terça-feira, 28 de outubro de 2008

Desacelere

Esta é uma mensagem muito bonita. Quero compartilhar com meus amigos, pois é muito importante. video

sábado, 25 de outubro de 2008

Amigos

Amizade é uma das relações humanas mais importantes e talvez uma das poucas que você tem toda a capacidade de controlar. 

Sim, por que amigo você escolhe e ele (ela) tem que lhe escolher, também. Eu tive (e tenho) a felicidade de ter muitos amigos e amigos de longa data. 

Tenho amigos, com quem mantenho contato constante, cuja amizade originou-se nos tempos da pré-adolescência e que continua até hoje. Estamos falando de amigos de quase 50 anos!

Tenho amigos que já não estão conosco, que já passaram para outra dimensão. Penso muito neles, com muito carinho. Foram grandes amigos, que tiveram um impacto muito grande na minha vida.


Comte. Roberto Ortega Stonis
Um deles foi o Comandante Ortega. Roberto Ortega Stonis, comandante de MD-11 da Varig, que se aposentou com mais de 30.000 horas de vôo, a grande maioria como piloto em comando.

O Ortega era uma pessoa muito especial, que necessitava de pessoas especiais para serem seus amigos. Eu fui um deles. 

Lamentei profundamente quando nos deixou, ainda no início da melhor idade.

Dr.Carlos Roberto Kaulino dos Reis
Outro grande amigo, que sempre está presente nos meus pensamentos, foi o Zeca de Kaulino, apelido carinhoso que nós (minha família toda) lhe demos. 

Dr. Carlos Roberto Kaulino dos Reis, excelente cardiologista, que minha mãe tratava e considerava como filho e eu, como um irmão. 

O Kaulino foi um dos grandes amigos que tive, uma das pessoas mais leais que conhecí. De um coração maior que o corpo, que só queria o bem de todos.

Foi-se, trágicamente, em um acidente automobilístico, que nos deixou muito traumatizados.

Ambos são amigos que continuam a participar de minha vida, pois permanecem vivos nas minhas lembranças e no meu coração.

Tenho certeza que estão juntos, agora, conversando sobre aviões, motocicletas e amigos, temas que os dois tinham muito em comum, entre sí, e comigo.

domingo, 19 de outubro de 2008

As gatas na minha vida


Eu vivo com duas gatas.

Uma se chama Rebeca e a outra Raquel. Na maioria das vezes elas convivem bem e aceitam compartilhar minha vida, sem problemas.

Rebeca
A Rebeca é sofisticada, fina, uma dama. A Raquel é mais "selvagem", do tipo que foi criada pela vida. Conversa fiada, as duas foram criadas por mim, desde uma semana de nascidas.

A Rebeca foi presente da veterinária de cuidava da Betina, uma cadela Irish Setter que tive. Rebeca nasceu em Janeiro de 1997, é uma senhora, pois.

Raquel
A Raquel, bem, como disse acima, veio da vida. Foi achada, abandonada, num parque onde eu costumava caminhar, depois do trabalho. Tinha uma semana de vida, também. Isto foi em Setembro de 2002.

Quem nunca ouviu dizer que os gatos são traiçoeiros, que não se afeiçoam aos donos, que são interesseiros ...? Na verdade, tudo isto não passa de um mito, que começou na época da Inquisição, quando a Igreja Católica promoveu uma caça às bruxas e, junto com elas, seus animais de estimação: os gatos.

Mas já estamos no século 21 e está mais do que na hora de deixar essas crenças de lado. Até porque, assim como os cães, os gatos são extremamentes amorosos e apegados aos donos.

"O gato é um dos animais que mais desenvolvem problemas de saúde pela ausência dos donos. É amigo, fiel escudeiro, companheiro, só que não é submisso."
Estas palavras são da Dra. Luciana Deschamps, médica veterinária e presidente da "Felinos do Brasil".

Segundo ela, os humanos não entendem essa forma independente de amar dos gatos e, por isso, acham que os bichanos não gostam de seus donos.

"É um amor incondicional, mas, se ele não quer estar com você naquele momento, ele sai. E é essa liberdade de amar que muita gente não quer", diz.

Mas se você respeitar o espaço do felino, garanto que ele será um amigão para a vida toda. E melhor, um amigão que não é dependente de você.

A Rebeca e a Raquel são parte integrante da minha vida há muitos anos. E, recentemente, tiveram um papel importante nela, ao atuarem como minhas amigas e companheiras em momentos emocionais difíceis que passei.