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segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

FêNêMê - Uma história de fim de ano

 

FNM D-11000 1958 - 150 HP
A FNM (Fábrica Nacional de Motores), mais conhecida como Fenemê, foi a primeira fábrica de caminhões do Brasil, criada pelo Governo Federal em 1942 com o objetivo de produzir motores de avião e ajudar no esforço de combate durante a Segunda Guerra Mundial. A linha de montagem foi construída em Xerém, distrito de Duque de Caxias, RJ.

Em 1946, o governo suspendeu a construção de motores no Brasil, direcionando a fábrica para a produção de peças para máquinas industriais e eletrodomésticos, como geladeiras, bicicletas, compressores, etc.

Em 1949 a FNM firmou um acordo com a italiana Isotta-Fraschinni para produzir seus veículos em território nacional. Nascia, aí, o FNM D-7300, o primeiro caminhão fabricado no Brasil.

FNM D-7300 - Motor diesel 6 cilindros e 100 HP


Na década de 1950 eu morava em Santos Dumont, MG e a estrada que ligava o Rio de Janeiro a Belo Horizonte passava por dentro da cidade, na Avenida Presidente Getúlio Vargas, onde tínhamos a nossa casa.

Com o início da construção de Brasília, o tráfego de veículos pesados aumentou consideravelmente na cidade.

A estrada, sem pavimentação fora da cidade, era a continuação da Estrada União e Indústria, construída em 1861 pelo empresário Mariano Procópio Ferreira Lage, que obteve a concessão do Imperador Pedro II para fazer a ligação entre Petrópolis e Juiz de Fora. Os 3 km que percorriam a cidade eram pavimentados com paralelepípedos e necessitavam de manutenção constante da prefeitura, pelo excesso de peso dos caminhões que transportavam os materiais para a construção da nova capital federal.

Uma atração adicional era a passagem de cargas com excesso de altura, que requeriam a retirada de fios elétricos e telefônicos. A cidade tinha uma rede de 999 telefones. O número da minha casa era 255 e do trabalho do meu pai era 257. Os telefones eram de manivela e as telefonistas nos davam informações adicionais, como a hora certa e a previsão de retorno da energia elétrica, nos casos de interrupção. Não havia necessidade de dizer o número do telefone desejado, pois as operadoras conheciam todos pelo nome.

Eu e meus amigos tínhamos o hábito de ficar sentado na calçada, em frente à minha casa, contando os caminhões que passavam. Lembro-me bem das marcas Mack Diesel e Leyland, além dos FêNêMês -  os mais pesados - seguidos dos caminhões Ford e Chevrolet, mais leves. Havia ainda os Scania e Mercedes-Benz, mas em pouco número, naquela época.

Em 1957 começou a retificação do trecho entre Juiz de Fora e Belo Horizonte, com a rodovia sendo denominada BR-3. Com as obras, foi construído um contorno que retirou o trânsito pesado do centro de Santos Dumont.

A Fenemê não ficou apenas nos caminhões. No dia 21 de abril de 1960, data da inauguração de Brasília, foi lançado o FNM 2000 modelo JK, um sedã de luxo baseado no Alfa Romeo 2000. Era o carro mais caro do Brasil naquela época e foi muito utilizado pelo próprio Presidente Juscelino Kubitschek.

FNM 2000 modelo JK
Em 1968 a empresa foi privatizada e vendida para a Alfa Romeo (comprada pela FIAT em 1977). A fábrica foi desativada em 1979.

O fim do ano marcava o final das temperaturas frias em Santos Dumont e o início das férias de verão, numa época que o Brasil ainda era um país que tinha futuro.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Harley-Davidson dá dicas para pilotar com mau tempo

 

Não deixe que uma previsão de mau tempo atrapalhe seus planos de fazer uma ótima viagem. Não dá para mudar o tempo, mas com certeza, dá para mudar como você reage a ele. Com isso em mente, a Harley-Davidson do Brasil separou dicas para os motociclistas pilotarem melhor em diferentes condições climáticas. Confira!

Chuva

Pegar chuva enquanto pilota não é um problema se você tiver tempo e um bom lugar para se secar quando terminar (e se não estiver muito frio). Mas, obviamente, não se molhar é sempre a melhor opção. Para começar, invista em uma boa capa de chuva; você não vai se arrepender. Botas e luvas impermeáveis também são essenciais. E não se esqueça de fechar tudo muito bem. Basta uma pequena abertura para você ter a sensação de estar ensopado.

A segurança é mais importante do que o conforto. Sob chuva, a segurança começa com tração. Com bons pneus, boa técnica e cuidado extra, não tem por que ficar com medo da chuva.

Verifique se os pneus estão com a banda de rodagem certa para canalizar a água para longe de onde a borracha toca a pista. Lembre-se de que a estrada fica mais escorregadia no início de uma tempestade, principalmente depois de um longo período de seca, quando a água remove o óleo da superfície da estrada. Evite o meio da pista, onde esse efeito é mais comum.

No geral, faça tudo de forma mais gradual na chuva: acelerar, frear, virar. Vá mais devagar. Tente não reagir bruscamente. Mantenha distância de outros veículos. Tenha muito cuidado em superfícies escorregadias, como tampas de bueiros e, quando em um cruzamento de ferrovia, redobre a atenção para cruzar os trilhos o mais próximo possível de um ângulo de 90 graus.

E lembre-se de que andar na chuva é mais desgastante mentalmente. Faça pausas frequentes e/ou tente parar mais cedo à noite. O descanso mental irá ajudá-lo a lidar bem com todos os desafios de pilotagem.

Vento

Ser surpreendido por um vento cruzado repentino ao andar de motocicleta pode assustar. Mas saber o que fazer nesse tipo de situação não precisa ser um bicho de sete cabeças. Seguem duas dicas básicas para lidar com rajadas de vento.

Primeiro, relaxe. Quanto mais você luta contra o vento, mais ele reage contra você. Não acelere; não desestabilize o guidão. Lembre-se dos princípios de contra-ataque. Se uma rajada de vento o atingir pela esquerda, incline-se para ela empurrando ligeiramente o guidão do lado esquerdo. Se o vento for constante, mantenha uma pressão constante, mas não exagere. Aplique pressão suficiente para neutralizar o vento e continuar seguindo em frente.

A segunda dica é ajustar sua posição na pista conforme a necessidade. Embora andar no terço esquerdo da pista seja uma regra boa, ela não funciona em toda e qualquer situação. Se, por exemplo, um vento constante vindo da direita faz você se sentir como se estivesse prestes a ser lançado no sentido contrário, dê a si mesmo uma pequena margem de erro cruzando no terço direito da pista. Mas, lembre-se de que, nessa posição os motoristas (principalmente de caminhões) à sua frente não conseguem enxergar você muito bem; por isso, aja com cautela.

Calor

No calor, além de ficar atento a manchas escorregadias de piche derretido, é preciso cuidar da temperatura do corpo e se manter hidratado. O estresse térmico e a insolação são questões sérias e que podem matar!

Hidrate-se: leve água e/ou bebidas esportivas com você e faça pausas frequentes para se hidratar. Em situações de calor extremo, beba mais do que você acha que precisa.

 Refresque-se: usar uma bandana molhada em volta do pescoço ou sob o capacete pode fazer maravilhas. Mergulhar sua camiseta básica em água fria ou usar um “colete de hidratação” também pode ser uma grande ajuda.

Cubra-se: a pele nua sob o sol quente pode provocar mais do que uma queimadura solar. Embora seja bom expor braços e ombros ao vento, uma camiseta leve, de cor clara e sintética de manga longa ajuda a refletir a luz do sol e pode evitar que o corpo perca a umidade muito rapidamente.

Fique atento a sinais de estresse causado pelo calor: pare imediatamente se tiver sintomas como fraqueza, tontura, confusão, náusea e/ou problemas respiratórios.  Refresque-se à sombra ou em algum lugar com ar condicionado e beba bastante líquido para se reidratar. Busque ajuda se os sintomas não amenizarem rapidamente — e não volte até ter certeza absoluta de que se recuperou.

Finalmente, quando ao ar livre, evite o calor mais intenso, começando bem de manhã e terminando no fim de tarde. Encontre um lugar agradável e arejado (talvez com piscina) para ficar durante as altas temperaturas à tarde.

Frio

Algumas pessoas simplesmente não entendem. “Como andar de moto quando está muito frio lá fora?” elas perguntam. Simples: se tem gente que anda de motocicleta para neve em temperaturas abaixo de zero, é claro que você pode pilotar sua motocicleta quando está fazendo 2 °C. Obviamente, o segredo está em se agasalhar e se manter aquecido.

Vista-se em camadas que você pode retirar (ou adicionar) de acordo com a variação da temperatura. Comece com uma segunda pele de tecido térmico ou lã que afastará a umidade do corpo; adicione uma camada (ou camadas) de lã; e complete com uma camada corta-vento, impermeável e respirável.

Ao andar no frio, cuidado com aberturas, geralmente nos pulsos, tornozelos ou pescoço. Procure luvas corta-vento com fechamento no dorso para bloquear a entrada de brisa pelas mangas. Botas de cano alto são imprescindíveis. Capacetes fechados são excelentes no frio, e uma balaclava ou envoltório de pescoço manterá o queixo e pescoço protegidos.

Nem todo mundo gosta de andar com um para-brisa ou carenagem, mas esses itens podem fazer uma enorme diferença no frio. A Harley-Davidson oferece uma grande variedade de opções de para-brisas para a maioria dos modelos de motocicleta — inclusive opções removíveis, que liberam a brisa quando o calor aumenta.

Andar no frio também significa ficar atento a manchas de gelo. Mesmo que a temperatura do ar esteja acima de zero, partes da estrada ainda podem estar congeladas. Redobre a atenção em pontes, em pontos escuros e em áreas baixas da estrada, onde a água pode se acumular, congelar e demorar mais para derreter. E lembre-se que o gelo na estrada às vezes pode ser invisível.

E, por último, roupas quentes — como coletes, jaquetas, luvas ou até munhequeiras — podem trazer conforto e estilo. Depois de usá-las uma vez, você nunca mais vai querer passar frio pilotando!

Minha dica: Pilote sempre com segurança!

Fonte: Harley-Davidson do Brasil

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Promessa de campanha termina com a fábrica de multas por radar em rodovias e cidades do Brasil

Radares ocultos estão proibidos

Promessa de campanha do Presidente Jair Bolsonaro, foi publicada no Diário Oficial da União de 9 de setembro, a Resolução 798/2020 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que altera as regras e os requisitos técnicos para a fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas. 

As mudanças atendem deliberação do presidente Jair Bolsonaro enviada ao Ministério da Infraestrutura em agosto do ano passado, com o objetivo de "evitar o desvirtuamento do caráter pedagógico e a utilização meramente arrecadatória dos instrumentos e equipamentos medidores de velocidade.

O texto proíbe o uso de radares ocultos no país. Todos precisarão estar visíveis aos motoristas. A regra entra em vigência em 1º de novembro para novos equipamentos ou radares já em operação instalados em local diferente após essa data; já os demais terão de ser adequados ou substituídos até 1º de novembro de 2021.

De acordo com a resolução, os radares do tipo fixo não poderão mais "ser afixados em árvores, marquises, passarelas, postes de energia elétrica ou qualquer outra obra de engenharia, de modo velado ou não ostensivo".

Além disso, os do tipo portátil, operados manualmente ou apoiados em um suporte, "somente deverão ser utilizados por autoridade de trânsito ou seu agente, no exercício regular de suas funções, devidamente uniformizados, em ações de fiscalização, não podendo haver obstrução da visibilidade, do equipamento e de seu operador, por placas, árvores, postes, passarelas, pontes, viadutos, marquises, ou qualquer outra forma que impeça a sua ostensividade."

Isto não pode mais ser feito.

A resolução determina, ainda, que a localização dos radares fixos e portáteis seja divulgada pelos órgãos de fiscalização de trânsito nos respectivos sites antes  de entrarem em operação.

 Os órgãos também terão de tornar públicos os trechos ou locais aptos à fiscalização por meio de equipamento portátil. A fiscalização de excesso de velocidade terá de ser devidamente sinalizada na via, junto do local de instalação do radar do tipo fixo.

Fim do radar móvel

 A nova regra também elimina o radar móvel, aquele utilizado dentro do veículo da autoridade de trânsito. Os medidores passam a ser organizados em duas categorias: do tipo fixo, que pode ser "controlador" ou "redutor", e portátil. O equipamento fixo "redutor" é a nova denominação da conhecida lombada eletrônica, que tem o objetivo de fazer o condutor reduzir a velocidade em determinado trecho, e necessariamente tem de trazer visor para informar a medição ao motorista.

Já o radar portátil engloba tanto aquele operado manualmente quanto o instalado sobre suporte. Todos os medidores de velocidade terão de ser equipados com câmera para registro da infração, bem como deverão registrar a latitude e a longitude do local de operação; também será mandatório oferecer tecnologia de reconhecimento óptico de caracteres (OCR), que permite a "leitura" da placa do veículo.

 Os medidores portáteis só poderão ser utilizados em vias urbanas com velocidade igual ou superior a 60 km/h e em rodovias com limite mínimo de 80 km/h, estabelece a resolução.

 Esse tipo de radar também terá uso vedado para fiscalização aleatória: só poderá ser operado após planejamento operacional, restrito a locais "com potencial ocorrência de acidentes de trânsito"; "que tenham histórico de acidentes de trânsito que geraram mortes ou lesões"; "em que haja recorrente inobservância dos limites de velocidade previstos para a referida via ou trecho.

Veja a íntegra da Resolução aqui.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Paraná: apenas 8 radares funcionam nas BRs


Dos 118 radares de controle de velocidade previstos para rodovias federais no Paraná, apenas oito estão em funcionamento. Os demais equipamentos estão em “fase de implantação”, segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit).

Até janeiro último, o consórcio Esteio Indra era o responsável pelos equipamentos. Agora, o Consórcio Via Brasil 17 tem feito a troca de todos os radares - e o Dnit não informou quanto tempo isso levará exatamente. Pelo contrato, também cabe ao novo consórcio aumentar o número de equipamentos - eram 80, serão 118.

“Todos os equipamentos serão trocados e isso ocorrerá de forma gradativa, justamente devido ao volume de serviços, devido a implantação em via pública sujeita a fechamentos públicos e demandas de feriados, e devido a impossibilidade de serviços continuados de aferição”, justificou o Dnit.

Além dos radares fixos, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) também faz controle de velocidade com 25 radares portáteis espalhados pelo estado. 

Em 2018, os radares portáteis da PRF flagraram 296,3 mil veículos acima da velocidade máxima permitida no Paraná. Em 2017, foram 255,2 mil flagrantes."

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Copel inaugura a maior eletrovia do país, ligando Paranaguá a Foz do Iguaçu


Cortar o Paraná de Leste a Oeste dirigindo um carro elétrico já é possível. A Companhia Paranaense de Energia (Copel) finalizou a instalação de postos de recarga e inaugurou nesta segunda-feira (10) a maior eletrovia do país, com 730 quilômetros de extensão. O trecho liga o Porto de Paranaguá às Cataratas do Iguaçu.

Ao todo, são 11 eletropostos espalhados ao longo de toda BR-277, que cruza o Estado. Os eletropostos já estão em funcionamento em Paranaguá, Curitiba, Palmeira, Fernandes Pinheiro, Prudentópolis, Candói, Laranjeiras do Sul, Ibema, Cascavel, Matelândia e Foz do Iguaçu.


A Copel investiu R$ 5,5 milhões no projeto, que é pioneiro no país. Embora já existam trechos de rodovias com eletropostos no Brasil, não havia até agora uma rodovia totalmente eletrificada.

Cada eletroposto tem 50 kVA (kilovoltampere) de potência – o equivalente a dez chuveiros elétricos ligados ao mesmo tempo – e três tipos de conectores, próprios para atender os modelos de carros elétricos ou híbridos disponíveis no Brasil, como os modelos i3, da BMW, e ZOE, da Renault.

As estações são todas de carga rápida e gratuita: leva entre meia e uma hora para carregar 80% da bateria da maioria dos carros elétricos. Esses modelos rodam de 150 a 300 quilômetros a cada carga. Por ser um projeto de pesquisa e desenvolvimento, os consumidores não terão custo para abastecer na eletrovia da Copel, informa a companhia.

Fonte: Gazeta do Povo

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Estrada da Graciosa: percorrendo o caminho antigo para o litoral

Portal da Estrada da Graciosa, na BR-116
Estrada da Graciosa, como é conhecida a Rodovia PR-410, é uma estrada que utiliza a antiga rota dos tropeiros em direção ao litoral do Paraná, interligando o município de Quatro Barras (Região Metropolitana de Curitiba) às cidades de Antonina e Morretes.

Os primeiros registros sobre a pioneira Trilha da Graciosa datam do início do século 18. A construção da Estrada da Graciosa teve início em meados do século 19, após a criação da Província do Paraná em 1853 — desmembrada da Província de São Paulo — e foi concluída em 1873.

Em 1946, depois de mais de 70 anos de uso, a Estrada da Graciosa já não atendia a demanda de transporte para o porto de Paranaguá. As obras da BR-277, que a substituiu, só tiveram início em 1950 e sua inauguração — ainda com pista simples — em abril de 1968.

A estrada atravessa o trecho mais preservado de Mata Atlântica do Brasil, marcado pela mata tropical e pelos belos riachos que nascem na Serra do Mar. Em 1993, parte do trecho da Serra foi declarada pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Na região, existem dois importantes parques estaduais: o Parque Estadual da Graciosa e o Parque Estadual Roberto Ribas Lange.

Conheci a Estrada da Graciosa em 2006, logo após meu regresso ao Brasil. Depois disto, esta estrada sempre esteve presente em vários passeios de motocicleta.

Mas até aonde eu conhecia, a Graciosa começava no Portal junto à BR-116. Recentemente ouvi de um amigo sobre a parte antiga da Estrada da Graciosa, iniciando em Quatro Barras e que está muito bem preservada.

Neste domingo, com um tempo ensolarado, resolvi conhecer a parte histórica desta mais que centenária estrada.
Trecho original da Estrada da Graciosa, que percorri neste passeio.
Fiz o percurso já conhecido, seguindo pela BR-116 até o Portal e seguindo até o Mirante Engenheiro Lacerda.


Do Mirante se tem um vista muito bonita da Baía de Paranaguá e das
cidades de Antonina e Paranaguá.
No regresso, então, segui a rota pelo trecho da antiga estrada. Vejam algumas fotos que fiz:





A estrada está asfaltada, mas trechos históricos são mantidos em paralelepípedos.


A estrada é muito bem sinalizada e está em excelente estado de conservação.


O início da antiga Estrada da Graciosa, em Quatro Barras:



Foi um passeio muito agradável. Recomendo.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

BR-116 - São Paulo-Curitiba toda em pista dupla


Para os motoristas que usam a rodovia BR-116 na ligação entre Curitiba e São Paulo, os problemas causados por um pequeno trecho de pista simples devem acabar a partir de hoje. É quando a concessionária Autopista Régis Bittencourt começa a autorizar o tráfego nos novos trechos duplicados na Serra do Cafezal. A liberação do trânsito nos dez quilômetros cruciais, que costumavam representar acidentes e demora, deve acontecer em etapas e ser concluída nesta quarta-feira, 20 de dezembro.


Localizada entre as cidades paulistas de Miracatu e Juquitiba, a 300 quilômetros de Curitiba, a Serra do Cafezal representava um afunilamento na ligação Sudeste-Sul. Com a circulação de mais de 22 mil veículos por dia, era um dos principais gargalos logísticos do país. Encravada numa das áreas mais conservadas de Mata Atlântica, a obra na Serra do Cafezal era um desafio. Mas o trajeto de pista simples representava um tormento para quem dependia da rodovia. Além dos riscos à vida, era sinônimo de atrasos. Mesmo as batidas mais simples significavam longas filas, com vistas para o barranco.


Faltava a duplicação de 30 quilômetros, que foram previstos várias vezes, ao longo das últimas décadas. A obra começou em 2010 e o trechos foram sendo liberados aos poucos, à medida que ficavam prontos. É um dos projetos mais caros de engenharia do Brasil: a concessionária precisou fazer quatro túneis e 35 viadutos, consumindo R$ 1,3 bilhão. São duas pistas novas, com acostamento, no sentido SP-PR, e as três antigas ficaram para o fluxo inverso da Régis Bittencourt.

Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 17 de maio de 2017

BR-277 terá sinalização específica para ciclistas


Para tentar conter o número de acidentes e mortos envolvendo ciclistas, o Detran-PR está ajustando os últimos detalhes de um projeto piloto de sinalização nas rodovias, que deve começar a partir do verão. De janeiro a abril de 2017, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 65 acidentes envolvendo ciclistas nas estradas de federais,que geraram 67 feridos e oito mortos. Em 2016, o número de mortes nas rodovias federais do Paraná cresceu 80%: foram de 15 vítimas fatais em 2015 para 27 ano passado. Dos 223 acidentes com ciclistas em 2016, 195 deixaram pessoas feridas.

De acordo com o chefe da Divisão de Sinalização do Detran-PR, o projeto piloto consiste em instalar 64 placas de sinalização tanto para ciclistas, quanto para motoristas, em dois trechos da BR-277. O primeiro trecho vai do Parque Barigui até o pedágio de São Luiz do Purunã, no sentido interior do estado. O outro trecho vai do Centro Politécnico da UFPR, no Jardim das Américas, até o pedágio de São José dos Pinhais, no sentido litoral. Das 64 placas, 44 terão orientações aos ciclistas e 20 para os motoristas.

Aos motoristas, as orientações das placas serão para que prestem atenção na presença de ciclistas na pista. Já aos ciclistas, as orientações serão de segurança, como não trafegar em bloco na rodovia, mas sim em fila.

Após a instalação das placas no projeto piloto, o Detran-PR vai acompanhar as estatísticas de acidentes nos dois trechos pelo período de um ano. Se for confirmada a queda de colisões entre veículos e bicicletas, o projeto deverá ser estendido para outras rodovias do estado.

Fonte: Gazeta do Povo

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Paraná vai revitalizar rodovias estaduais


Cada um dos 10,2 mil quilômetros de rodovias estaduais deve passar por recapeamento em um programa que vai consumir R$ 2,3 bilhões.

As obras devem durar três anos, com destinação de R$ 750 milhões ainda em 2017. 

A primeira fase das restaurações foi dividida em 33 lotes, com maior parte das licitações a ser realizada ainda em abril. 

A recuperação do asfalto será mais profunda em 4,2 mil quilômetros, que receberão o sistema chamado CREMEP - Conservação e Recuperação Descontínua com Melhoria do Estado do Pavimento, que consiste na retirada da camada danificada e aplicação de uma nova. 

Os demais 6 mil quilômetros passarão por um recapeamento chamado COP – Conservação de pavimento.


Segundo a Secretaria Estadual da Infraestrutura e Logística, desde 2012 – quando foram aplicados R$ 660 milhões em recuperação de rodovias –, não se aplicava tanto dinheiro nesse tipo de obra. Mas o pacote anunciado agora seria ainda mais representativo analisando o conjunto de investimento que serão feitos no setor rodoviário, com a promessa de recuperação de toda a malha rodoviária estadual.

Investir em obras é uma das exigências como contrapartida para a venda de ações excedentes de empresas como Sanepar e Copel.


De acordo com o secretário estadual de Fazenda, Mauro Ricardo Costa, a destinação de tamanho volume de recursos foi possível em função dos ajustes de contas feitos nos últimos anos. Também entraram na conta as já realizadas alienações de ações da Sanepar e as venda de ativos da Copel, previstas para um futuro próximo – ambas negociações autorizadas pela Assembleia Legislativa.

O secretário também destaca que, além dos recursos próprios, estão previstos investimentos em obras que dependem de financiamento. São R$ 1,7 bilhão com dinheiro do Banco do Brasil e do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Fonte: Gazeta do Povo

terça-feira, 21 de março de 2017

Outono, tempo de reflexões

Rodando pelo Brasil, no outono de 2009
Eu amo o Outono. O equinócio do outono no hemisfério sul aconteceu ontem, 20/3/2017, abrindo para a melhor estação do ano, na minha opinião.

Em  Astronomia, equinócio é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente, cruza o equador celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera celeste).


O equinócio ocorre duas vezes no ano, em março e em setembro. No equinócio ambos os hemisférios da Terra encontram-se igualmente iluminados pelo Sol.

Lí esta coluna no jornal O Estado de São Paulo, de hoje. Achei excelente!

MR. MILES - O ESTADO DE S. PAULO

Decidindo sobre o lugar onde pretende passar os próximos dez dias, Mr. Miles tem lido bons jornais e se diz “chocado com a quantidade de bobagens que assola o Brasil”. O provável é que ele não vá muito longe, porque pretende estar em mais um aniversário de sua amiga, a rainha Elizabeth, que cumpre anos no dia 21 de abril. A seguir, a carta da semana.

Querido Mr. Miles: acabou-se o que era doce. Fim de verão, praia só no ano que vem. Concorda?
Larissa Gomes, por e-mail

“ Well, my dear: o outono não é apenas uma temporada que antecede o inverno. É mais uma sensação, um desejo do que um período. É quando os dias de sol a pino vão, slowly, ganhando cores mais apagadas. O céu abaixa a ponto de que as nuvens parecem quase pentear nossos cabelos. Nada disso, however, surpreende – e poucos de meus amigos têm criticas a essa fase de muda, mais amável e mais amena. Uma intrigante estação de dúvidas e reflexões. Hora de trocar a pele, assim como as cobras. E, more than that, tempo de viajar.

Tail of the Dragon - Outono de 2011
Estou lhes escrevendo, of course, de minha pequena casa no Condado de Essex. Aqui é a primavera que começa. Em breve estarei vendo petúnias e begônias no meu backyard. Minha raposinha Trashie, oriunda, como vocês sabem, da Sibéria, começa a resmungar para os termômetros que sobem. O verdejar dos parques, entretanto, anuncia: é hora de viajar também.

As semelhanças entre o que ocorre em ambas as estações é evidente. Meu querido e saudoso amigo Camus ( N. da R.: Albert Camus, escritor argelino, supostamente assassinado na França aos 46 anos de idade) dizia, com seu brilho habitual: ‘O outono é uma segunda primavera, em que cada folha vira uma flor’. Esse fenômeno é sempre mais evidente nas regiões que distam do Equador, como o Canadá ou a Patagônia. Florestas vermelhas, trilhas de cor púrpura, o suave som de andar sobre as folhas com a certeza de que outras virão muito em breve.

Passando pelo Gran Teton National Park, Montanhas Rochosas, no outono de 2012
Há uma coisa que nunca entendi. A primavera é muito mais festejada do que o outono. Tem reputação melhor, mais likes (como é da moda afirmar) e ótima assessoria de imprensa. Posso tentar atribuir essa anomalia aos milhões de pessoas que enfrentam invernos longos e gélidos no hemisfério norte. Ocorre que livrar-se do calor escaldante, das roupas deselegantes e das chuvas torrenciais é, também, uma grande conquista.

Se a primavera é um período que se abre à luz, o outono é uma ocasião que a ela se fecha. Se a primavera é propicia para quem planta, o outono foi feito para a colheita. É evidente que se antagonizam, mas são estações muito mais indicadas para conhecer o mundo do que o verão e o inverno. É tempo de um sol oblíquo que nos dedica sombras mais alongadas e cores menos distorcidas. Se você, my dear, já esteve em Roma no outono e na primavera, é certo que terá conhecido cidades distintas uma da outra. E essa é a maravilha da transformação dos dias longos para os dias curtos que, of course, sempre ampliam a beleza do ato de viajar.

Rodando pelo estado de New Hampshire, EUA, no outono de 2013
Não concordo, however, com suas considerações sobre as praias. Se tomar sol é um de seus programas preferidos, basta lembrar que, entre o Trópico de Capricórnio e o de Câncer as estações são sempre parecidas. Isso serve, by the way, para mais da metade da área de nosso planeta.

Experimente, por exemplo, ir para o Rio de Janeiro em abril. Menos chuvas (as águas de março já fecharam o verão), sol mais ameno, 35 graus ao invés de 40, preços menores pela baixa estação. Wonderful! Mas, se o céu nublar com uma leve brisa soprando do sul, olhe para ele como se estivesse olhando para dentro de si.”

Na Estrada Bonita, Santa Catarina, no outono de 2014
Minhas mais longas viagens de Harley-Davidson, com exceção do Coast-to-Coast de 2010, foram todas realizadas no outono do hemisfério norte. E foram viagens maravilhosas!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Harley-Davidson: Dicas da Motor Company para rodar no Carnaval


As estatísticas de acidentes com motocicletas indicam claramente que grande parte deles envolve colisões com outro veículo, geralmente automóveis. Na maioria dos casos, o motorista do carro não vê a moto antes do impacto, a tempo de evitar um acidente.

A Harley-Davidson sabe que o feriado de carnaval se aproxima e muitas pessoas vão pegar a estrada com suas motocicletas e, por isso, preparou uma série de dicas com foco nas estratégias mais importantes para a segurança de pilotos e garupas. A começar pelo estado permanente de alerta, que reduz o tempo de resposta aos perigos impostos por outros motoristas e por possíveis objetos na via. A atenção permanente evita que ocorra um cálculo errado na hora da frenagem, além de facilitar o controle constante da velocidade nas curvas.

1. Dormir bem na noite anterior
A melhor condição para começar um longo passeio ou viagem é estar totalmente descansado. Isso significa dormir uma noite toda antes da partida, bem como começar a viagem diurna em um horário realista (ao invés de iniciar o trajeto durante a madrugada, por exemplo).

2. Evitar longos percursos em autoestradas
Quanto mais interessante for a rota planejada – as que exigem mais envolvimento mental e o uso de freios, engrenagens e direção da motocicleta – mais envolvidos estarão os motociclistas. Da mesma forma, muitos pilotos afirmam que ficam mais atentos quando não usam o controle de velocidade de cruzeiro. Isso significa pegar estradas mais sinuosas, que são ainda mais agradáveis que o barulho hipnótico de quilômetros a fio em autoestradas e que, provavelmente, manterão quem estiver pilotando mais alerta.

3. Parar antes que seja necessário
A única maneira infalível de pilotar até aparecer o cansaço é pilotar até aparecer o cansaço. Por isso, é necessário mudar os hábitos e parar antes de enfrentar sonolência, em pontos planejados de parada que sejam curtos o suficiente para não provocar muito cansaço (a cada duas horas, mais ou menos). Isso é particularmente importante ao pilotar em grupo, onde motociclistas diferentes enfrentarão trechos diferentes, durante os quais eles provavelmente permanecerão alertas.

4. Alongamentos
Quando for feita uma parada, é de suma importância praticar alguns exercícios de alongamento para auxiliar na circulação dos membros inferiores e superiores, e também realizar uma curta caminhada. Isso estimulará o corpo e a mente, com um efeito mais prolongado. Como bônus, caminhar uma quadra ou duas em uma cidade nova aumentará a probabilidade de encontrar algo interessante ou fazer novas amizades, além das histórias que poderão ser colecionadas sobre a viagem. Qualquer uma das situações pode ser o início de uma aventura, algo que todos os motociclistas procuram na companhia de uma Harley-Davidson.

5. A hidratação é essencial
Beber água constantemente é essencial para manter o corpo hidratado, principalmente nessa época do ano, em que o verão chega a temperaturas acima da média em muitas regiões brasileiras. E isso significa também que o propósito será fazer pit-stops frequentes para idas ao banheiro. Ingerindo bastante líquido, há menos chances de desidratação, o que pode causar tontura e um tempo de resposta mais lento em situações de emergência.

6. Comer pouco
Fazer refeições pesadas, cheias de carboidrato, proporciona um grande e rápido estímulo de açúcar, mas também pode levar à fadiga, que é agravada pela digestão longa e consumidora de energia. Ao invés disso, se faz necessário comer pequenas porções de alimentos leves e menos calóricos. O ideal é fazer refeições menores, mais frequentes, que consistam, principalmente, em proteínas (oleaginosas, carnes, grãos, laticínios), que produzem uma fonte de energia mais longa e sustentável. Ao se alimentar em pequenas quantidades, evita-se aquele sono típico que aparece logo após um farto almoço.

7. Cochilos
Os seres humanos precisam de cochilos, embora a maioria ignore essa necessidade por meio de vários mecanismos de administração. Se a sonolência começar a afetar a viagem, é preciso parar em um local adequado. Decidir tirar um rápido cochilo faz com que o motociclista tenha de sair da estrada durante um momento de baixa atenção e grande risco de segurança. Além disso, o descanso se faz importante para recarregar as energias para o resto do passeio diurno, de forma segura e proveitosa.

8. Comunicar-se
Os motociclistas que utilizam os sistemas de comunicação eletrônica para conversar ocasionalmente com um parceiro de viagem, dizem se sentir mais alertas e engajados. Mesmo o simples ato de acenar para outros motociclistas pode ser suficiente para estimular sua mente e seu corpo a ficarem em um estado maior de alerta. Como um bônus, acenar para outros motoristas o tornará o embaixador principal de um melhor relacionamento com todos na estrada, algo que já ocorre naturalmente entre os clientes Harley-Davidson mundo afora.

9. Realizar ultrapassagens seguras
Ficar atrás de outro veículo por um longo período de tempo pode entediar o cérebro de qualquer piloto e levá-lo a uma forma maçante de controle de velocidade de cruzeiro. Uma maneira de evitar essa armadilha é ultrapassar outros veículos, sempre em segurança e conforme necessário, para usar totalmente os sentidos e ativar o estado de atenção.

10. Não lutar contra o vento
O vento é a principal fonte de fadiga dos motociclistas, tanto como ruído sonoro quanto como uma força cansativa contra o piloto. Usar tampões de ouvido e um capacete fechado, bem como utilizar um anteparo na moto (parabrisa), reduzirá o impacto do vento e manterá o piloto com energia por mais tempo.

Lembre-se: pilote sempre com segurança e bom Carnaval!

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Pedágio na BR-116 aumenta nesta quinta-feira


Os pedágios ficam mais caros na BR-116, entre Curitiba e São Paulo. A tarifa passará dos atuais R$ 2,50 para R$ 3 (veículo de passeio - R$1,50 para motocicleta) a partir desta quinta-feira, 29/12/2016. 

O reajuste autorizado pela Agencia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para a Autopista Régis Bittencourt é de 20%.


Contratualmente o reajuste é feito anualmente baseado no Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA), que foi de 7% no período. Entretanto a ANTT contemplou a concessionária com um acréscimo maior como compensação pela não cobrança dos eixos suspensos, de acordo com a Lei dos Caminhoneiros, e ainda o pagamento da terceira parcela referente às obras de ampliação da Serra do Cafezal.



O aumento no pedágio da Planalto Sul (BR-116, de Curitiba até a divisa entre SC e RS) aconteceu em 19 de dezembro e na Litoral Sul, entre Curitiba e Florianópolis, será em fevereiro de 2017. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Verão e calor: Proteja-se bem!


Falar de calor aqui no Sul, principalmente em Curitiba, é ainda prematuro.

Mas alguns Estados do Sudeste já estão registrando temperaturas próximas dos 40°C. 
Assim, conversar sobre as precauções que devemos tomar nos meses mais quentes do ano é sempre atual.

Na nossa viagem em 2010 pelos desertos  dos EUA, inclusive o Death Valley, no deserto de Mojave, aprendemos algumas coisas que gosto de compartilhar com os colegas que nos acompanham aqui.

Primeiro de tudo, é manter-se hidratado. Tomar água em abundância é muito importante. Recomendo também comer bananas, para repor o potássio que perdemos ao transpirar.

Para enfrentar o calor intenso no verão brasileiro, precisamos nos equipar da forma correta.
Quando estamos rodando com nossas motocicletas, a sensação provocada pelo vento pode nos enganar. Não caia nesta! Use sempre jaqueta, luvas e capacete fechado, com boa ventilação. E não se esqueça do protetor solar.

A jaqueta que eu e minha fiel garupa, co-piloto e fotógrafa oficial usamos no verão é esta:

Trata-se da jaqueta Grey Mesh Jacket - Part # 98251-09VM. Esta jaqueta é fabricada com uma malha de poliester de alta resistência à abrasão, com um forro também de malha, que permite um fluxo constante de ar. Vem com proteção adicional leves para os cotovelos e ombros (retiráveis). 

Tem dois bolsos na frente, com zíper, que aumentam o fluxo de ar quando abertos. Dois bolsos externos com zíper e dois bolsos internos completam a jaqueta. O preço é bem razoável: US$99.00. O modelo feminino tem o código 97240-10VW.

Há outros modelos, dentro do mesmo padrão, disponíveis no catálogo da H-D e de outros fabricantes.

Para proteger as mãos, utilizo as luvas de malha de nylon (Men's Full-Finger Mesh Gloves - part #98263-07VM), com reforço na palma da mão. Protege toda a mão, com ventilação constante.


Uso também um protetor de assento. É o Circulator Rider Seat Pad, part # 51074-10 (para o piloto) e 51078-10 (para a garupa). Este protetor tem um camada de gel e uma malha de poliester, que permite a circulação do ar durante todo o tempo.


 Boas estradas e lembre-se: Pilote sempre com segurança!

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Rodovia com pedágio flexível

Pedágio na Rodovia dos Imigrantes em hora de pico
Segundo notícia publicada no "O Estado de São Paulo," o governo paulista lançará nesta sexta-feira, 4, o primeiro edital de concessão de rodovia no Estado que prevê preço de pedágio flexível.

Em um trecho de mais de 570 quilômetros de pista, a gestão determinará que a empresa vencedora da disputa cobre mais caro por veículos circulando em horário de pico e, consequentemente, preveja desconto para os condutores trafegando em outros horários de menor fluxo.

A experiência poderá embasar o governo a difundir o modelo para outras concessões estaduais e é a primeira de um pacote planejado pela gestão nas rodovias paulistas.

Hoje, o cálculo das tarifas de pedágio leva em conta a categoria das pistas – se têm canteiro central ou são simples, por exemplo – e o tipo de veículo. De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), que regula o setor, a quantidade de pedágios implementados nas vias garante ao usuário um pagamento “mais justo e proporcional ao trecho percorrido”.


Há a expectativa ainda de que a empresa vencedora assuma os trechos hoje administrados pela Vianorte, que incluem os 131,2 quilômetros da Via Anhanguera, além de cinco outras pistas. Com isso, é esperado um novo cálculo para o pedágio nesses trechos, com redução de tarifa que poderia chegar a 19%.

Rodovia I-10 e I-15, na Califórnia, com pedágio livre para carros com
2 ocupantes ou mais.
Este sistema já é utilizado em vários países (EUA, Japão, UK, Canadá e outros). No caso dos Estados Unidos, as rodovias com tráfego mais intenso tem faixas exclusivas para veículos com 2 passageiros ou mais e com pedágio mais barato ou até sem custo. Este sistema foi implementado em várias metrópoles, começando por Washington, DC, na década de 1970.