sexta-feira, 28 de abril de 2017

Harley-Davidson: cuidados com o sistema elétrico das motocicletas


Para quem pretende aproveitar o feriado de 1º de maio, aqui vão algumas recomendações especiais da Harley-Davidson com relação aos sinais que as motocicletas podem apresentar quando há algo fora do comum com a bateria

O sistema elétrico das motocicletas Harley-Davidson é um quesito importante para o funcionamento do motor, e muitas vezes não recebe a atenção necessária, podendo causar transtornos na hora de pegar estrada, principalmente quando a intenção é viajar em períodos mais longos. Por conta disso, a Harley-Davidson do Brasil dá algumas recomendações importantes para que sejam tomados os cuidados básicos com o uso da bateria, e que interferem no correto funcionamento do sistema elétrico das motocicletas.

A bateria de uma motocicleta Harley-Davidson tem a função principal de sustentar o acionamento do sistema de partida, ou seja, o motor de partida. Portanto, ela não é a principal fornecedora de energia para o sistema eletro-eletrônico das motos, e sim o alternador que é responsável por alimentar não apenas a própria bateria, mas os outros itens que demandam eletricidade na motocicleta. Porém, quando a moto estiver com o motor desligado, é a bateria que supre a demanda de energia.

Ainda assim, muitos modelos contam com diversos componentes eletro-eletrônicos de navegação, segurança e entretenimento que podem utilizar a carga de energia acumulada na bateria das motocicletas, como o sistema de som que equipa as motocicletas da família Touring e os dois modelos CVO™, além da tela touchscreen com navegador GPS integrado.

Quanto maior a quantidade de componentes eletro-eletrônicos instalados na motocicleta, maior é a demanda de carga necessária a ser suprida pelo sistema. Essa condição se intensifica quando a moto possui muitos acessórios instalados e, para isso, é fundamental que seja realizado um teste de “consumo total de corrente” e um teste de “saída total de corrente”, de modo a obter o correto balanceamento entre a demanda de carga e a disponibilidade por parte do sistema. Por conta disso, é preciso ter atenção redobrada para evitar sustos e surpresas indesejadas durante o percurso nas estradas.

A H-D oferece cinco dicas fundamentais referentes aos cuidados com a motocicleta e adoção de hábitos no dia a dia que garantem uma vida útil mais longa da bateria de seus modelos, e o correto funcionamento do sistema eletro-eletrônico.

1. Desligar corretamente a motocicleta
Muitas vezes, os modelos Harley-Davidson não são desligados corretamente, seguindo um processo que garante o consumo mínimo de energia da bateria. Por isso, é importante prestar atenção se o interruptor de ignição e o interruptor de parada do motor (se a motocicleta contar com ambos) estão na função “desativado”, pois cada um deles alimenta uma série de componentes diferentes de uma motocicleta e quando não desligados da forma correta, o piloto pode ter dificuldades ao ligar a moto, não conseguindo sequer dar a partida.

2. Evitar longos períodos de inatividade
Seja qual for o motivo, pode acontecer da motocicleta ter que ficar um período maior que o comum em inatividade. E, ainda assim, a bateria conectada terá sua carga consumida por itens como o módulo, sistema de infotainment e sistema de segurança, por exemplo. A Harley-Davidson recomenda que as motocicletas sejam ligadas ocasionalmente, para garantir que todos os sistemas funcionem corretamente. Uma bateria está com 100% da sua carga quando a tensão medida está em 12,7 V. Ao cair para 12,5 V, podemos considerar que ela opera com apenas 50% da energia estocada, ou seja, motocicletas que permanecem paradas por um grande tempo têm grande risco de ter reduzida a vida útil da bateria. Caso seja necessário que a motocicleta fique longos períodos em inatividade, é recomendado que os cabos ou terminais da bateria sejam desconectados do sistema, a fim de garantir que sua carga não acabe.
  
3. Ouvir música com a motocicleta desligada
Possuir uma Harley-Davidson com sistema de som é com certeza um diferencial desejado por muitos clientes, afinal, uma boa trilha sonora pode fazer toda a diferença durante uma viagem. Quem possui um modelo da família Touring ou CVO™ que vem de fábrica com o rádio Boom!™ Box 6.5GT, que possui 75 watts por canal, ou então instalou o acessório original Harley-Davidson em alguma motocicleta de outra família, com certeza tem um sistema de áudio de dar inveja a muitas casas de shows. Só que utilizar as caixas de som enquanto a motocicleta está desligada e o alternador não está carregando, a bateria pode fazer com que a dor de cabeça comece antes mesmo da viagem.

4. Dias frios
Em dias em que a temperatura está abaixo do comum, a necessidade de ter uma bateria com boa carga também é maior. Isso acontece pois o óleo do motor tende a ficar mais denso em baixas temperaturas e circulará com mais dificuldade pelo motor, principalmente quando ele estiver frio. Com isso, o tempo de ignição pode ser maior, o que demandará uma carga de energia elétrica mais alta pela bateria.

5. Problemas na partida
Se a motocicleta costuma apresentar constantemente problemas durante a partida do motor, a Harley-Davidson do Brasil recomenda a ida à concessionária autorizada mais próxima para uma verificação e diagnóstico. A bateria é um componente essencial da partida e pode ser determinante para a moto ligar.
  
DADOS TÉCNICOS - BATERIAS
Advanced Glass Mat Battery
Todas as motocicletas Harley-Davidson utilizam baterias do tipo AGM (Fibra de Vidro Absorvente). Esse tipo de bateria possui separadores de microfibra de vidro altamente porosos e com baixa resistência elétrica mantido entre as placas, de forma a garantir que o eletrólito por ele absorvido esteja em contato com a superfície das placas.

A Harley-Davidson enfatiza que a inatividade de uma motocicleta por longos períodos não caracterizada como uma condição para acionamento de garantia em caso de problemas com a bateria. A Harley-Davidson utiliza como referência um valor mínimo de 3 mil km/ano para assegurar que a moto não permaneceu inativa.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

O Brasil que não quero para meus netos



José foi assaltado. Levaram o carro dele. Ao chegar em casa de táxi, ele imediatamente assumiu a culpa pelo roubo: "eu dei bobeira, não deveria ter parado naquele semáforo".

Maria foi estuprada, e quase morreu. Ao prestar depoimento, ela deixou bem clara sua responsabilidade pelo episódio: "eu vacilei, não deveria ter ido comprar pão sozinha".

Um ladrão arrancou o telefone celular das mãos de João enquanto ele atendia uma ligação. Ele - o João, e não o ladrão - assumiu total culpa pelo crime: "eu não sei onde estava com a cabeça quando fui atender uma ligação no meio da rua".

Maria foi morta durante um assalto. Ela gritou e acabou levando um tiro. Por ocasião de seu enterro, Maria foi condenada por todos os presentes: "que estupidez dela ter gritado, todo mundo sabe que durante um assalto o melhor é ficar em silêncio".

Mário, um dedicado Policial Militar, foi morto a tiros por traficantes do morro no qual morava. Seus familiares, entrevistados por um jornalista, o recriminaram duramente: "ele sempre foi cabeça-dura, nunca quis esconder a farda quando voltava para casa".

No mesmo morro Paulo, um líder comunitário, foi esfaqueado até a morte pelos mesmos traficantes. Seus amigos o criticaram ferozmente: "que falta de juízo, procurar a Polícia para denunciar que o crime estava dominando o morro".

Marcos teve sua loja assaltada, e quase levou um tiro. Seus empregados reclamaram dele: "que estupidez, deixar aquele monte de mercadoria exposta na vitrina". Marcos passou a deixar tudo trancado em um cofre. Mas a loja foi assaltada de novo e um de seus funcionários, após quase levar um tiro por ter demorado a abrir o cofre, agrediu-o violentamente: "seu miserável, fica trancando tudo, mais preocupado com as mercadorias do que com a gente, e quase levamos um tiro por sua causa".


Carlos estava jantando com sua namorada em um movimentado restaurante quando uma quadrilha armada saqueou todos os clientes. Seu futuro sogro não gostou: "este rapaz é um irresponsável, ele sabe muito bem que não estamos em época de ficar bestando por aí, jantando fora, e acabou passando por um assalto e traumatizando minha filha".

Joel entrou em um subúrbio com o caminhão da empresa para entregar pacotes de biscoito nos bares de lá. Após ter tido os produtos e o caminhão roubados, e quase ter sido morto, foi despedido por seu chefe: "que sujeito burro, ir com o caminhão lá naquele bairro sem pedir licença para o líder do tráfico local".

Patrícia viajou a negócios. Desembarcou no aeroporto com seu "notebook" e tomou um táxi. Não conseguiu andar dois quarteirões -- foi assaltada em um semáforo. Na empresa, foi imediatamente repreendida: "você não poderia ter desembarcado sem antes esconder o "notebook", deste jeito você pediu para ser assaltada".

E é assim, de exemplo em exemplo, todos já fazendo parte do nosso cotidiano, que vamos chegando a uma verdadeira "rotina do absurdo". 

Aqui no Brasil é tão normal um cidadão ter medo de andar pelas ruas, é tão comum um policial ter que esconder sua profissão para não morrer, é tão usual pessoas terem que pedir permissão a traficantes para subir em morros e é tão rotineiro abrir-se mão da cidadania mais básica que já não causam surpresas as vítimas estarem se transformando em culpadas pelos crimes.


Diante desta tenebrosa realidade, patrocinada pela fraqueza e falta de firmeza (e cumplicidade) das autoridades, talvez já não nos cause surpresa ver um rabo abanando um cachorro...

De fato esse processo de emasculação do brasileiro está tão avançado que as pessoas passam a se achar culpadas e não vítimas. A sociedade é dirigida por vampiros e o povo está sendo treinado para doar sangue.

Cabe a nós fazer o contraponto e reverter esse processo maligno. Se ainda ter tempo.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Gasolina: menor preço em 16 meses


O preço médio da gasolina vendida nos postos do Brasil caiu na semana passada para seu menor nível em um ano e quatro meses, enquanto o etanol e o diesel também recuaram, apontaram dados publicados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta segunda-feira.

O preço médio nacional foi reduzido na semana encerrada em 22 de abril ante a semana anterior, para 3,629 reais por litro. É o menor patamar desde a semana encerrada em 19 de dezembro de 2015, quando o combustível fóssil foi vendido a 3,628 reais por litro.

A queda nos preços dos combustíveis ocorre em meio a uma redução no consumo, em decorrência da crise econômica, e também por conta de uma nova política da Petrobras, de reajustes mais frequentes, que resultaram uma queda acumulada das cotações nas refinarias nos últimos meses.

Já o etanol hidratado, concorrente da gasolina nas bombas, no mesmo período, caiu 0,9% na semana passada, para 2,629 reais por litro, segundo a ANP. O preço do diesel na bomba, por sua vez, caiu 0,1% para 3,015 reais por litro.

Em um momento de queda nos preços nas bombas, a Petrobras decidiu na última quinta-feira aumentar o valor do diesel nas refinarias em 4,3% e o da gasolina em 2,2%, em média, a partir da sexta-feira passada.

Segundo a Petrobras, a decisão foi devido principalmente a elevação dos preços dos derivados nos mercados internacionais, além de ajustes na competitividade da empresa no mercado interno.

O reajuste mais frequente dos preços dos combustíveis pela Petrobras foi adotado desde que a empresa anunciou em outubro de 2016 sua nova política de preços, que prevê que os valores permaneçam com uma margem positiva em relação à paridade internacional. A revisão de preços acontece pelo menos uma vez a cada 30 dias.

Desde que a nova política foi posta em prática, a Petrobras elevou os valores da gasolina em duas oportunidades, manteve os preços em outras duas e reduziu as cotações em quatro vezes.

Fonte: Reuters

domingo, 23 de abril de 2017

Royal Enfield apresenta as motocicletas para o Brasil


Royal Enfield apresentou no dia 20/4 as três motocicletas que venderá no Brasil, marcando o início das atividades de sua subsidiária brasileira. 

As motocicletas de visual clássico e de média cilindrada são importadas da Índia e os primeiros modelos serão a Bullet 500, Classic 500 e Continental GT.

Depois de terminar a parceria com um importador local, a montadora começa nova fase com operação própria.

Bullet 500 

Esse modelo, cuja fabricação foi iniciada em 1931, tem um motor de um cilindro com 499 cc, injeção eletrônica e 27,2 HP. As rodas são de 19 polegadas na dianteira e 18 polegadas na traseira. 
Seu peso total é de 194 kg e tem um tanque de 13,5 litros, câmbio de 5 marchas e partida elétrica e no pedal.
Preço sugerido: R$18.900.

2017 Royal Enfield Bullet 500

Classic 500

A Royal Enfield Classic 500 tem assento apenas para o piloto e as mesmas características da Bullet. 
Os preços variam: 
Regular - R$ 19.900
Regular ABS - R$ 20.900
Desert Storm, Squadron Blue e Battle Green - R$ 21.000
Desert Storm, Squadron Blue e Battle Green ABS - R$ 22.000

2017 Royal Enfield Classic 500

Continetal GT

A Continetal GT é a mais moderna da linha mas mantendo o visual clássico, no estilo "café-racer". 
O motor tem 535 cc e 29,1 HP com injeção eletrônica. As rodas são de 18 polegadas em ambos os eixos, com peso de 184 kg e tanque de 13,5 litros.

O preço sugerido é R$ 23.000 com freio normal e R$ 24.500 com freio ABS.

2017 Royal Enfield Continental GT
Inicialmente a Royal Enfield operará com uma única concessionária, em São Paulo.

Leia mais sobre a Royal Enfield aqui e aqui.

sábado, 22 de abril de 2017

Senado aprova Documento de Identificação Nacional

Identidades usadas hoje no país serão unificadas e substituirão RG, CPF e título de eleitor
O Senado aprovou dia 11 de abril o projeto que cria a Identificação Civil Nacional. 

O sistema prevê biometria e deve reunir em uma só base de dados todos os outros registros, como RG, carteira de habilitação e título de eleitor.

Já avalizado pela Câmara em fevereiro, o projeto segue para sanção do presidente Michel Temer.

O texto estabelece que caberá ao Tribunal Superior Eleitoral, que já tem um cadastro biométrico de eleitores, gerir e atualizar essa base de dados. Segundo o projeto, o tribunal deverá garantir acesso às informações aos governos municipais, estaduais e federal.

Ficará a cargo da Casa da Moeda a impressão do DIN (Documento de Identificação Nacional), também criado pela proposta.


O CPF será o principal número de identificação, não havendo uma nova numeração do RG (Registro Geral). A primeira impressão será gratuita, conforme o texto aprovado.

Válida em todo o território nacional, a ideia é que a DIN substitua, inclusive, o título de eleitor.

A proposta prevê ainda pena de prisão de dois a quatro anos, além de multa, para quem comercializar, total ou parcialmente, a base de dados.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

O corredor de icebergs está congestionado


Um iceberg no estilo de uma torre provoca engarrafamento de trânsito numa pequena cidade da costa leste do Canadá, quando turistas se aglomeram para assistir a passagens das massas de gelo ao longo do litoral de Newfoundland.

O iceberg, que faz a pequena cidade de Ferryland parecer ainda menor, tem a parte acima da água estimada em 46 metros, o equivalente a um edifício de 15 andares. Segundo o prefeito da cidade, é o maior já visto nas últimas décadas.

Os icebergs, nas suas cores puxadas para o azul claro, é uma atração turística desta parte do Canadá, um evento que ocorre todos os anos na primavera. As fotos tiradas pelos turistas, que fazem fila nas estreitas estradas que dão acesso ao local, já estão presentes nas redes sociais. O volume destas massas de gelo que passam pela região, criaram a expressão “corredor de gelo” para determinar o local.


Num dia de atmosfera clara, podem ser vistos até 5 ou 6 grandes icebergs no litoral. Normalmente eles passam pelo local, em direção ao Atlântico Norte. Mas este iceberg, em especial, parece estar encalhado e possivelmente permanecerá no local por muitos dias, ainda.

O iceberg está nesta posição desde o dia 16 de abril.
Os icebergs são um perigo para a navegação marítima na região. Os navios tem que fazer grandes desvios, às vezes, para passar longe destes mamutes flutuantes.

Avião da Guarda Costeira dos EUA, em patrulha no Atlântico Norte.
Cerca de 616 icebergs já passaram pelas rotas de navegação, este ano, um acréscimo comparado aos 687 icebergs que passaram em todo o ano de 2016.

Paraná vai revitalizar rodovias estaduais


Cada um dos 10,2 mil quilômetros de rodovias estaduais deve passar por recapeamento em um programa que vai consumir R$ 2,3 bilhões.

As obras devem durar três anos, com destinação de R$ 750 milhões ainda em 2017. 

A primeira fase das restaurações foi dividida em 33 lotes, com maior parte das licitações a ser realizada ainda em abril. 

A recuperação do asfalto será mais profunda em 4,2 mil quilômetros, que receberão o sistema chamado CREMEP - Conservação e Recuperação Descontínua com Melhoria do Estado do Pavimento, que consiste na retirada da camada danificada e aplicação de uma nova. 

Os demais 6 mil quilômetros passarão por um recapeamento chamado COP – Conservação de pavimento.


Segundo a Secretaria Estadual da Infraestrutura e Logística, desde 2012 – quando foram aplicados R$ 660 milhões em recuperação de rodovias –, não se aplicava tanto dinheiro nesse tipo de obra. Mas o pacote anunciado agora seria ainda mais representativo analisando o conjunto de investimento que serão feitos no setor rodoviário, com a promessa de recuperação de toda a malha rodoviária estadual.

Investir em obras é uma das exigências como contrapartida para a venda de ações excedentes de empresas como Sanepar e Copel.


De acordo com o secretário estadual de Fazenda, Mauro Ricardo Costa, a destinação de tamanho volume de recursos foi possível em função dos ajustes de contas feitos nos últimos anos. Também entraram na conta as já realizadas alienações de ações da Sanepar e as venda de ativos da Copel, previstas para um futuro próximo – ambas negociações autorizadas pela Assembleia Legislativa.

O secretário também destaca que, além dos recursos próprios, estão previstos investimentos em obras que dependem de financiamento. São R$ 1,7 bilhão com dinheiro do Banco do Brasil e do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Harleyros Floripa convidam para evento no Costão do Santinho


O evento contará ainda com a banda T-Ale, de São Paulo.

Reservas: http://www.costao.com.br/pacotes/harleyros-floripa

Harley-Davidson: Resultado do 1º Trimestre de 2017



A Harley-Davidson,Inc., apresentou ao mercado o resultado do primeiro trimestre de 2017 com uma queda de 14,2% nas vendas, que culminaram em US$1,5 bilhão comparados com US$1,75 bilhão do mesmo período de 2016.

O lucro operacional foi de US$186,4 milhões, contra US$250,5 milhões no ano passado.
As vendas totais da Motor Company diminuíram 4,2% quando comparadas com o primeiro trimestre de 2016. 

Entretanto a H-D conseguiu manter sua liderança no mercado norte-americano, com 51,3% de participação nas vendas de motocicletas acima de 600 cilindradas.

A vendas internacionais da Harley-Davidson tiveram uma queda de 1,8% no trimestre, apesar de um crescimento na América Latina. 


No Brasil as vendas no atacado (para as concessionárias) cresceram 29%: 1146 motocicletas vendidas nos primeiros 3 meses de 2017 contra 888 no mesmo período de 2016. 

O novo motor Milwaukee-Eight teve uma grande contribuição neste crescimento. 
Foram vendidas 174 motocicletas Ultra Limited (115) e Street Glide (59) em 2017, contra 83 Ultra Limited (57) e Street Glide (26) nos mesmos meses do ano passado. Um expressivo aumento de 109,6% nas vendas destes dois modelos Touring.

2017 Harley-Davidson Ultra Limited
2017 Harley-Davidson Street Glide


O presidente da companhia, Matt Levatich, declarou que “o primeiro trimestre teve suas vendas alinhadas com a projeção da empresa e continuamos confiantes de que o planejamento anual será alcançado, apesar da queda no mercado internacional.”

O planejamento estratégico da Motor Company para os próximos dez anos, segundo Levatich, tem cinco objetivos:
  • Criar dois milhões de novos harleyros nos EUA;
  • Crescer 50% no volume anual de vendas internacionais;
  • Lançar 100 novas motocicletas de alto-impacto no mercado;
  • Alcançar um resultado marcante para o capital investido na Harley-Davidson Motor Company;
  • Crescer os negócios sem aumentar o impacto deste crescimento no meio-ambiente.
Vamos continuar acompanhando o resultado da HDMC durante o ano.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Um escaner moderno para usar nas motocicletas Harley-Davidson

Motorscan OBD
Ao contrário da indústria automobilística, onde há um conector padrão para o OBD (on-board diagnosis)   o famoso computador de bordo que os veículos modernos dispõe para o diagnóstico de problemas  os fabricantes de motocicletas não adotam um conector padronizado.

Entretanto, para os modelos mais recentes de motocicletas Harley-Davidson já há como o usuário detectar os problemas e verificar os parâmetros, usando um dispositivo e um aplicativo no telefone celular.

Como o próprio nome sugere, o Motorscan é um dispositivo que é conectado à sua Harley e atua como se fosse um escâner semelhante ao usado nas concessionárias da marca. Ele é conectado ao seu smartphone via Bluetooth e usando um aplicativo, permite a leitura e identificação de códigos de falha, verificação dos parâmetros e mais.

Segundo o divulgado por seu fabricante, a Smart Vehicle Diagnostics LLC, o objetivo foi produzir um dispositivo menor, tão pequeno que possa ser introduzido no conector OBD da motocicleta. 

Em uma parceria desenvolvida com a EOS SRL foi possível desenvolver programas compatíveis com a maioria das motocicletas Harley-Davidson produzidas nos últimos anos. O sistema e o desenho do dispositivo já tem sua patente solicitada.

Conector OBD das Harley-Davidson mais modernas
O Motorscan tem duas versões. A primeira vem com um adaptador de 4 pinos, para ser usada com as Harleys mais antigas que usam o Data Link Connector (DLC) e o DelphiECU.

A outra versão vem com um adptador de 6 pinos para as H-D mais modernas que usam os conectores CAN-Bus.

Tudo o que se precisa é comprar o dispositivo com o conector correto para sua Harley-Davidson e baixar o aplicativo (disponível para iOS e Android). Aí é só ligar o dispositivo no soquete, conectar seu telefone via Bluetooth e iniciar a leitura.

Veja o vídeo preparado pelo fabricante:

video


Os códigos de falha podem ser salvos e compartilhados com o seu mecânico (inclusive por email), para interpretação e resolução do erro. O preço do dispositivo é um pouco salgado: USS$299,00 nos EUA.

Projeto Tracksource: versão 17.04 do Mapa Brasil disponível


Estão disponíveis os mapas para GPS versão 17.04 do Projeto TrackSource, 
referentes ao mês de abril de 2017

Download em http://www.tracksource.org.br/desenv/tabela_mapsets.php

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Floripa Harley-Davidson: mudanças na oficina


Mudanças na área técnica da Floripa H-D, a concessionária Harley-Davidson de Florianópolis, SC.

O Arnaldo Hein, que durante vários anos atuou na manutenção de motocicletas H-D em Balneário Camboriú, juntou-se à equipe da Floripa H-D.

Segundo nos informa o João Lajús, Gerente de Pós-Venda, a contratação do Arnaldo vai fortalecer o serviço de oficina. Com isto a revenda espera oferecer uma opção diferenciada na manutenção das motocicletas dos harleyros catarinenses.

terça-feira, 11 de abril de 2017

O Estadista e o Capitão


Texto de Luciano Pimentel.

"No mar, desde tempos imemoriais, o valor de um Capitão só é realmente verificado e testado nas tempestades, nas grandes ondas anormais, nos tufões, ciclones ou furacões, nos momentos difíceis da relação comercial entre as partes interessadas na viagem comercial marítima, na busca por consenso na solução das crises internas de relacionamento entre os tripulantes . 

Para o direito marítimo, uma viagem ainda é considerada uma “AVENTURA MARÍTIMA“, no sentido jurídico do termo.

Ao longo da minha carreira no mar, nas diversas funções de oficial de navegação que ocupei antes de ter a chance dada pelo meu armador de assumir a nobre função de Capitão de um navio mercante, em todas as travessias oceânicas pude verificar isso (nas vinte vezes que cruzei o Cabo da Boa Esperança, nas travessias do Canal da Mancha passando pelo Golfo de Biscaia, pelo Mar Báltico, pelas monções de SW de verão do Oceano Índico, pelos tufões do Mar da China, pelos estreitos de Gibraltar e de Hormuz, no Golfo Pérsico, Mar Vermelho, Golfo de Áden, estreito de Bab El Mandeb, no golfo da Guiné empestado de piratas....). 


Nunca me aconteceu de esperar apenas boas e agradáveis notícias. Com os pés fincados no convés dos navios que estive e com o meu ceticismo natural, sempre esperei de um Capitão a força moral de enfrentar as adversidades e de tomar decisões difíceis, nos guiando sempre para o cumprimento de nossa missão ou para o porto seguro mais próximo.

Tomo a liberdade para fazer uma ponte entre mar e terra, neste momento conturbado que o pais passa. Usando a imaginação, o país como um navio mercante, e o presidente como um capitão, o que deveríamos esperar de um presidente?


Digo: a verdade, a franqueza em dizer a tempestade que se aproxima, a força moral de enfrentar as adversidades e tomar as decisões corretas e justas, por mais que sejam impopulares. A nobreza de buscar o consenso e a união da nação, respeitando empresários, classe media e trabalhadores.

Governar em nome do Brasil e não em nome de um projeto de poder partidário. Um presidente para ser considerado estadista, deve sobretudo ter a capacidade de ir em público e anunciar a nação o momento difícil, (o momento Churchill  de “sangue, suor e lágrimas ), de ter a capacidade de falar não com ódio e arrogância nos olhos, mas com o tom correto de gravidade que a situação mereça, sem prejuízo da clareza e da busca por entendimento.


Um presidente não pode defender os saqueadores da riqueza nacional, assim como o capitão de um navio não pode defender os ratos do porão. A nação e o navio afundarão no mar da desonra e serão tratados como cascos soçobrados de escória.

Nos últimos treze anos, os presidentes da era “lulopetistadilmista” falaram em nome dos saqueadores e dos ratos que corroeram a riqueza nacional.
 
Definitivamente, eles nunca tiveram a nobreza dos grandes capitães!"

Luciano Pimentel é Capitão de Longo Curso da Marinha Mercante Brasileira e Comandante de navios da Petrobrás.

Fotos: Luciano Pimentel

segunda-feira, 10 de abril de 2017

SAVE THE DATE: De 12 a 15 de Outubro, em Curitiba, PR.


Venha se somar a nós, praticar o bem e ajudar o próximo. 

Participe do maior evento motociclístico filantrópico de todos os tempos. 

Acontecerá nos dias 12, 13, 14 e 15 de outubro de 2017 em Curitiba, com todas as doações direcionadas ao Hospital Erasto Gaertner, maior centro de luta contra o câncer do Sul do Brasil, atendendo 45 mil pacientes e realizando 1,4 milhões de procedimentos ao ano.
Venha ser um herói na luta contra o câncer!
Aproveite para ver 3 dos 20 melhores lugares do Brasil para se conhecer, conforme publicação da CNN dos EUA.
Mais informações serão divulgadas no decorrer dos próximos meses, mas reserve já estas datas no seu calendário. E acompanhe as publicações do evento no site Outubro Rosa Curitiba ou no Facebook.

Veja aqui como foi o evento, no ano passado: Outubro Rosa Curitiba 2016

Feliz Semana da Páscoa


domingo, 9 de abril de 2017

Visitando amigos em BC



Estivemos em Balneário Camboriú neste fim de semana, para visitar amigos.

Eu considero a manutenção de contato como forma de manter sólida uma amizade. É muito importante, isto.

As redes sociais ajudam muito, mas nada substitui o contato pessoal.

Foi muito bom estar com vocês, amigos.



quarta-feira, 5 de abril de 2017

terça-feira, 4 de abril de 2017

Paraná: Polícia Rodoviária intensifica fiscalização com radar


Quem trafegar pelas estradas do Paraná neste mês de abril precisa ficar atento aos limites de velocidade. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) está intensificando operações com radares em estradas estaduais. 

Ao todo, 56 postos farão parte da iniciativa, com mais de 120 policiais rodoviários, 100 viaturas e 65 aparelhos de radar em funcionamento por dia.

De acordo com a PRE, o objetivo da iniciativa é inibir velocidade em excesso em trechos considerados de maior risco de acidentes. Esses pontos são definidos de acordo com índices de acidentes, número de feridos e mortes que integram o banco de dados da PRE.

A previsão da PRE é que essas fiscalizações ocorram até o final do ano, quando tem início a nova Operação Verão.

Fonte: Gazeta do Povo

segunda-feira, 3 de abril de 2017

GPS: A precisão do sistema deve diminuir a partir de 2018

Satélite GPS Block IIF
Numa coletiva de imprensa no último sábado, realizada na Base Aérea de Schriever, no Estado de Colorado, a Guarda Costeira dos Estados Unidos anunciou um novo dispositivo no Sistema de Posicionamento Global (GPS), que entrará em funcionamento em janeiro de 2018.

O novo “dispositivo” se refere à Disponibilidade Seletiva e promete melhorar a precisão do GPS em um “fator 200% negativos” .

Isto mesmo, o GPS ficará menos preciso!!!

A realidade é que o Sistema de Posicionamento Global tinha esta característica de “disponibilidade seletiva” nos seus primórdios (década de 1980) até o ano 2000, com a intenção de enviar erros de posicionamento de até 100 metros nos sinais disponíveis para o público. O objetivo era evitar a um possível inimigo usar um GPS civil como orientador de precisão em armas de ataque.

Segundo o Comandante Brian Winters, chefe do Departamento de Pesquisa, Desenvolvimento, Teste e Avaliação da Guarda Costeira, “o aumento das atividades terroristas em todo o planeta nos levou a reavaliar o sistema GPS.”

Para relembrar a história do GPS, este sistema foi desenvolvido pelas Forças Armadas dos EUA, para ser usado exclusivamente para fins militares. Em 1983, depois que um Boeing 747 da Korean Airlines foi abatido por um caça soviético por ter entrado no espaço aéreo da URSS, o presidente Ronald Reagan ordenou que o GPS fosse colocado à disposição do público mundial, sem custo.

O Sistema de Posicionamento Global é administrado pela Força Aérea dos EUA na Base Aérea Schriever. Até 2016, os EUA já gastaram cerca de 3,6 trilhões de dólares no sistema.

A Disponibilidade Seletiva foi desligada no ano 2000, mas o governo Americano resolveu voltar a utilizar o dispositivo a partir do próximo ano.

Cerca de 8.100 militares e técnicos civis trabalham na Base Aérea Schriever.
O uso da Disponibilidade Seletiva vai inviabilizar o uso de GPS em aparelhos celulares do tipo iPhone e Android, por diminuir a precisão do sistema. Mas ao invés de usar o dispositivo anterior, o governo decidiu criar um novo de Disponibilidade Seletiva, possível com a entrada em serviço dos 12 novos satélites GPS Block IIF, construídos pela Boeing, que foram lançados entre 2010 e 2016.

Cada satélite pesa 1.630 kg e tem uma vida útil de 12 anos. Como os satélites anteriores, o GPS Block IIF opera numa órbita terrestre semi-síncrona, posicionado numa altitude aproximada de 20.460 km, completando uma volta completa a cada 12 horas.

Não há informações sobre o impacto da Disponibilidade Seletiva nos GPS usados em veículos, aeronaves e embarcações, mas com certeza vai diminuir sua precisão.