quarta-feira, 30 de julho de 2014

PRF sofre com burocracia



Policiais rodoviários federais apontados como solução para sanar a falta de efetivo nas estradas do país estão em casa, à espera para ocupar vagas e vivendo sob a insegurança de um futuro incerto. Em 23 de maio deste ano, 1 mil profissionais se formaram na Academia da Polícia Rodoviária Federal (PRF) com a promessa de que atuariam em apoio aos servidores que trabalharam na Copa do Mundo.
Por isso também, as aulas teriam sido aceleradas. O curso iniciou três meses antes, em fevereiro. Sonhando com a possibilidade de atuar nas estradas, os alunos fizeram planos e mobilizaram-se para se dividir entre os 27 estados do Brasil. 

Passados dois meses do término da preparação, os futuros policiais ainda aguardam a homologação das contratações. Enquanto isso, 10 mil PRFs que atuam nas estradas federais do país estão se desdobrando para cumprir o quadro que deveria ser de 13 mil. Segundo o Sindicato dos Policiais Rodoviários de Santa Catarina, há postos no Estado que precisam ficar fechados em determinados períodos devido a falta de policiais.

Por meio da assessoria de imprensa, o Departamento Nacional da PRF informou que entregou a documentação necessária para o Ministério do Planejamento logo após o fim do curso em Florianópolis. O órgão, inclusive, diz ter cumprido os prazos previstos pela legislação eleitoral, que impede a nomeação de servidores a partir de junho. O entrave agora, de acordo com a assessoria de imprensa, está no ministério:
– É uma decisão do Ministério do Planejamento. Estamos na expectativa também. É lógico que a PRF tem necessidade de preenchimentos desses quadro. É interesse da instituição – garantiu Diego Brandão, responsável pela comunicação da corporação em Brasília.

De acordo com o Ministério de Planejamento, via assessoria de imprensa por e-mail, os documentos para homologação dos profissionais estão na Pasta desde 30 de maio. Entretanto, eles “se encontram no aguardo de decisão, sem previsão de data”. O ministério garante que as autorizações de nomeações são sempre concedidas dentro do período de validade do concurso. Neste caso, é um ano, prorrogável por mais um.
– Os concursos e nomeações são autorizados a partir de análises criteriosas, caso a caso, e sempre dentro das condições orçamentárias. O tempo de cada tramitação varia conforme essas condicionantes – explicou a assessoria.


Com a inclusão dos mil policiais no quadro de efetivo brasileiro, o Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais de Santa Catarina (SINPRF-SC) diz que o Estado receberá 93 novos profissionais a partir dos formados e de servidores que serão remanejados. Atualmente, há 530 policiais rodoviários federais no Estado, mas 60 deles terão possibilidade de aposentadoria no final deste ano, segundo o sindicato. 

Fonte: Diário Catarinense 

terça-feira, 29 de julho de 2014

Personalidade


Notou uma mudança na sua personalidade desde
que demos à ele aquela motocicleta de brinquedo?

domingo, 27 de julho de 2014

Feliz Dia do Motociclista



27 de Julho - Dia do Motociclista

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Instalando o GPS Garmin Zumo 660 na Ultra Limited 2014


GPS Garmin Zumo 660 instalado na minha Ultra Limited 2014.
Uma das muitas razões de usar os GPS da Garmin no meu carro e na minha Harley-Davidson, é a possibilidade de poder instalar os mapas do Projeto Tracksource e os POIs que mostram os milhares de radares que infestam as rodovias, avenidas e ruas do Brasil.

Multas de trânsito tornaram-se uma nova fonte de arrecadação das prefeituras, estados e do governo federal, mais um imposto. Ao contrário do que ocorre nos países desenvolvidos (status que acredito as atuais gerações não atingirão), os radares são instalados como “armadilhas”, com o objetivo maior de multar. Nunca de educar ou prevenir acidentes.

Portanto, na realidade caótica em que vivemos, trafegar com um veículo equipado com este dispositivo nos ajudar a manter a velocidade dentro do parâmetro permitido e nos livra das “armadilhas” consciente ou inconcientemente (?!) armadas pelas “otoridades” de trânsito.

Quando recebi minha Harley-Davidson Electra Glide Ultra Limited 2014, estava bastante entusiasmado por vir equipada com um GPS integrado no Boom! Box, o sistema multimídia dos modelos Rushmore.

Infelizmente, na minha opinião, a HDMC decidiu instalar um GPS produzido pela iGO, cujo uso no Brasil é muito limitado, como se demonstra:
  • Não permite a utilização de mapas do Projeto Tracksource.
  • Não permite inclusão de POIs de sua escolha.
  • Tem limitada capacidade de programação.
  • Não permite que se crie a rota no computador e depois transfira para o GPS.
  • Tem um limite máximo de 9 pontos na rota, não sendo possível uma rota para uma viagem longa.
  • Tem muitas falhas na acuidade dos dados e depende da iGO para atualizações, que são pagas.

Assim, senti a necessidade de voltar a utilizar meu Garmin Zumo 660. O problema era como fazê-lo transmitir os comandos de rota e alertas através do sistema de áudio da Ultra Limited.

Fazendo a conexão via Bluetooth é possível escutar as músicas em mp3 do cartão SD do GPS, mas não se consegue escutar as instruções de navegação, nem os alertas de POI. É que a Garmin usa protocolos diferentes para as duas funções e o Boom! Box só aceita um dos protocolos.

Pesquisando na Internet, encontrei a solução numa postagem no Harley Davidson Forum e resolvi tentar. Deu certo.

Foi necessário a compra de um acessório da H-D chamado AUDIO JACK JUMPER, part # 69200610. Custa US$30, nos EUA.

O conector Molex em uma das extremidades é descartado.
Depois de esperar 5 semanas para o cabo chegar em Santa Catarina, através do maravilho serviço prestado pelos Correios, pude fazer o teste.

A primeira coisa a se fazer é retirar os três fios do conector Molex que vem com o Jumper. O conector é descartado. A operação é simples.

Os três fios ligados ao conector Molex.
Primeiro retire a tampa que protege as conexões, usando uma pequena chave de fenda de ponta fina.

Conector Molex de 8 posições, somente ilustrativo.
Observe que os conectores dos fios são mantidos no lugar por uma trava plástica. Usando a chave de fenda pequena, afaste a trava e empurre o conector para trás, liberando-o. São três fios, nas cores vermelho, branco e preto.

Conector Molex de 8 posições, somente ilustrativo.
Terminal de cada fio do Jumper.
Abra o morcegão da Ultra Limited para ter acesso ao conector de áudio do sistema Boom! Box, que está colocado acima do rádio. Desconecte e observe que é um conector Molex de 12 posições. As posições 6, 7 e 8 estão vagas, no cabo que vem do transmissor de CB, à sua direita.


Retire as peças plásticas brancas que ocupam estas posições, empurrando-as de trás para a frente, com o auxílio da chave de fenda.

Nestas posições vazias você deve colocar os cabos do Jumper, com a seguinte disposição:
Posição 6 – fio vermelho
Posição 7 – fio branco
Posição 8 – fio preto

Como fonte de energia, liguei o GPS na tomada auxiliar de 12 v (acendedor), pela parte de dentro do morcegão.


 Depois de acomodar os cabos no espaço existente ao lado do rádio, à sua esquerda, conectei o cabo Jumper ao cabo de entrada de áudio do GPS.


Em seguida levei a Ultra Limited na Floripa H-D e solicitei que habilitassem o Auxiliar 3 do sistema de áudio do Boom! Box. Isto só pode ser feito na concessionário, pois necessita do computador da H-D para isto.

Peça ao técnico para renomear o Aux 3 com o nome que você quiser. Eu usei GPS ZUMO.


Atenção: cuidado para que não mudem a posição do rádio CB, na tela do computador. Ela deve estar marcado OFF e deve continuar assim. Caso contrário o CB não funcionará.

Fiz o teste de estrada e funcionou muito bem. Escuto as músicas em mp3 que estão no cartão SD do GPS e recebo as instruções e alertas do GPS, sem problema.

Observação. O cabo Jumper Jack pode ser fabricado aqui, desde que se tenha acesso aos componentes necessários. Não é necessário usar o conector Molex.

Sentimentos . . .


"Não, ninguém morreu. Ele enterrou o escapamento antigo da motocicleta. Ele é muito sentimental."

quinta-feira, 24 de julho de 2014

E a vida segue . . .


Pois é, mais um ano. Cheguei ao 68, sem perder o ímpeto. Se deixarem, pretendo cumprir muito mais.

É interessante observar em nós mesmos, o efeitos do tempo. Há duas semanas sofri uma contusão na perna direita, ao jogar bola com meu neto de 7 anos. Sózinho, só eu e a bola. A bola ganhou. Aquele fato sem grande importância, chamou minha atenção. Nunca fui bom de bola, nem gosto de futebol. Mas fiquei decepcionado com a forma irreverente com que me contundi. E a imprensa só falava no Neymar. Chato.
Mas o evento me fez lembrar que, ainda que não aparenta nem sinta, os anos já me alcançam. E tenho que conviver com eles. Como dizia meu pai, a idade não vem só. Mas prefiro isto à outra opção.

Quando era adolescente, sem um razão específica, achei que morreria antes dos 40 anos. Claro, era uma bobagem, mas quando fui me aproximando daquela idade, fiquei um pouco apreensivo. Mas a data passou, não morri e passei a achar graça daquela impressão. Eu tinha me enganado e fiquei satisfeito com isto.

Ontem, recebi uma avalanche de emails, ligações telefônicas, SMS, torpedos (sem ogivas!), mais de duas centenas de mensagens in box e na minha linha do tempo no Facebook e um bom número de amigos que insistiram em comemorar comigo o meu aniversário. Dá uma tremenda alegria, uma sensação gostosa de saber que se é querido.

O ponto alto, sem dúvida, foi a ligação telefônica que recebi no início da noite, dos meus dois netos. O que eles falaram e como falaram, foi o maior presente de aniversário que já recebi na minha vida. A espontaneidade como falavam, com sua forma característica (eles tem 7 e quase 4 anos, respectivamente) soava como boa música nos meus ouvidos.

Acredito que tenho que elevar meus pensamentos ao nosso criador e agradecer por tudo isto. Obrigado, meu Deus! E ajude-me a compreender meus limites, mas vivê-los na sua mais forte intensidade!

Aos meus amigos, reais e virtuais, muito obrigado pela lembrança e pelo carinho.

À minha família, obrigado por seu amor.

A todos e a cada um de vocês, obrigado por me fazerem companhia na estrada da vida.


Sinto-me 68 anos mais jovem, hoje.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Harley-Davidson: Resultado menor nas vendas do segundo trimestre de 2014



Harley-Davidson Inc., anunciou resultados desanimadores para as vendas de motocicletas no segundo trimestre de 2014. A Motor Company revelou um aumento de 30% nos lucros, refletindo maiores margens de lucro e espera aumentar o volume de vendas nos meses à frente. Durante o segundo semestre a empresa vendeu 90.218 unidades, uma pequena diferença em relação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo a H-D, o mau tempo reinante em grande parte dos Estados Unidos atrapalhou as vendas, normalmente com grande ímpeto durante a primavera do hemisfério norte. A expectativa da Harley, agora, é que as vendas cresçam entre 3.5% e 5,5% em 2014, ao invés de 7% originalmente previstos.

A HDMC continua liderando o mercado de motocicletas acima de 600cc, mas sua fatia agora é de 50%, enquanto detinha 53% do mercado americano, em 2013.

O Principal Executivo da HDMC, Keith Wandell, afirmou na apresentação dos resultados do trimestre, hoje, em Milwaukee, que acredita que o crescimento reduzido nas vendas é uma situação temporária e que espera crescimento maior nos próximos meses, por entender que o mercado está muito entusiasmado com as motocicletas do projeto Rushmore e com os modelos Street.

As vendas dos novos modelos Street 500 e Street 750 sofreram bastante, devido a problemas de qualidade com alguns componentes importados. Ainda que a grande maioria dos componentes das motocicletas Harley-Davidson é produzida nos Estados Unidos, os novos modelos Street tem alguns itens importados, com o objetivo de diminuir o custo de produção. Os modelos Street 500 e Street 750, destinados ao mercado de jovens adultos urbanos, tem preço de venda nos EUA entre US$6.800 e US$7.500.

Outro fato que contribuiu para o menor desempenho de vendas no segundo trimestre, foi a suspensão na produção dos modelos da série Road Glide, que está passando por uma revitalização e estará nas lojas a partir de Agosto. Estes modelos representaram 10% das vendas da H-D no primeiro trimestre.

A Harley-Davidson está expandindo seu portfólio de produtos, com o intuito de aumentar sua base de consumidores. Em Março de 2014 lançou duas novas motocicletas, a Low Rider e a SuperLow 1200T, que deverão alavancar as vendas no segundo semestre do ano.

Harley-Davidson Dyna Low Rider 2014 
Harley-Davidson Sportster SuperLow 1200T 2014
Os lucros da HDMC alcançaram US$354,2 milhões no segundo trimestre de 2014, contra US$217,7 milhões no mesmo período de 2013.

A receita da companhia, incluindo acessórios, roupas e serviços financeiros alcançou US$2 bilhões, um crescimento de 12%.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Versatilidade


Não sei qual a marca. A única informação é que foi construída na Rússia.

Fiquei impressionado com o peso aparente e com a versatilidade.


domingo, 20 de julho de 2014

Dia dos Amigos


20 de Julho é o dia dos amigos.

Amigo é aquele que lhe acompanha em todos os caminhos da sua vida.
Não precisa estar ao seu lado, fisicamente, mas sempre caminhando consigo, mesmo à distância.


A todos os amigos, desde sempre, meu muito obrigado por participar da minha vida!

Vero!


Minha Harley é tão bonita que acho que você vai me
pagar para fazer a manutenção dela.

sábado, 19 de julho de 2014

Insegurança no Trânsito



Dados atualizados do Ministério da Saúde mostram que a cada hora o trânsito mata mais de cinco pessoas no País: 46 mil só em 2012. O número revela aumento de 3,4% no total de óbitos nas ruas e estradas do País em relação ao ano anterior. Mais: revela que em dez anos o número de mortes no trânsito brasileiro avançou 38%: em 2002, ele havia matado 33 mil pessoas. 

As estatísticas são as mais recentes do Datasus, sistema que contabiliza os atendimentos médicos feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o País. Os números mostram aceleração no crescimento do número de mortes no trânsito. Entre 2010 e 2011, o total de mortes havia crescido 1,47%.

Entretanto, o levantamento revela que o problema não é uma epidemia nacional, mas sim fruto de um crescimento acelerado do número de mortes na Região Nordeste do País.

Das 1.498 mortes registradas a mais em 2012 do que em 2011, 1.105 foram nos nove Estados do Nordeste. Essa região concentra apenas 15% dos 76 milhões de veículos existentes no País, conforme os dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), mas responde atualmente por 28% das mortes registradas em acidentes de transporte. A Região Norte enfrenta situação semelhante. Lá, o crescimento do número de vítimas em acidentes fatais foi de 7,2% de um ano para outro. O grande vilão do quadro são as motocicletas.


Embora concentre a maior parte dos acidentes - naturalmente porque abriga a maior parte da população e da frota de veículos do Brasil - a Região Sudeste obteve uma redução do número de mortes: de 16.466 casos em 2011 para 16.253 em 2012 (1,20%). É a retomada de uma tendência de queda de mortes observada entre os anos de 2005 e 2007, segundo as estatísticas do SUS.

O governo federal não tem nenhum programa em andamento voltado exclusivamente para motociclistas. A principal ação do governo federal no que se refere a motocicletas foi a recente aprovação de uma lei que garante adicional de periculosidade a motoboys, há um mês. A sanção da lei ocorreu com representantes sindicais de motoboys de São Paulo. Como se aumentar o salário dos motoboys fosse diminuir o número de acidentes em que se envolvem.


A Semana Nacional de Trânsito deste ano também não abordará a questão dos motociclistas. 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Queda na venda de motocicletas


O setor de motocicletas fechou o 1º semestre de 2014 com o pior resultado em oito anos, segundo divulgou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

De acordo com a entidade, 717.728 unidades foram emplacadas no período, o que representa queda de 4,08%, comparando às 748.272 unidades do semestre inicial de 2013.

As vendas de motos somaram 103.869 unidades no mês passado, uma queda de 18,03% na comparação com maio e queda de 16,91% ante junho de 2013. A Honda, líder com folga do mercado, respondeu por 80,36% das motos vendidas no semestre, à frente da Yamaha, que ficou com 12,56%.

O resultado dos primeiro semestre acompanha a retração na atividade industrial no Brasil, que registrou contração pelo terceiro mês seguido em junho, com as condições de negócios se deteriorando e a produção tendo a maior queda em 33 meses, de acordo com o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgado esta semana.

As vendas de motocicletas no atacado (vendas das montadoras aos concessionários) divulgado pela Abraciclo, atingiu 80.223 unidades ou uma redução de 36% sobre o mês de maio. No acumulado, as vendas aos concessionários atingiu 716.814 motocicletas no primeiro semestre de 2014, uma redução de 12,4% em relação ao mesmo periodo de 2013, no pior resultado para um semestre, nos últimos 8 anos.

A Harley-Davidson enviou aos revendedores 3.556 unidades nos primeiros 6 meses de 2014, uma redução de 13% sobre o primeiro semestre do ano passado, quando 4.096 motocicletas foram faturadas no atacado.

No acumulado do 2014 os modelos mais vendidos foram as Ultra Limited, com 478 unidades, seguidas da Sportster XL1200X com 410 unidades e a Iron 883 com 372 unidades.


Harley-Davidson Ultra Limited 2014
O desempenho da Ultra Limited Projeto Rushmore é inegável; no primeiro semestre de 2014 vendeu quase o total vendido em todo o ano 2013, quando 480 Ultra Limited foram enviadas aos concessionários Harley-Davidson.


terça-feira, 15 de julho de 2014

Teste: Harley-Davidson CVO Breakout


Harley-Davidson CVO Breakout 2014
Aldo Tizzani - Moto.com.br - Fotos: Doni Castilho

Para comemorar seus 110 anos, a Harley-Davidson resolveu lançar produtos mais sofisticados e modernos – Linha Rushmore – e modelos exclusivos para consumidores especiais. Este é o caso da CVO Breakout. A moto traz o melhor do estilo chopper, só que vestida para uma festa de gala. Fabricada por processos artesanais, a H-D Breakout conta com pintura exclusiva, aplicada pela primeira vez como item de série e motor Twin Cam 110B de 1800cc refrigerado a ar preparado com filtro de ar esportivo. Os freios têm sistema ABS de série, os faróis são em LED, a embreagem é hidráulica, e a CVO Breakout tem ainda piloto automático, rodas de alumínio estilo “turbina” e pneu traseiro de 240 mm. Como toda preciosidade, esta Harley tem preço sugerido a partir de R$ 98.700 e apenas 30 unidades estarão disponíveis ao consumidor brasileiro.

A CVO Breakout pode ser considerada um mix entre a potente V-Rod, de 125 cv, e as tradicionais choppers da família Dyna, com garfos alongados, muita personalidade e feita para encarar longas retas. Além do desempenho, conforto e sofisticação, com este lançamento a Harley-Davidson quis fisgar clientes também pelos olhos. A Breakout chama a atenção por onde passa, seja no posto de gasolina, no semáforo ou no estacionamento de uma cafeteria.

A primeira pergunta é sempre a mesma: onde você customizou a moto? Na própria Harley, respondo. A segunda: “onde comprou estas rodas? São iradas!”. A sigla CVO corresponde a Custom Vehicle Operations, ou seja, são motos customizadas pela própria Harley.

Design radical
Como legado, este modelo apresenta componentes exclusivos que a diferenciam de qualquer outra motocicleta de linha da Harley. A Breakout esbanja cromados, ganhou pintura personalizada e belas rodas de alumínio de 21 raios que parecem turbinas de avião. As rodas forjadas de liga de alumínio saltam aos olhos em função de sua forma agressiva e exclusiva.

No melhor estilo Long & Low (longa e baixa), a CVO Breakout oferece tanque de combustível achatado e para-lamas recortados, tudo para dar um ar mais agressivo. Para completar, grafismos exclusivos, acessórios da linha Slipstream (manoplas e os pedais de freio e câmbio) e filtro de ar esportivo da Screamin' Eagle, que ajuda no desempenho da CVO Breakout.

Outro detalhe que chama a atenção é o funcional painel de instrumentos. Completo, apresenta na parte superior (analógico) números e ponteiro que acompanha o aumento das rotações. Na área inferior (digital) traz velocímetro, marcador de combustível e de marchas; além de rpm, hodômetros – total e parcial – relógio, piloto automático e indicador de reserva. As informações podem ser obtidas por meio do acionamento de um botão no punho esquerdo, com exceção do acionador do piloto automático, que fica no punho direito. Tudo intuitivo e fácil de usar.

Durante o dia as informações do mostrador são apresentadas na cor verde. Durante a pilotagem noturna (ou baixa luminosidade), o display muda para vermelho que, oferece melhor visualização.

Harley-Davidson CVO Breakout 2014
Motor “torcudo”
Evolução natural dos lendários motores V2, o Twin Cam 110 recebeu um kit de desempenho da linha Screamin' Eagle para ganhar alguns centímetros cúbicos e chegar a 1800 cc. De acordo com a marca, esse kit faz com que o motor alcance cerca de 80 cv de potência máxima, número não confirmado pela montadora. Com pintura em cinza chumbo e aletas polidas, o ponto forte deste V2 é o torque, principalmente em baixas rotações. Esta usina de força “enche” de forma gradual e suave. A 2000 rpm a moto está a 90 km/h; a 2.190 rpm, 100 km/h e a 3.000 giros, 140 km/h.

Mas a Breakout tem muito mais fôlego. Sua velocidade de cruzeiro, com certeza, é superior a 140 km/h. São 15,5 kgf.m disponíveis a apenas 3.500 rpm. Resumindo: girar o acelerador com vontade é como levar um soco no estômago, tamanha a força da arrancada. O melhor é relaxar, curtir a paisagem e adotar uma postura mais defensiva, contornando as curvas com mais calma. Nas curvas mais fechadas e maior grau de inclinação da moto, as pedaleiras raspam com muita facilidade no asfalto. Na estrada, o consumo médio gira em torno de 18 km/l. E autonomia de cerca de 340 quilômetros, já que o tanque tem capacidade para quase 19 litros.

O câmbio de seis marchas (com a sexta over-drive) e o motor trabalham bem juntos. São seis velocidades em um sistema rígido e com peças internas robustas, reduzindo a necessidade de manutenção. Por incrível que pareça, esta mudança adotada na CVO Breakout proporciona trocas de marchas mais suave e precisa. Aquela tradicional “barulheira” das trocas de marcha “quase” sumiu. Mas esse barulho é uma característica, dizem os mais puristas.

Ergonomia
Em função do guidão largo e das pedaleiras avançadas, braços e pernas ficam quase que totalmente esticados. Aliado ao assento, em formato de sela e com o couro todo trabalhado em relevo, o piloto vai relaxado, ou melhor, encaixado e pronto para encarar dezenas de quilômetros. Apesar de suas características, a Breakout é uma moto confortável para pilotar na estrada, porém sozinho. O assento para a garupa é pequeno e desconfortável. Para poder contar com uma companhia de viagem, o ideal é que o piloto invista alguns reais em outro assento e também em um sissy-bar.

Ciclística refinada
Com certeza, o conforto do piloto está diretamente ligado aos conjuntos de suspensões e freios. O trem dianteiro tem garfo tradicional e disco simples, com acionamento hidráulico e cáliper de quatro pistões. Na traseira, disco simples, também com acionamento hidráulico e cáliper de dois pistões. Para frear os 330 quilos em ordem de marcha, o sistema de freios, que conta com a ajuda do sistema ABS, dá conta do recado.

Harley-Davidson CVO Breakout 2014
Já as suspensões copiam bem as imperfeições do piso. Claro que, com garupa, a eficiência diminui. Mas não chegou a dar fim de curso. Na dianteira, com maior peso em função da roda aro 21 polegadas, o garfo telescópico (com maior diâmetro e menor curso) aguentou as ondulações e os “degraus” das estradas.  Na traseira, o sistema bichoque posicionado sob a moto também cumpre seu papel.

No “resumo da ópera”, a Harley-Davidson CVO Breakout é uma típica muscle-bike. Motor forte, estável, divertida e segura, mas feita para retas, longas retas das highways norte-americanas. Com detalhes dignos de colecionador – alguns feitos de forma artesanal - a moto é exemplo do que há de mais exclusivo no segmento de duas rodas.

FICHA TÉCNICA
Motor Twin Cam 110B, com dois cilindros em “V” e refrigeração a ar (+ kit Screamin' Eagle)
Capacidade 1800 cm³
Câmbio Seis velocidades
Potência máxima ND (≥ 80 cv)
Torque máximo 15,5 kgf.m a 3.500 rpm
Suspensão dianteira Garfo telescópico
Suspensão traseira Bichoque
Freio dianteiro Disco Simples
Freio traseiro Disco Simples
Pneu dianteiro 130/60-21
Pneu traseiro 240/40-18
Comprimento total 2.445 mm
Entre-eixos 1.710 mm
Altura do assento 655 mm
Altura mínima do solo 105 mm
Peso (em ordem de marcha) 330 kg
Tanque de combustível 18,9 l

Preço R$ 98.700

sábado, 12 de julho de 2014

O Rio de Janeiro continua lindo . . .


Fui passar uma semana em Niterói, visitando meu filho e sua família. No sábado, dia 5, meu neto mais velho completava 7 anos e não poderia deixar de estar lá.
Celebrando os 7 anos do Kiko.
Ia aproveitar a viagem para compartilhar alguns momentos da Copa do Mundo, a primeira que meus netos participaram sabendo o que estava acontecendo.

Com os netos Max (quase 4 anos) e Kiko, na casa do meu filho Marcus.
Na sexta-feira, regressamos para casa. Niterói é uma cidade muito agradável (pelo menos era, agora já nem tanto), onde morei por 21 anos (1974-1995), mas tem um grande defeito: o aeroporto fica no Rio.

Olha,  andar pelo Rio é uma aventura que não recomendo a ninguém. Da última vez que estive lá, em Abril, já tinha tido uma experiência bastante desagradável, conforme narrado aqui.

O centro da cidade é um canteiro de obras que vai demorar muitos meses, ou anos, para acabar. E não tem sinalização! Coitado dos turistas que estiveram - e ainda estão por lá - neste período.

Na saída da ponte Rio-Niterói, há uma placa indicando a direção para o aeroporto Santos Dumont. O caminho é pelo elevado da Perimetral. Só que a perimetral não existe mais. Foi demolida! E não há outra sinalização indicando como se vai para o aeroporto! Uma loucura.

Espero que meu filho não tenha recebido nenhuma multa, pois por um pequeno trecho trafegamos pela Av. Rio Branco, só para descobrir que é exclusiva para táxis e ônibus. Não vimos nenhuma placa dizendo isto.

Bom cheguei a tempo no aeroporto, mas não adiantou muito. A chuva fechou o Santos Dumont, tivemos que ir para o Galeão, perdemos a conexão e só chegamos em casa por volta das 9 da noite. E saímos da casa do meu filho antes da 7 da manhã.

Assim, casa-a-casa foram 14 horas. Viagem de avião. Costumo fazer, de carro, em menos tempo.

Harley-Davidson Touring e CVO 2014 Recall - Mais informações



De acordo com o site da Agencia Nacional para a Segurança nas Rodovias, dos EUA (NHTSA, pela sigla em inglês), a Harley-Davidson está convocando os proprietários de 66,421 motocicletas que podem apresentar problemas nos tubos de fluído do freio dianteiro. A convocação afeta todos os modelos Touring e CVO 2014 equipados com freios ABS, pois há a possibilidade dos tubos do sistema de freios dianteiros serem comprimidos indevidademente entre o tanque de combustível e o quadro da motocicleta.

Os modelos incluídos na convocação são: Electra Glide Ultra Limited, Electra Glide Ultra Classic, Street Glide, Road King, CVO Limited e CVO Road King. Os modelos Police e Shrine também foram afetados, assim como as versões da Electra Glide Ultra Classic e Road King produzidas para mercados fora dos EUA.

De acordo com documentos divulgados pela NHTSA, os tubos de freio dianteiro podem ser comprimidos, aumentando a pressão hidráulica do fluído. Isto pode causar um travamento da roda dianteiro e provocar um acidente.

O problema foi inicialmente descoberto em 11 de Setembro de 2013, quando um tubo esmagado foi encontrado na parte de trás do tanque de conbustível de uma motocicleta policial que estava fazendo revisão. Durante um mês, a Harley-Davidson recebeu 6 chamados de garantia relacionados a esmagamento dos tubos de fluído de freio. Em 14 de Outubro de 2013, a HDMC começou a colocar uma braçadeira plástica nos tubos de freio, durante a montagem das motocicletas em sua fábrica de York, PA, para evitar que os tubos fossem comprimidos. No início de Novembro de 2013, a Motor Company estava convencida de que o problema fora solucionado.

Alguns meses depois, a Harley-Davidson descobriu outro esmagamento nos tubos de freio, durante uma inspeção aleatória, de rotina, em motocicletas montadas na fábrica de York. A compressão havia ocorrido alguns centímetros adiante do ponto que havia sido detectado inicialmente. Assim a HDMC passou a colocar outra abraçadeira plástica na nova localização.

Em 12 de Maio de 2014, a Harley-Davidson já tinha acumulado 39 pedidos de garantia relacionados ao esmagamento de tubos de freios. Quatro destes casos haviam provocado acidentes, com uma pessoa ligeiramente ferida em um deles. No dia 20 de Maio outro acidente ocorreu, com ferimentos leves no piloto. Depois de analisar os casos, a Harley-Davidson decidiu fazer a convocação de todas as motocicletas Touring e CVO com potencial de apresentar o problema.


Segundo os documentos da NHTSA, os concessionários Harley-Davidson farão a inspeção nas motocicletas, substituindo os tubos que estivem afetados e/ou instalando uma ou duas abraçadeiras plásticas, como for necessário. Não haverá custo para os proprietários.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Harley-Davidson Touring e CVO 2014 - Recall de 66.421 motocicletas



A Harley-Davidson vai fazer outro recall de motocicletas 2014.

Cerca de 66.421 modelos Touring e CVO Touring serão chamadas para inspeção por causa dos freios dianteiros, que podem travar sem aviso.

Motocicletas com sistema ABS, construídas entre 1 de Julho de 2013 e 7 de Maio de 2014, estão incluídas.

A Harley-Davidson Motor Company fez o anúncio ontem, nos EUA, dizendo que os tubos que levam o fluído para os freios dianteiros podem ficar amassados entre o tanque de combustível e o quadro. Isto pode causar aumento na pressão do fluído de freio, criando o risco de ter a roda dianteira travada, em marcha.

A HDMC tomou conhecimento de cinco acidentes, dois deles com pequenos ferimentos nos pilotos, relacionados com o defeito, constatado durante os últimos meses por reclamações de garantia.

Não foi informado quantas motocicletas dos modelos afetados, vendidas no Brasil, estão incluídas.

A Harley-Davidson notificará os proprietários, durante este mês. Os concessionários farão a substituição dos tubos de freio dianteiro, sem custo.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Harley-Davidson Street 500 Flat-tracker


Poucos meses se passaram desde que a Harley-Davidson começou a comercializar seu mais novo lançamento – as Street 500 e Street 750 – projetadas especificamento para os mercados em desenvolvimento e aos chamados “pilotos urbanos”.

Apesar do pouco tempo passado, já temos uma Street 500 customizada. A The Speed Merchants, uma empresa da Califórnia especializada na customização de Harleys e Triumph, customizou  uma Street 500 com o tema “flat-tracker”. O dono da empresa, Brandon Holstein, disse que foi uma homenagem à história da Harley-Davidson nas corridas de motocicletas.

Várias partes da motocicleta foram retiradas e substituids ou modificados para aliviar o peso em cerca de 22 kg.
A aparência foi obtida com a construção de um novo para-lama de alumínio e um tanque de combustível posicionado mais elevado.

Na realidade, a única parte que não foi modificada foi o próprio motor Evolution.






Ficou interessante.

domingo, 6 de julho de 2014

Novo Triciclo da Harley-Davidson?

A revista virtual Motorcycle.com publicou fotos obtidas da KGP Spy Photography, do que parece ser uma nova versão de um triciclo Harley-Davidson.

Parece ser um desenvolvimento do triciclo derivado do projeto que a Lehman Trikes criou e que deu origem ao Harley-Davidson Tri Glide, grande sucesso de vendas da Motor Company nos EUA e que já está disponível também no Japão.

O novo modelo, fotografado enquanto fazia testes de rua em Los Angeles, tem um corpo totalmente novo e sem carenagem. A aparencia sugere ser baseado na Fat Boy, mas com certeza é da família Softail.


O bagageiro entre as rodas traseiras sugerem um bom espaço de bagagem, ainda que este triciclo não mostre o Tour Pak característico da família Ultra Glide. O garfo e a roda dianteira parecem ser identicas ao existente na Street Glide e na nova Road Glide, mas o farol parece ser uma criação nova, específica para este modelo. Os instrumentos são instalados sobre o tanque.

Quanto ao nome, recentemente a Harley-Davidson registrou o termo “Freewheeler” especificamente para um novo modelo de três rodas. Isto sugere que este pode ser o nome do novo modelo para a linha 2015, que deverá ser divulgado dentro de poucos meses.

O motor parece ser o High Output Twin Cam 103, de 1.700 cc, mas sem arrefecimento híbrido, como no Tri Glide.


Pelos menos nas fotos obtidas, parece ser um triciclo mais direcionado à pilotagem solo, sem muito atrativo para garupa. Com certeza a Harley-Davidson oferecerá acessórios que permitirão transformar o Freewheeler, se este for realmente o nome, em um veículo confortável para piloto e passageiro.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Explicar, para que?



Habilidade, Técnica, Segurança




Estes policiais do Fairfax County Police Motor Squad fazem uma demonstração de frenagem de emergência e técnicas para evitar acidentes, na Semana de Prevenção de Acidentes de Trânsito, no condado de Fairfax, Estado de Virgínia, USA.

É comum estes eventos de segurança no início de verão, quando o número de motocicletas nas estradas aumentam consideravelmente nos Estados Unidos.