126 no final de 2005.

Nos Estados Unidos o mês de Março é mais importante que Janeiro e Fevereiro, juntos. A contar pelos baixos estoques, parece que 2012 está começando muito bem para a Motor Company, na América do Norte.

Como a HDMC está ajustando seu ciclo de produção para ficar mais próximo da curva de demanda, a expectativa é que os estoques continuem enxutos no decorrer do ano.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Museu da Harley-Davidson Faz Mostra Sobre Jaquetas de Couro


O Museu, localizado em Milwaukee, Wisconsin, mostrará a evolução da jaqueta de couro, desde sua criação para proteger os pilotos de motocicletas (e de aviões), até sua adoção por celebridades de Hollwyood, artistas de rock-and-roll e outros, como um símbolo de rebelião.




Além desse enfoque, a exibição mostrará os cortes modernos, até de famosas casas da moda, como Jean Paul Gaultier e Gianni Versace.



Mais de 100 itens estarão à mostra, incluindo jaquetas que foram usadas por Elvies Presley e Taylor Lautner, da série de televisão “Além da Imaginação” .

Com o nome de “Vestido para ser Selvagem: A Jaqueta de Couro”, a exibição começará em 16 de Junho, num evento criado em conjunto com o EMP Museum, de Seattle, onde a exibição será mostrada a partir de Outubro.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Denúncia de Maus Tratos a Uma Lenda - A Saga Continua

Parecia que o mágico de plantão havia realizado aquele "passe" de mestre, mas pela postagem do PHD Natal hoje, no Facebook, a saga continua.
Vejam o que ele escreveu:

"Amigos, hoje (20.02.12) manhã ensolarada de carnaval em Rio Claro  - São Paulo e nada da Tennesse Motos ou a Harley-Davidson entregarem o para brisa de minha moto.
A semana prometida da entrega encerrou-se e sequer um telefonema, e-mail ou qualquer outro comunicado da duas partes quanto a peça faltante.
O Descaso é tanto que pelo visto acham que está tudo solucionado. Não meus amigos, do discurso à prática vemos que a situação é bem outra.
O Email longo e bem elaborado do Gerente de pós venda, Sr. Rocco ficou no discurso mesmo. Onde estão as milhares de peças de reposição nos 11.000 m2 da HDBR? Qual o compromisso com o consumidor e amante da marca? Como acreditar nessa gente que “dorme vestido e acorda pelado”?
Continuo no aguardo e ainda tentando fazer minha Galega voltar a ter o semblante que sempre teve: Polida, limpa e arrancando suspiros ao passar pelas ruas das cidades do Brasil e de nossa América.
Contratei uma empresa especializada para “consertar”o estrago que a Tennesse – Concessionária da Harley-Davidson de Souzas – Campinas causou à minha Galega."

A postagem completa está aqui.

Por mais que se queira ter boa vontade com a HD do B e suas concessionárias, parece que, propositalmente,  fazem tudo para demonstrar a sua total incompetência em prover o mínimo que se espera de quem representa a lenda. O mercado estava muito esperançoso de que as coisas mudariam, depois da implosão do Grupo Izzo. Mas, parece, só mudaram os nomes. O comportamento é o mesmo. 

Uma pena. Os Harleyros brasileiros merecem coisa melhor.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Velha Guarda - A Corrida dos Pioneiros

Todos os anos há uma corrida nos arredores de Londres, Inglaterra, reunindo motocicletas fabricadas antes de 1914. É chamada de Corrida dos Pioneiros (Pioneer Run). Normalmente reune mais de 300 motocicletas.

Os pilotos se vestem de acordo com a época e rodam por uns 80km até a cidade de Brighton. A maioria consegue fazer todo o percurso, ainda que alguns tenham dificuldades mecânicas e são ajudados por seus colegas. Tudo como era no início do século passado.

A fotos falam por sí.















segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

SC Importa Profissionais Qualificados


Estrangeiros com alta qualificação e em busca de um crescimento rápido na carreira estão descobrindo Santa Catarina como território para carimbar as suas carteiras de trabalho. No ano passado, aumentou em 41,45% a emissão destes documentos para trabalhadores de fora do país no Estado.

Dados dos ministérios da Justiça e do Trabalho revelam que existe uma nova onda de imigrantes vindo para SC, e, desta vez, com um perfil bem diferente daquele que ajudou a definir a formação do Estado.

No ano passado, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Santa Catarina (SRTE-SC) entregou 1.283 carteiras de trabalho para estrangeiros, sendo 862 documentos de primeira via - normalmente emitidos para quem acaba de conseguir um emprego. Este ano, até quinta-feira, foram entregues outras 124 carteiras de trabalho para estrangeiros, uma média que supera quatro por dia.

Incluindo os profissionais que tiveram autorizações para trabalhar emitidas ou renovadas, o número em SC chega a 3,7 mil. Segundo o Ministério da Justiça, o Estado somou 30,9 mil estrangeiros regularizados até 2011, 65% a  mais do que no ano anterior.

Segundo Cristian Kim, diretor regional da Business Partners, consultoria de recursos humanos, profissionais com alta qualificação de outros países têm procurado cada vez mais oportunidades profissionais no Brasil, especialmente nos três estados do Sul.

Fonte: Diário Catarinense

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Os Absurdos dos Governos

Vejam mais esta pérola dos "especialistas" em trânsito, neste Brasil do "nunca antes":


Vejam as postagem no blog Lord of Motors e no blog do Wolfmann.


sábado, 11 de fevereiro de 2012

Denúncia de Maus Tratos a Uma Lenda - Entrega da Motocicleta

A Harley-Davidson Softail Deluxe do Natal Dias foi finalmente entregue. Depois de longos 4 meses.
É interessante notar que a motocicleta ficou largada, intocada na concessionária desde 10 de Outubro de 2011.

111 dias depois, em 29 de Janeiro, o desabafo do Natal veio a público. De repente, como num passe de mágica, as peças e acessórios surgiram da cartola do mágico de plantão e, num recorde digno de registro no Guinness, a motocicleta foi reparada e entregue ao dono em 12 dias úteis!

Eu me pergunto o que realmente aconteceu . . .

Foi uma coincidência as peças terem sido importadas, transportadas, liberadas na Receita Federal e despachadas para a concessionária naquela primeira semana de Fevereiro?
Acho pouco provável.

Será que as peças estavam disponíveis e alguém, numa maquiavélica conspiração contra a reputação mundial da HDMC, raptou as peças e as escondeu em algum canto afastado da periferia paulista, dependendo de uma ação da ROTA ou do BOPE para liberá-las de seu cativeiro?

O que realmente aconteceu, provavelmente nunca saberemos.

Mas a pressão exercida pelos Harleyros, através dos blogs e redes sociais, surtiu o efeito desejado. Uma pena que só o caso da motocicleta do Natal tenha sido solucionado. Sabemos de muitos outros casos que continuam aguardando peças que virão de um Centro de Distribuição, em construção/organização desde o início do ano passado.

Enfim, o Natal está feliz com sua motocicleta em casa. Não totalmente satisfeito, como deveria, pois o serviço não foi completado como ele esperava.
O relato, com fotos, está na sua página do Facebook.

É assustador o comentário feito pelo gerente de serviços da concessionária, quando o Natal reclamou que havia muitos pontos de ferrugem na motocicleta: "Harley é assim mesmo, enferruja sempre.” (sic).

Não, meu caro concessionário, não é assim mesmo, não! Só é assim para quem não tem competência para prestar o serviço para o qual foi contratado.

Minha Harley-Davidson Ultra Classic Electra Glide 2007 não tem nenhum ponto de ferrugem. E olha que eu moro na beira do mar, na praia de Balneário Camboriú, na Bela e Santa Catarina.

Mas, que sei eu de cromagem?

Talvez o ar, em Campinas, seja tão ácido pela contaminação atmosférica, que 4 meses na oficina da concessionária Harley-Davidson da cidade seja uma exposição muito maior do que 54 meses defronte do Oceano Atlântico Sul.

Ou, talvez, eu tenha respeito e admiração pela magnífica máquina que me dá muita satisfação e alegria e cuido dela como ela merece.

Transportation Veteran Wilson Roque Launches New Service Firm
Feb 10, 2012 3:19AM GMT
The Journal of Commerce 

(February 8, 2012 – Itajai, Brazil)…Transportation and logistics industry veteran Wilson Roque today announced the launch of his new company, W. Roque Logistics (www.wroque.com). 
The firm’s new main office is located in the Brazilian port city of Itajai, home to that country’s second largest container port.

Roque’s forty-plus years of experience includes senior management positions for companies such as Norsul Offshore, Brasil-America Container Line, Crowley American Transport, Crowley Logistics and Hamburg Süd, with postings both in Brazil and abroad. He has helped craft innotative logistics solutions for Fortune 500 companies like Ford, Chrysler, General Motors, Nestle, Goodyear, Alcoa, Firestone -- and many others.

“Our home office support team has decades of international and domestic market experience in transportation and logistics, warehousing, distribution, and the legal and procedural requirements of global trade,” he notes. “We are also part of a multi-national network of 165 agents and correspondents located in 82 countries, including the Americas, Europe and Asia. As such, we have the people and resources to deliver timely, cost-efficient solutions to our customers’ transportation and logistics challenges worldwide.”

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Denúncia de Maus Tratos a Uma Lenda - A Harley-Davidson Finalmente se Pronuncia

O Harleyro Natal José Dias recebeu uma ligação telefônica da Harley-Davidson do Brasil, referente ao triste episódio de destrato da sua DeLuxe, pela concessionária da marca em Campinas.

Logo depois recebeu uma mensagem da H-D do B, através do SAC, cujo teor é reproduzido aqui.

"Em 09/02/2012, às 23:54, Tiago Gouveia escreveu:
Re: Carta ao cliente Harley-Davidson

Prezado Natal,

Foi muito bom ter conversado com você por telefone hoje e, reiterando nossa conversa, quero oficializar que nós, da Harley-Davidson do Brasil e nosso escritório regional em Miami, estamos acompanhando o seu caso desde o primeiro dia em que tomamos conhecimento. Inclusive, na semana passada (de 30 de janeiro a 03 de fevereiro de 2012) quando o Sr. Eduardo, da Tennessee Harley-Davidson, entrou em contato, ele o fez do meu telefone, pois estávamos participando de uma convenção nos Estados Unidos com todos os concessionários Harley-Davidson do mundo.

É importante dizer também que sua moto está em fase final de conclusão dos trabalhos e aproveito para anexar algumas fotos tiradas por um engenheiro de campo da minha equipe no dia de hoje. Conforme falamos, sua moto será entregue amanhã, 10 de fevereiro de 2012, em plenas condições de uso. Vale lembrar que o novo pára-brisa será entregue em sua residência nos próximos dias, pois o mesmo encontra-se no nosso Centro de Distribuição, em São Paulo, aguardando envio para a concessionária. O pára-brisa original foi polido, mas independente disso será substituído conforme serviço contratado.

Aproveito a ocasião para agradecer o apoio e dedicação que recebemos ao longo desse ano de todos que, assim como você e nós que aqui trabalhamos, amam essa marca centenária. Como é do conhecimento geral, desde o ano passado a Harley-Davidson reassumiu suas operações comerciais no Brasil e vem trabalhando arduamente para que essa operação funcione perfeitamente e, assim, possamos cada vez mais oferecer a experiência de qualidade que nossos clientes merecem.

Como prova disso, essa recente convenção realizada nos Estados Unidos que mencionei teve como um de seus principais objetivos reunir todos os gerentes de serviços da nossa rede de concessionários para discutirmos estratégias de atendimento de pós-venda e disseminação da cultura Harley-Davidson.

Em apenas um ano, inauguramos um novo escritório comercial na cidade de São Paulo, que inclusive conta com um Centro de Treinamento Técnico que visa capacitar técnicos e mecânicos da rede de concessionários em toda a América do Sul; nomeamos e inauguramos 10 concessionárias em todo o Brasil (temos planos de inaugurar mais sete neste ano); lançamos oito novas motocicletas em nossa linha 2012 baseado em pesquisas que realizamos com clientes e com a imprensa especializada (motos que estão chegando às concessionárias neste mês); estamos concluindo a transferência de nossa unidade fabril, em Manaus, para um local maior e mais eficiente; os H.O.G. Chapters estão rodando na maioria das concessionárias com passeios semanais, e estabelecemos um novo Centro de Distribuição de Peças que já conta com mais de 8 mil itens em estoque, localizado na região do Rodoanel, que está em fase final de implantação para que possamos cumprir os prazos estabelecidos para entrega das peças.

Todas essas ações, muitas ainda pouco percebidas por nossos clientes em função de ser algo que ainda não atingiu sua maturidade, não servem de justificativa para o seu caso ou mesmo para outros, mas gostaria que servissem como um voto de confiança por parte dos nossos clientes para acreditar que a Harley-Davidson vive um novo momento no Brasil, que a matriz norte-americana aposta neste País e está fazendo os investimentos necessários para termos uma estrutura condizente com a paixão dos clientes que rodam por aqui no menor espaço de tempo possível.

Continue confiando nesta marca, pois ela é movida por apaixonados, como você, e dedicados profissionais, não só aqui no escritório, mas em nossa central de atendimento, na fábrica e em nossas concessionárias, que são o canal mais próximo de comunicação com vocês.

Natal, a paixão de nossos clientes é o principal pilar de nossa marca e para nós, todos vocês são importantes! Conte sempre conosco e espero encontrá-lo na estrada.

Um forte abraço.
  
Rocco Belforte
Gerente de Pós-Vendas da Harley-Davidson do Brasil

Atenciosamente,

Central de Relacionamento ao Cliente Harley-Davidson
Harley-Davidson do Brasil
sac@harley-davidson.com.br
0800-724-1188


Fotos da Harley-Davidson do Brasil Ltda.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Santa Catarina Lidera Bem-Estar Econômico no Brasil


Santa Catarina é o estado do Brasil com maior nível de bem-estar ecônomico, aponta uma pesquisa da Escola Superior de Agricultora Luiz de Queiroz, da USP. 

Nos anos de 2002 e 2008, foram avaliados as taxas de consumo, capital, equidade social e seguridade econômica, o que garantiu aos catarinenses as melhores posições nos quesitos qualidade de vida e boas condições econômicas.

Ponte Hercílio Luz - Florianópolis

Outros estados que ficaram bem colocados, nos dois anos avaliados, foram São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Os piores índices foram obtidos por Alagoas.

O estudo da USP utilizou um novo indicador de acesso aos recursos econômicos, o Índice de Bem-Estar Econômico (IBEE), que leva em consideração quatro variáveis: os fluxos de consumo, obtido pelos indicadores de consumo privado e consumo público; riqueza real — legado intergeracional, resultante dos indicadores capital físico, capital humano, gastos com pesquisa e desenvolvimento e débito público; equidade, construída a partir do Índice de Gini (índice de desigualdade de renda) e do Índice FGT (índice de intensidade de pobreza); e seguridade econômica, formada pelo indicadores de risco de desemprego, risco financeiro associado à doença, risco de pobreza em idade avançada e risco de violência.

Balneário Camboriú

A pesquisa foi motivada pela necessidade de construção de um indicador sintético de bem-estar econômico que fosse capaz de englobar os aspectos de padrão de vida decente. O índice é importante para subsidiar a implementação e o monitoramento de políticas públicas, além de tornar transparente a situação econômica da população.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

66º Super Bowl


Alguma dúvida de qual marca de motocicleta é a preferida da Polícia Estadual de Indiana?

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Visita Ampliada, na Fábrica H-D de York, PA.


A fábrica da Harley-Davidson em York, Pennsylvania, oferece visitas guiadas na linha de produção. Eu e a Rô fizemos a visita na nossa última viagem de motocicleta pelos Estados Unidos, em Setembro de 2011, e gostamos muito. O tour é gratuito e leva cerca de 1 hora.



Agora, a experiência pode ser ainda melhor, com o "Steel Toe Tour" (Visita Bota de Segurança, numa tradução livre). Com esta visita, que custa US$35 por pessoa, pode-se conhecer outros pontos da fábrica, normalmente vetados para quem não trabalha lá. A visita é bem mais completa e dura cerca de 2 horas. O preço inclue uma foto do grupo emoldurada, um colete de segurança refletivo, um pin comemorativo  e um cupom de US$5 para ser gasto na loja da fábrica.

A visita guiada estará disponível a partir de 20 de Fevereiro, às 09:30 e às 12:00 horas de cada dia, de segunda a quinta-feira. Os visitantes terão que usar galochas de segurança (com ponteira de aço) sobre os sapatos e visitarão áreas marcadas como "Employees Only", incluindo a oficina de pintura. Nesta área, os visitantes receberão um jato de ar, para remover qualquer pó ou outro contaminante de suas roupas.

Segundo Anne Druck, presidente do York County Convention and Visitors Bureau, as visitas na fábrica da Harley-Davidson Motor Company atraem mais de 40.000 turistas, todos os anos.

A visita gratuita continuará a ser oferecida de segunda a quinta-feira, a partir das 09:00 horas e não requer reserva.
Para o "Steel Toe Tour," é necessário reserva antecipada, pelos telefones 1-877-883-1450 ou 1-717-852-6590.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Denúncia de Maus Tratos a Uma Lenda - A Resposta Firme de Um Harleyro


O Harleyro Natal Dias, de Rio Claro, se posiciona sobre a resposta da Tennesssee Harley-Davidson.

"Comentário sobre Comunicado Oficial Tennessee

Considero despropositado o “comunicado oficial” da Tennessee na medida em que questões tão básicas, relativas à manutenção de uma motocicleta deveriam ter sido naturalmente resolvidas pelo escalão inferior desta empresa, o que por certo evitaria tais e tantos danos de ordem material e moral.

Na medida em que a empresa prometeu entregar a motocicleta em perfeitas condições de uso e conservação até no máximo o dia 12/02/12, em razão do ocorrido que lhe retira toda credibilidade,  solicitei o registro expresso disso; todavia, até presentemente nenhum documento me foi enviado.

Lamento muito a diretoria da Tennessee imputar toda culpa do ocorrido somente pela falta de abastecimento da Harley-Davidson; esse é um pretexto velho conhecido de todos nós que sofremos anos à fio com o Grupo Izzo.

E, fazendo côro a este malfadado grupo, a  Tennessee sequer explicou o abandono da moto que permaneceu exposta a poeira, sol e chuva, deteriorando-se continuamente como se pode ver pelas fotos postadas...

Da mesma forma, não justificaram os 112 dias de “telefone quebrado” da oficina, bem como a falta de retorno ao cliente por todo este período, sendo certo que, somente às 14:30 horas de ontem (31/01/12) fui contatado...

Cômico seria se  trágico não fosse a afirmação encontrável no “comunicado oficial” :- ... e se prontificou a entregar sua moto em condições melhores que quando foi deixada na concessionária, independente das responsabilidades.

Ora, parece lógico, racional e previsível que qualquer moto enviada à concessionária para reparos, dela saia melhor do que entrou...

Exceto se tratada de forma displicente e irresponsável  como parece ser o caso da Tennessee; situação essa que justificaria plena e cabalmente a assertiva acima criticada...

Reitero aqui que se minha moto foi para conserto e revisão, certamente deverá ser entregue em melhores condições do que entrou, pois não se trata DE NENHUM FAVOR, mas de obrigação na troca da prestação dos serviços pelo valor combinado a ser pago.

Ademais, hoje minha moto (conforme fotos) está muito pior do que lá entrou e por pura irresponsabilidade da concessionária.

De estofamento a pneus, passando por pintura e cromados, hoje,  minha querida “galega” encontra-se desfigurada em razão do abandono e descaso que lhe foram votados ao longo destes exatos 113 dias.

O simples e natural cumprimento do dever pela concessionária realizado à destempo, não compensa, não apaga, não evita ou “conserta” os danos materiais originados da impossibilidade de usá-la por todo este tempo e os morais  consubstanciados na dor íntima, no desconforto pessoal em ver uma “lenda” do motociclismo mundial ser tratada com tamanha indiferença e desrespeito.

Aproveito o espaço para agradecer aos amigos que estão através de seu apoio buscando uma melhoria nesse serviço de mercado, sem o que dificilmente alcançaremos qualquer resultado concreto, minimamente palpável.

PHD Natal, 01.02.2.012"

Os fatos claramente indicam que voltamos no tempo, e vivemos um "déjà vu": continuamos à mercê de concessionários que adotaram a "Síndrome de Izzo" como política de atendimento aos clientes da marca Harley-Davidson. O silêncio cúmplice da Harley-Davidson do Brasil, sobre este e outros episódios semelhantes narrados nas redes sociais, preocupa a comunidade Harleyra e coloca dúvidas sobre qual é a verdadeira política da Harley-Davidson Motor Company para o Brasil.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

16° Encontro Internacional Mendoza, Argentina - Inscrições

As inscrições para o Encontro Internacional de Mendoza serão abertas nesta sexta-feira, dia 3 de Fevereiro.


Maiores detalhes no perfil http://www.facebook.com/profile.php?id=100003533880744 , através de e-Mail (encuentroharleymendoza@yahoo.com.ar) ou por telefone  (54 261) 429-3574.


JUEVES 15:
Acreditación de los inscriptos, entre las 12 y las 19 horas. con la organización del encuentro, en el hall del Hotel ARGENTINO, ubicado en la calle Espejo 455.
Allí los esperaremos: para la acreditación previa, y posterior derivación hacia el hotel asignado.
Entrega de vouchers, pins y remeras conmemorativas del encuentro
Distribución y alojamiento de los inscriptos acreditados, en los hoteles contratados.
22 hs. Cena de bienvenida. Música en vivo.
VIERNES 16:
12 hs. Salida desde el Hotel Argentino para un paseo por caminos de interés turístico.
Foto del encuentro. Almuerzo en un lugar típico. BIKE SHOW.
Cena: No programada.
0, 30 hs. Salida para nuestra fiesta “Harley Rock Night”.
SABADO 17:
12 hs. Salida para un paseo por caminos rurales. Almuerzo criollo. BIKE SHOW. Entrega de la foto oficial del encuentro.
16 hs. Juegos de destrezas: marcha lenta, slalom, etc. Votación (secreta y en una urna) a cargo de los que participan en el Encuentro.
22 hs. Cena y fiesta de despedida. Entrega de premios. Música en vivo.
Domingo 18:
Desayuno, y fin de la aventura.