quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

FELIZ ANO NOVO!

Desejo a todos os amigos e aqueles que me acompanham, aqui, os melhores votos de que 2010 seja um ano de muita Paz, Saúde, Amor e Alegria.
Que Deus os proteja e abençoe.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Os 10 Melhores Video Clips sobre Motociclismo

Os melhores video clips com músicas ligadas ao motociclismo, de acordo com Mark Poesch, colunista da DC Motorcycle Travel Examiner, dos Estados Unidos. Vale a pena ver todos. O número um, com certeza é Steppenwolf com "Born to be Wild". Confiram, aqui.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Multas indevidas serão devolvidas aos motoristas

Em seu site na internet, o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), do Rio Grande do Sul, oferece um link para que motoristas descubram se foram multados indevidamente na rodovia Caxias do Sul-Vacaria (BR-116) entre 1º de julho de 2000 e 14 de novembro de 2002. Segundo decisão da Justiça Federal, mais de 65 mil autuações irregulares foram aplicadas no período por controladores eletrônicos (pardal) instalados entre o bairro Galópolis, em Caxias, até a divisa com Santa Catarina. A criação do link (Edital Judicial nº 5352471) foi uma determinação da juíza Adriane Battisti, da 1ª Vara Federal de Caxias do Sul. A magistrada entendeu que os pardais que operavam na região estavam irregulares pela falta de convênio com o antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), pela ausência de critérios técnicos na instalação e de sinalização adequada aos condutores. A juíza determinou ainda que o Estado devolva os valores já pagos pelos motoristas com juros de 0,5% ao mês, além de correção monetária. Para receber o dinheiro, os condutores deverão ajuizar ações individuais de cobrança na Justiça Federal. Os valores das multas aplicadas variam entre R$ 127,69 e R$ 574,61. Não há cálculos do total em dinheiro a ser devolvido aos motoristas. O Ministério Público Federal (MPF) do município ingressou com a ação civil pública em 2000.

Usando os pneus do carro corretamente

Vídeo bem interessante, onde um especialista ensina a maneira correta de substituir os pneus do seu carro. video

domingo, 27 de dezembro de 2009

Merchant Navy Hotel - O fim de uma era


Estava fazendo uma busca na internet, referente ao Hyde Park, em Londres e lembrei-me do tempo que morei no Merchant Navy Hotel, enquanto estudava em Londres.

Em 1972, eu servia no Projeto BRA-54 da Marinha do Brasil e da ONU (UNDP e IMO), que construiu o CIAGA - Centro de Instrução Almirante Graça Aranha.

A Marinha selecionou um grupo de Oficiais, que foram enviados ao Reino Unido para fazerem cursos de pós-graduação em áreas específicas. Eu fui o primeiro deles a seguir para a Inglaterra, tendo estudado Técnica de Transporte Marítimo e Administração e Operação de Portos e Terminais Marítimos, no British Transport Dock Staff College, na University of Wales e no Thurrock Technical College.

O Merchant Navy Hotel, que ficava no número 19 da Lancaster Gate, junto ao Hyde Park, era um hotel típico, todo decorado com motivos navais e que servia, principalmente, como hotel de trânsito para os oficiais que passavam por Londres. Naquela época, Londres ainda era um dos maiores portos do mundo e tinha recentemente inaugurado o terminal de containers de Tilbury.

Pois bem, ao pesquisar sobre o hotel, descobrí que foi fechado no final de 2002, quando, pela última vez, a bandeira da Marinha Mercante Britânica foi descerrada, exatamente às 12:00 do dia 22 de Dezembro.

Lembro-me bem do Jervis Bay Room, a enorme sala de estar do hotel, assim chamada em homenagem ao S/S Jervis Bay. Este navio, no início da Segunda Guerra Mundial, foi transformado num navio mercante armado (6 canhões de 152 mm e 2 canhões de 76 mm) e atuou como escolta em comboios de navios, entre Halifax, no Canadá e portos no Reino Unido, através das àguas do Atlântico Norte, infestada de submarinos alemães.

O Jervis Bay foi afundado pelo cruzador alemão Admiral Scheer, em 5 de Novembro de 1940, depois de uma batalha em que conseguiu defender, com sucesso, os 37 navios mercantes que faziam parte do comboio sob sua responsabilidade. 125 tripulantes morreram no naufrágio, inclusive seu comandante, o Capitão de Longo Curso Edward Fergen.

O Merchant Navy Hotel ficava num local muito bem situado, na parte norte do Hyde Park, próximo do famoso Speaker's Corner. Dava para ir à pé em vários pontos interessantes de Londres, inclusive no Piccadily Circus, Soho, toda a parte glamorosa da cidade.

Nos sábados e domingos a calçada norte do Hyde Park se tranformava num museu de artes, a céu aberto. Centenas de artistas plásticos expunham alí suas obras, que eram penduradas nas grades que circundam o parque.

Eu costumava percorrer grande parte da calçada, apreciando as telas e esculturas, passava pelo Speaker's Corner para ver o que falavam, alí, e depois seguia para um dos muitos museus existentes em Londres.

Ainda no Hotel: nas noites de sexta-feira, um senhor bem idoso, que era o pai da gerente do "pub" existente lá, fazia uma espetáculo de gaita de foles escocesa. Ele era um Sargent Major reformado, de um dos Batalhões de Guarda da Rainha, e, com o uniforme de gala do batalhão, tocava o instrumento com muito talento. Eu ficava sentado no "pub", tomando minha Guinness e comendo "fish n' chips" enquanto apreciava aquele espetáculo, no melhor estilo da tradição militar britânica.

É, fiquei muito triste em saber que o hotel fechou e o velho prédio foi derrubado para a construção de um edifício de apartamentos.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Meu Presente de Natal

Meu presente de Natal, este ano, foi entregue com antecedência,  na noite do dia 23 de Dezembro, ontem.

Meu filho me ligou e com um tom de voz muito alegre, perguntou se eu estava tomando meu Jack Daniel's com gelo e água-de-côco. Minha resposta foi negativa: estava terminando um livro, emprestado do meu amigo, Capitão Maccori.

Meu filho então falou que era para eu preparar uma dose e que me chamaria, de novo, dentro de poucos minutos.

Com o Jack Daniel's preparado, sentado no sofá da sala e com o telefone na mão, esperei a ligação. Estava curioso, mas bem tranquilo, pois o tom de voz do Marcus indicava ser uma notícia muito boa.

Bingo! Não deu outra! A notícia é que serei avô de novo. Meu neto Kiko vai ter um irmão ou uma irmã, chegando em meados de 2010.

Imediatamente depois de cumprimentar meu filho e minha querida nora Cláudia, entrei em contato com o Dr. Emmett "Doc" Brown. Para aqueles que não se lembram, o Doc Brown é aquele famoso cientista, retratado fielmente no filme "De Volta ao Futuro".

Tomei de empréstimo sua câmera fotográfica do futuro e conseguí uma foto da minha neta (eu sei que vai ser uma menina!) no dia de Natal de 2012.

Como vocês podem ver, tem todas as características da família Roque.


quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Feliz Natal - Feliz Ano Novo



Que o Natal seja de Paz.
Que o Ano Novo traga Saúde e Prosperidade.
Que sua Caminhada pela Vida deixe um Rastro de Muito Amor.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Segurança na Pilotagem - Mitos e Fatos

Mito número 1: "Evite usar os freios dianteiros, por que você será lançado por sobre o guidão"

Fato: Na realidade, o freio dianteiro é responsável por 60 a 70% da capacidade de frenagem de uma motocicleta. Numa freagem de emergência, o centro de gravidade da motocicleta se desloca para frente, criando um maior valor de aderência do pneu dianteiro, evitando que este pneu trave e perca sua capacidade de frenagem (a não ser que o freio tenha sido aplicado de forma exagerada). Outra consequência desse deslocamento é a redução na aderência do pneu traseiro. Com a ação de frenagem na roda dianteira, o pneu traseiro, mesmo que travado, não moverá a motocicleta lateralmente, permitindo-a que continue em linha reta.

Mito número 2: "Acelere na curva, para recuperar o controle"

Fato: A maneira mais segura de se fazer uma curva é diminuir a velocidade antes de iniciá-la. A aceleração deve ser retomada já no final da curva. Aplicando o acelerador durante a curva, quando a motocicleta está inclinada, pode resultar em perda de tração no pneu traseiro e consequente derrapagem. O mesmo efeito ocorre se o freio traseiro for aplicado excessivamente numa curva.

Mito número 3: " Acelere, se a motocicleta começar a 'balançar'"

Fato: Na realidade, o piloto deve reduzir gentilmente a aceleração, jogar o corpo para frente (para mover o centro de gravidade) e diminuir a velocidade gradualmente. Ainda que a aceleração possa, num primeiro momento, diminuir o "balanço" da motocicleta, quando ocorrer a seguinte oscilação, esta provocará uma instabilidade lateral muito mais pronunciada. Freagem brusca também alterará as características da suspensão e provocará perda de controle da motocicleta.

Atitude
Seus pensamentos e opiniões são guiados por sua capacidade analítica. Desenvolver a atitude correta é tanto fundamental como crucial numa pilotagem segura.

Fonte: Motorcycle Safety Foundation

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Almirante Tamandaré -

Domingo passado, dia 13 de Dezembro, comemorou-se o Dia do Marinheiro. Este dia foi escolhido, por ser a data do nascimento de Joaquim Marques Lisboa, gaúcho de Rio Grande e o maior nome da Marinha brasileira, conhecido como Almirante Tamandaré.


Um amigo me enviou, ontem, cópia do pronunciamento do Capitão-de-Fragata (RM1) Rafael Lopes de Matos, na Câmara Municipal de Pomerode, SC, conhecida como a cidade mais alemã do Brasil.


Num momento em que vemos a total desmoralização dos homens públicos brasileiros, envolvidos numa corrupção institucionalizada onde os maus são a regra e os bons a exceção, compartilho o texto com vocês.

Pronunciamento em 7 de Dezembro de 2009
Câmara Municipal de Pomerode, SC
Tema: A Contribuição da Marinha do Brasil na Sedimentação dos Valores Nacionais.


Exmo. Sr. Vereador Reimund Viebrantz, Presidente desta Câmara Municipal;


Senhores Vereadores, Senhoras e Senhores.


Quero, em primeiro lugar, agradecer ao Presidente desta Câmara Municipal, pela distinção que me concede em ocupar esta Tribuna pela segunda vez neste ano, desta feita para falar da minha Instituição Marinha do Brasil, na abertura das comemorações da “Semana da Marinha”, que se inicia hoje e se estenderá até o próximo dia 13 de dezembro, data do aniversário de nascimento do nosso patrono, Almirante Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, e que se convencionou chamar “Dia do Marinheiro”.

O que pode parecer um tanto incompreensível para o mundo civil, em um tempo marcado não só pela inversão, mas pela subversão de valores, pela ausência e, principalmente, pela indiferença às celebrações cívico-culturais, a reverência aos símbolos nacionais, aos vultos históricos e às datas significativas do calendário das nossas Instituições, constitui, para nós militares, a sublimação das nossas crenças mais elevadas e o estaiamento das nossas sagradas tradições.


O papel da Marinha do Brasil na construção da Pátria brasileira, enquanto Nação soberana no contexto internacional, confunde-se com a própria História Nacional, ao verificarmos a decisiva participação do Poder Naval nos mais graves momentos da vida nacional, como na consolidação do processo político institucional da nossa Independência; na defesa da integralidade do nosso território nas guerras travadas com Estados vizinhos, no sec. XIX; no advento da República; nas duas Grandes Guerras mundiais; na presença efetiva na redentora e vitoriosa Contra-Revolução de março de 1964, até alcançar os nossos dias, nesse limiar do sec. XXI.


Da verdade extraída da assertiva que “a História é a mestra da vida”, pode-se assegurar que felizes os povos cujas Histórias registram a passagem de figuras humanas cuja retidão de caráter, integridade moral e conduta irrepreensível possam servir de inspiração e modelo às gerações que se sucedem.
A História Militar brasileira, e a História Naval em particular, tem o privilégio de registrar em seus anais a existência do Almirante Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, que mereceu de seus pôsteres o tributo de tornar-se Patrono da Marinha do Brasil e de ter sua data de nascimento celebrada como o “Dia do Marinheiro”.


Joaquim Marques Lisboa nasceu em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, em 13 de dezembro de 1807, de família pouco abastada e desde cedo demonstrou seu pendor pela vida no mar, acompanhando seu pai em suas atividades profissionais como Prático do Porto.


Em 1823, aos 16 anos, embarcou como voluntário, na Fragata “Nictheroy”, tendo como “quebra-sal” a participação nas primeiras operações da Esquadra nos combates pela consolidação da Independência, em especial da notável e histórica perseguição à frota portuguesa de 71 navios, da costa da Bahia à desembocadura do Rio Tejo, em Portugal.


Depois de passar pelas duras provas de desempenho em combate, em 1824, ingressou como Aspirante na Academia Imperial dos Guardas-Marinha, interrompendo, no ano seguinte, o curso de formação de Oficiais para participar das lutas pela pacificação da Confederação do Equador e das guerras civis nas Províncias do Maranhão e do Pará. De 1825 a 1828, participou ativamente da Guerra da Cisplatina, onde foi feito prisioneiro das forças argentinas. Durante a prisão, amotinou-se e com a bravura só encontrada nos homens do mar, tomou um navio inimigo e com ele continuou a combater na defesa dos interesses brasileiros.


Entre 1830 e 1836, participou da pacificação da Província de Pernambuco, na revolta da “Setembrada”; lutou contra revoltosos nas Províncias do Ceará, Bahia e contra a “Balaiada”, na Província do Maranhão, em 1839. Em 1848, participou da luta para conter a denominada revolução dos “Praeiros”, em Pernambuco, comandando a vitoriosa Divisão Naval dos Imperiais Marinheiros.


Em sua carreira de Oficial, comandou diversos navios da Armada Imperial, exercendo também, e concomitantemente, vários cargos administrativos e de estado-maior. Foi Comandante da Divisão Naval do Rio de Janeiro – núcleo do hoje Comando-em-Chefe da Esquadra; Inspetor do Arsenal de Marinha e membro efetivo do Conselho Naval do Império. Foi o grande mentor da reorganização e modernização da Marinha, adaptando-a para a navegação com propulsão a vapor.


Foi promovido a Chefe-de-Divisão, em 1852; a Chefe-de-Esquadra, em 1854, e a Vice-Almirante, em 1856, recebendo, em 1860, o título de Barão de Tamandaré. Em 1864, foi nomeado Comandante-em-Chefe das Forças Navais do Rio da Prata e, nessa condição, participou das campanhas contra Aguirre, no Uruguai, demonstrando em combate suas invulgares qualidades de liderança no cerco a Paissandu e no bloqueio a Montevidéu; e no comando da heróica e vitoriosa esquadra aliada na Guerra do Paraguai, cargo que exerceu até dezembro de 1866, quando foi substituído por motivo de doença. Em 1865, em plena guerra, foi elevado à condição de Visconde; em 1867, ao posto de Almirante; em 1887, a Conde, e, por fim, em 1888, a Marquês de Tamandaré.

O Almirante Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, faleceu no Rio de Janeiro, em 20 de março de 1897, aos 90 anos de idade, após dedicar integralmente 67 anos da sua vida à Marinha e ao Brasil.

Seus restos mortais foram transladados tempos depois para o Rio Grande do Sul, onde se encontram sepultados sob a proteção das figueiras seculares do Complexo Naval da cidade do Rio Grande, sua terra natal.
Em uma carreira militar-naval, vivida dos 15 aos 82 anos, Joaquim Marques Lisboa não foi imortalizado apenas por seus feitos navais. Foi, também, pela sua firmeza de caráter; pelo devotamento absoluto à profissão; pela probidade em seus atos públicos e particulares; e pela franqueza de suas opiniões que o destacaram em nossa História.

Reconhecido e homenageado ainda em vida, quando assediado para ingressar na vida política, por seu carisma e brilhantismo, seu conceito de dedicação contínua à Pátria não o permitiu confundir-se com os jogos de poder de sua época, respondendo aos seus interlocutores, com a humildade que caracteriza os grandes Chefes: “Sou marinheiro e outra coisa não quero ser”.

Valorizando-se o homem por aquilo que faz e por aquilo que pensa, transcrevemos o conceito de honra externado por Tamandaré em suas memórias:
“Honra é a força que nos impele a prestigiar nossa personalidade. É o sentimento avançado do nosso patrimônio moral, um misto de brio e valor. Ela exige a posse da perfeita compreensão do que é justo, nobre e respeitável, para elevação da nossa dignidade; a bravura para desafrontar perigos de toda ordem, na defesa da verdade, do direito e da justiça.
Este sentimento está acima da vida e de tudo quanto existe no mundo, porque a vida se acaba na sepultura e os bens são transitórios, enquanto que a honra a tudo sobrevive”.

Por seus méritos, e tão-somente por eles, o Almirante Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, foi escolhido Patrono da Marinha do Brasil, como exemplo e guia de todas as gerações de marinheiros, tanto do passado, quanto do presente, cuja alvura dos uniformes a simbolizar e a refletir o caráter de quem os enverga, sinaliza que sua honra está imortalizada e sobrevive, por tudo o que representa.

A participação pessoal de Tamandaré em quase todos os eventos de conformação do nosso País, enquanto Nação soberana, teve influência direta e inquestionável no curso da História Nacional. Seus feitos na crueza da guerra, o espírito marinheiro inquebrantável, o conceito de honra e sua envergadura moral incomparável, obtiveram o reconhecimento dos brasileiros e o alçaram ao pedestal de herói da Pátria.

Nesta data, quando são iniciadas as comemorações da “Semana da Marinha”, e, mais especialmente no próximo dia 13 de dezembro, “Dia do Marinheiro”, data em que a Marinha de hoje reverencia a Marinha de sempre, cada um de nós, militares da Marinha do Brasil, deve carregar dentro de si o máximo orgulho de bem servir ao nosso País, buscando situar-se à altura do legado daqueles que, desde a Guerra da Independência, vêm construindo a Instituição que logramos herdar e à qual temos o máximo orgulho de pertencer.

Por oportuno, nunca será demais lembrar àqueles que não sabem, quer por justificado desconhecimento ou por desprezível ironia, que para nós, uma vez na Marinha, marinheiros sempre seremos, na justeza das nossas obrigações, deveres e prerrogativas.

Na Ativa, na Reserva, reformados ou mortos, somos por todo o sempre militares da Marinha do Brasil.



Assim tem sido. Assim será.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A Nova HD Point

A nova sede da HD Point Motocicletas foi inaugurada, sábado dia 12, em grande estilo.

Os proprietários Adilson Altrão e Ivens Branco, com toda a equipe, recepcionaram harleyros e amigos no novo endereço: Rua Pernambuco 18, Bairro dos Estados, Balneário Camboriú, SC. O endereço fica na esquina da Av. do Estado, entrada principal da cidade.

Ao som de um puro Rock & Roll, excelente churrasco e chope artesanal da Schornstein (de Pomerode), a nova HD Point foi apresentada ao mercado.

As novas instalações oferecem uma oficina bem espaçosa, lavação, área de vendas de acessórios e peças (futuramente vendas de motocicletas novas e usadas, me disseram), um bar temático, além de uma área de recreação, no mezzanino, equipada com uma mesa de bilhar profissional, com conexão de internet sem fio.

Algumas fotos:

Área de Vendas de Peças e Acessórios, com o bar ao fundo e o mezzanino.


Detalhe do Bar Temático



Vista da área de Peças & Acessórios


Oficina


Oficina, com a lavação à direita.


Área de Entretenimento, no mezzanino.


Vista da fachada do prédio, no dia da inauguração.



Fotos da inauguração estão disponíveis no site da HD Point.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

NATAL, CONSUMISMO, POLÍTICA E O MEIO AMBIENTE

Outro dia eu estava conversando com meu filho sobre o Natal.
Eu  não gosto do Natal. Não sei por que. Simplesmente não gosto.

Acho o Natal, hoje, muito diferente do que era no meu tempo de criança ou adolescente. E deixei de gostar.

Peraí, não precisa chamar o SAMU e internar-me num hospício. Pelo o que eu pesquisei, milhões de pessoas no mundo ocidental, também não gostam do Natal.
Recebí, hoje, uma mensagem de um amigo, encaminhando a opinião de outra pessoa, que não conheço, mas que pensa muito parecido comigo. Compartilho com vocês.


A conhecida frase “me engana que eu gosto”, se tivesse atingido seu objetivo, na essência da inspiração com que foi criada, poderia, talvez, ter contribuído pra questão do meio ambiente.


Poderia, também, ter evoluído pra alguma coisa parecida com “eu me engano e gosto”


Nós, brasileiros, classe média, espectadores da destruição do planeta, vivemos contemplando os fatos, as notícias, os acontecimentos.


Sabemos tudo sobre o assunto, estamos sempre atualizados.. Um navio que derramou petróleo em tal lugar, um incêndio noutro, desmatamento, poluição.


Quando nos juntamos, então, seja em qualquer lugar, comentamos, “horrorizados”, o absurdo de tudo isto.


Mas, dificilmente, você vai ouvir, nestes encontros, alguém perguntar o que podemos e devemos fazer pra ajudar. Sabem por quê? Porque “nos enganamos” e acostumamos com isto.


“Me engana que eu gosto” é uma maneira banal e disfarçada de admitirmos que não temos capacidade de reverter uma situação, para a qual contribuímos, e que nos afeta diretamente.

Quando gastamos água em demasia, quando jogamos óleo de fritura no ralo da pia, sacolas plásticas no lixo ou simplesmente “CONSUMIMOS” sem parar, não aceitamos que isto contribui pra destruir o meio ambiente. Somos hipócritas.

Alguns dizem “é questão de educação” referindo-se sempre aos “outros”.


É mais ou menos, como o político corrupto, eleito com muitos votos, porém, “Ninguém votou nele”, ou seja; ninguém admite que votou nele. Mas ele está lá, eleito, soberbo, e corrupto.


Experimente discutir a questão do meio ambiente numa roda de amigos. Experimente discutir a questão do lixo em casa com sua esposa ou na empresa onde trabalha. Experimente discutir a questão do consumo exagerado e preste atenção no que ouvirá como resposta.


Ninguém se sente “forte” suficiente pra influenciar alguém nesta questão. Bem, eu quero tentar!


O Natal está chegando, dizem, os “estudiosos do assunto”, que 25 bilhões de reais serão gastos com presentes que ninguém vai utilizar. Roupas, adornos, brinquedos, enfeites, etc., que serão largados no fundo de algum armário por muitos e muitos anos.

Os economistas ficarão eufóricos, o comércio muito mais. Os índices de crescimento serão demonstrados, analisados e comparados com outros índices.


Milhões de sacolas e embalagens plásticas sofisticadas serão largadas no lixo ou nos ribeirões. Milhões e milhões de reais serão gastos inutilmente. E a justificativa será o Natal. É isto o Natal?


Para mim o Natal é a festa da família com Jesus. Reunimo-nos, oramos e agradecemos a Deus por tudo que nos deu.


Não vou comprar presentes. Vou substituí-los por abraços, beijos e muita alegria.

Vou ceiar com minha família e pedir a Deus que olhe por ela e por todos meus amigos.
Feliz Natal a todos.

Texto de Roberto Nunes

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Falência Motivacional

O presidente mundial da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, o homem que tirou a Nissan da falência e é considerado o Henry Ford do século 21 diz o seguinte: "A única coisa que faz a diferença é a motivação.. Se você perder a motivação, aos poucos você perde tudo".

O próprio pensamento de Henry Ford nos traz à tona a importância do caminho que escolhemos com foco em motivação e atitude quando disse: "Se você pensa que pode ou pensa que não pode, de qualquer forma você estará certo".

Uma empresa nunca quebra hoje. Quebra cinco anos antes.
Não é falência financeira, é falência motivacional.

Vivemos num mundo onde o futuro não é uma repetição do passado.

Lamentavelmente, algumas pessoas ainda continuam com a cabeça no século 19 apesar do corpo estar no século 21. As certezas de hoje se tornarão os absurdos de amanhã.

Os motivados enxergam oportunidades nas dificuldades... Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades!
Os positivos fazem... Os negativos reclamam.

Motivação não é cesta básica, não é festa de final de ano... Motivação é coisa séria, é ciência e quanto mais competitividade, quanto mais feroz uma economia, mais ousadas serão as ações de marketing e mais importância ganha a motivação humana.

Desde que o mundo é mundo passamos por duas situações, ou seja o bem e o mal. A escolha entre ser otimista ou pessimista é de cada ser humano e construirá toda uma estrada em que ele irá trilhar.

82% das maiores empresas do mundo vieram do "absolutamente nada", vieram da garra de seus fundadores, do compromisso destas equipes de trabalho que acreditaram no seu talento, no seu modelo de ação e construíram a sua grande diferença em relação aos outros no mercado.
Apenas 18% foram heranças de uma geração para outra.

Lembrem-se da história do burro que movimenta o carro, enquanto seu dono fica balançando uma cenoura à frente do seu nariz. O dono do burro pode estar indo aonde deseja ir, mas o burro está correndo atrás de uma ilusão. Amanhã só haverá outra cenoura para o burro.

O que faz a diferença entre ricos e pobres, no mundo, é a maneira de se pensar e o plano de ação após idéias que podem ser maravilhosas desde que colocadas em prática... Caso contrário elas irão se juntar no cemitério de milhões de idéias que "iriam" revolucionar o mundo. Iriam, porque não saíram do papel ou siquer do pensamento.

A questão é:
O que você está fazendo com suas idéias?

O que faz com os seus pensamentos?

Como anda o planejamento de sua vida e de seu trabalho?

Lembrem-se: A vida é curta e a estrada é longa . . .