"Um navio nunca se entrega ao inimigo e sua bandeira jamais se arria em presença dele. A Honra do Marinheiro o impede."
quarta-feira, 6 de julho de 2016
terça-feira, 5 de julho de 2016
Harley-Davidson Inc. está sendo vendida? Parece que não!
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| Evolução das ações da HDMC na NYSE |
Aparentemente os rumores eram só . . . bem, rumores!
Continua tudo como antes no quartel de Abrantes.
Harley-Davidson Inc. está sendo vendida?
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| Evolução das ações da HDMC na Bolsa de Valores de New York nos últimos anos. |
Não é a primeira vez que estes boatos surgem.
As ações da HDMC estão em queda desde o final de 2014, depois de ter atingido o pico de US$73,00 por ação negociada na Bolsa de Valores de New York em meados daquele ano.
A H-D está enfrentando um grande desafio com a valorização do dólar perante outras moedas e um aumento muito forte na concorrência, que vem atacando o mercado de motocicletas de grande porte com grandes descontos nos preços.
A estratégia da HDMC é aumentar sua participação no mercado internacional, mas tem sofrido com a valorização do dólar.
Ontem foi feriado nacional nos EUA, pelas comemorações do Dia da Independência e o mercado de ações não operou. Vamos ver como as ações da HDMC se comportam quando o mercado abrir hoje, em Wall Street.
sábado, 2 de julho de 2016
Com uma moto e um sonho
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| Anna Grechishkina |
A frase
que segue de guia para a ucraniana Anna Grechishkina é a mesma que ficou famosa
ao sair da boca de Martin Luther King em 1963: I have a dream [Eu tenho um
sonho]. O dele era que todas as pessoas, independentemente de cor, pudessem
viver em harmonia. O dela, viajar o mundo em cima de uma moto e conhecer o
máximo de lugares e pessoas que conseguisse, além de levar adiante a mensagem
de que sonhos podem se tornar realidade. Tudo isso com pouco dinheiro e
esperança das pessoas.
Anna -
que há três anos está na estrada - afirma que, apesar de todas as diferenças
culturais que encontra nos lugares, as pessoas, independentemente da cultura ou
religião, estão dispostas a ajudar e fazem o que podem para viverem felizes,
com amor e paz em seus países. “Mais do que conhecer os lugares, eu amo
conhecer pessoas e mostrar para elas que essa história de que sonhos não se
realizam é mentira. Se uma ideia apenas passou pela sua cabeça, isso é uma
prova de que ele pode se tornar realidade”, disse a ucraniana, que está de
passagem por Curitiba.
Apesar
da aparência tímida, Anna, hoje com 36 anos, deixou Kiev, capital da Ucrânia,
no dia 27 de julho de 2013, levando apenas US$ 1 mil e a confiança de que
conseguiria dar a volta ao mundo com a ajuda e apoio de quem encontrasse pelo
caminho. “Até agora, tenho tido sucesso”, brinca.
Ela, que
sempre gostou muito de motos e de viajar, buscou apoio das grandes fabricantes
de motocicletas para que patrocinassem a viagem. Demorou um pouco, mas
conseguiu apoio da KTM, que, ao saber do seu sonho, entregou as chaves de uma
moto novinha para pegar a estrada. A moto virou sua companheira e hoje carrega
adesivos de todos os países que visitou - de acordo com Anna, já foram cerca de
25, mas o número deve passar de 60 até o fim da aventura.
De Kiev,
Anna seguiu para a Rússia, de onde despachou sua moto de navio rumo à Tailândia
e levou um susto: a companheira de viagem demoraria três semanas para chegar.
Ela já estava com a passagem comprada para Bangkok e sem lugar definido para
ficar - ainda mais por três semanas. “Se tem uma coisa que eu aprendi durante
essa viagem é que, de uma forma ou de outra, as coisas sempre dão certo”,
afirma.
Um amigo
que morava em Kiev participou de uma conferência, onde encontrou a princesa da
Tailândia. Resolveu então contar a história de Anna, na expectativa de que ela
pudesse ajudá-la a encontrar um lugar para ficar. A resposta foi incrível: a
princesa ofereceu o próprio palácio como hospedagem. Ao receber a ligação do
amigo, a motoqueira jurou que era mentira. “Ela me recebeu, me emprestou um
quarto, colocou um segurança para me proteger e contratou até um cozinheiro
particular”, conta, rindo. Ela, que visita escolas e hospitais contando suas
aventuras na busca de inspirar as pessoas a seguirem seus sonhos, diz que essa
é a história preferida das crianças. “Eu digo para elas: se eu consegui
conhecer uma princesa, por que o seu sonho é o impossível?”
Mas não
é só de realeza que vive uma aventureira como Anna. Da Tailândia seguiu para
Malásia, Singapura e depois Austrália. Chegou na América pelos Estados Unidos e
guiou a moto de costa a costa. Seguiu para o México e depois para os países da
América Central. Chegou à América do Sul pela Colômbia, passando pelo Equador,
Peru, Bolívia, Chile e Argentina, onde visitou o Ushuaia. Depois, foi para o
Uruguai, Paraguai e enfim, ao Brasil. Em quase todos esses lugares Anna se
hospedou na casa de amigos, amigos de amigos ou pessoas que conheceu durante a
viagem. Ela conta que precisou ficar em hotéis em apenas 10% do tempo.
E o
dinheiro?
Uma das
perguntas que mais recebe é: “Como você banca tudo isso?”. Anna conta que não é
fácil conseguir dinheiro, mas que a internet facilitou as coisas, já que
escreve alguns artigos para revistas de motociclistas e recebe um pequeno
pagamento pelo aluguel do apartamento que tem na Ucrânia. “Conto muito com os
amigos, que sempre conseguem um lugar em que eu possa ficar e isso ajuda
muito”, conta.
Uma das
pessoas que conheceu enquanto dava uma palestra para crianças no Uruguai foi a
sobrinha de Alfredo Mill, uruguaio que vive em Curitiba e está recebendo a
ucraniana na cidade. “Ela era professora e me falou que tinha um tio que
poderia me receber aqui. É incrível, passei no máximo uma hora com uma pessoa e
ela já garantiu que eu teria um lugar pra ficar”, diz.
Alfredo
diz que adora receber estrangeiros e fez questão de receber Anna e conhecer a
sua história. “Esse mundo não tem mais fronteiras. Quer coisa melhor do que
conhecer gente de todo o canto?”, diz ele.
Anna
conta que tem um roteiro, mas que se sentir confortável em algum lugar, acaba
ficando mais do que tinha planejado. Por isso mesmo que a viagem, que deveria
durar dois anos, já passou dos três. E ainda deve continuar por mais um ou
dois. Depois de Curitiba, ela vai para São Paulo, Rio de Janeiro e continuar a
volta ao mundo na África do Sul. A motoqueira conta que quer voltar à Ucrânia,
mas deve continuar viajando. “Depois preciso refazer todo este caminho para
rever os amigos que fiz”, brinca.
De alguma
forma, Anna, que tem a famosa frase “I have a dream” tatuada no braço, tornou o
seu sonho e o de Luther King realidade. Ao seguir cruzando fronteiras em sua
moto, ela conseguiu realizar o sonho de conhecer o mundo e empoderar pessoas
para que acreditem nos seus próprios desejos. Além disso, sem querer, conseguiu
provar que o velho sonho do pastor americano não está morto - muito longe
disso. Enquanto houver pessoas dispostas a receber e ajudar as outras como
fizeram com Anna, será possível continuar vivendo esse sonho. E, um dia, quem
sabe, ele se torne realidade para todos.
Fonte: Gazeta do Povo, Curitiba
sexta-feira, 1 de julho de 2016
O Médico e o Monstro - Versão sobre 4 rodas . . .
Qualquer semelhança com o que se vê nas ruas e estradas, não é coincidência!
E pensar que este desenho já tem 66 anos . . .
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Vikings chegam na América: de novo!
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| Draken Harald Harfagre, passando por geleiras na Groenlândia. |
Quase 500
anos antes do nascimento de Cristovão Colombo, um grupo de marinheiros deixou sua terra natal, no norte da Europa, em busca do Mundo Novo.
Atravessando
os tempestuosos mares do Atlantico Norte, os nórdicos avistaram terra, baixaram âncora e pisaram no solo americano. Meio milênio antes da “descoberta” da
América pelo navegante genovês!
O líder da
expedição foi Leif Eriksson, convertido ao cristianismo pelo rei norueguês Olaf
I Tryggvason e com a missão de divulgar a nova religião para o ocidente. Sua
mãe, convertida por ele, construiu a primeira igreja cristã da Groenlândia.
O barco
viking de Eriksson tinha uma tripulação de 35 homens e chegou nas costas da
América, numa área que se acredita ser a Ilha de Baffin, no norte do Canadá. O
grupo passou um inverno inteiro na região, regressando para a Groenlândia na
primavera.
Leif
Eriksson sucedeu seu pai, Erik O Vermelho, como chefe tribal dos noruegueses
que habitavam a Groenlândia e nunca mais retornou à América. Mas muitos dos
seus conterrâneos o fizeram, conforme registros históricos encontrados datados
dos séculos 12 e 13.
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| Estátua de Leif Eriksson em Reykjavik, Islândia. |
No início
do verão de 2016 no hemisfério norte, o “Draken Harald Harfagre”, o maior barco viking
já construído, chegou em Newfoundland, Canadá, depois de ter navegado quase
dois meses depois de sua partida da Noruega.
O barco
saiu do porto norueguês de Haugesund no dia 26 de abril e chegou em Saint
Antony, Newfoundland, Canadá, no dia 1º de junho, com escalas em Reykjavik,
Islândia e Qaqortoq, Groenlândia.
O barco
viking navegou pelo Rio São Lourenço, tendo chegado a Montreal em 19 de junho. Neste
fim de semana passou pela região das Mil Ilhas, no rio São Lourenço, e entrou
no Lago Ontário, estando prevista sua chegada a Toronto na sexta-feira, 1º de
Julho.
O Draken
Harald Harfagre (Dragon Harald Fairhair, em inglês) vai participar do grande
encontro de navios veleiros, neste fim de semana (Tall Ships Challenge GreatLakes 2016 Festival). Depois continuará navegando nos Grandes Lagos e deve
escalar em New York em Setembro.
O Draken
Harald Harfagre não é uma réplica de um navio histórico. É um moderno navio viking, construído
baseado em plantas e desenhos de barcos do século X. A construção
começou em março de 2010 e foi lançado em julho de 2012. O seu idealizador e
construtor é o empresário norueguês Sigurd Aase e o comandante do barco é o Capitão
de Longo Curso Björn Ahlander , um experiente marinheiro sueco.
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| Sigurd Aase, empresário norueguês que idealizou e construiu o Draken Harald Harfagre |
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| Capitão de Longo Curso Björn Ahlander, comandante do Draken Harald Harfagre |
O barco é
um “'25-sesse”
(25 pares de remos) – em outras palavras é equipado com 50 remos, cada remo
operado por dois tripulantes. Navegando sob vela, a barco necessita uma
tripulação de 30 pessoas.
Totalmente construído com madeira de carvalho
norueguês, tem 35 metros de comprimento, 8 metros de boca e um deslocamentos de
95 toneladas. Sua única vela tem uma área de 260 m² .
A tripulação
do barco viking é composta de voluntários, originários de vários países: EUA,
Canadá, Inglaterra, Espanha, Suécia e Noruega, entre outros.
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| A tripulação do Draken Harald Harfagre. |
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| Velejando a 14 nós! |
Nas palavras do Comandante Ahlander, "navegar em um barco como o Draken é uma grande oportunidade para adquirir novos conhecimentos; enquanto se aprende e se redescobre antigas técnicas, cria-se e inventa-se novas tecnologias marinheiras."
Concordo plenamente!
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Que saco... é pra pôr o lixo?
Vinte e
sete anos depois do lançamento do programa Lixo Que Não É Lixo, o curitibano
será convidado a reforçar o hábito de separar os resíduos que produz. Um
sistema de sacos de cores diferentes será distribuído aos moradores da cidade
para que eles façam a separação do material orgânico dos recicláveis dentro de
casa e, assim, ajudem o poder público a aumentar o reaproveitamento do lixo da
cidade. A novidade foi anunciada na quinta-feira (23) pela prefeitura, que
divulgou como será o novo sistema de gestão de resíduos da cidade.
Outra
mudança é que o curitibano também poderá virar uma espécie de “ajudante” de
gari no futuro. Tudo isso deve começar a ser implantado após uma licitação para
escolher a empresa que vai cuidar dos resíduos da cidade, a ser realizada ainda
em 2016. A ideia é que cada cidadão ajude a reduzir os custos do município com
o lixo, uma despesa que sempre aumenta e cujo custo acaba sendo repassado ao
contribuinte por meio da taxa de lixo, cobrada junto com o IPTU. No ano
passado, a prefeitura arrecadou R$ 95,3 milhões com a taxa de lixo e gastou
mais do que o dobro para fazer a gestão dos resíduos.
A empresa
que vencer a licitação da coleta e transporte de lixo em Curitiba deverá
fornecer para os moradores sacos plásticos coloridos para que os resíduos sejam
separados. O pacote para materiais recicláveis (plástico, vidro, metal,
papel e papelão) será azul em um tom transparente, que permita ver o conteúdo,
e o do lixo orgânico (restos de comida) será preto.
Uma das
novidades do sistema será o MBT, sigla em inglês para Tratamento Mecânico e
Biológico. Também chamado de biossecagem, será um sistema de separação do lixo
recolhido. Braços mecânicos com imãs “puxam” os materiais metálicos. A água –
que faz o resíduo ficar pesado – também será retirada. Parte do material que
pode ser queimada como combustível, será enviada para fornos de indústrias de
cimento. Aquilo que tiver potencial de reciclagem será retirado. O que sobrar
será compactado, para ocupar menos espaço, e enviado ao aterro sanitário. O
método pretende reduzir pela metade a quantidade de resíduos que são
enterrados.
Fonte: Gazeta do Povo
O fim da lâmpada incandescente no Brasil
Leio no jornal que a última lâmpada incandescente ainda em existência deixará de ser produzida, importada e comercializada no Brasil a partir desta quinta-feira, dia 30 de junho de 2016.
A mais recente consequência da Portaria Interministerial 1007 de 2010, lâmpadas com potência inferior a 40W ficam proibidas de serem vendidas no Brasil. As lâmpadas de potência maior já haviam sido retiradas do comércio, desde 2012 (acima de 150W), 2013 (entre 60W e 100W) e 2014 (entre 40W e 60W).
Desta forma, somente lâmpadas fluorescentes (CFL), conhecidas como lâmpadas econômicas, e as de LED (diodo emissor de luz) podem ser utilizadas no Brasil. Outras lâmpadas, para uso específico (decoração, iluminação pública, etc) podem ser comercializadas, dentro dos parâmetros definidos.
A lâmpada incandescente, como a conhecemos, foi inventada pelo empreendedor americano Thomas Alva Edison em 1878 e patenteada em 1880.
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| A patente da lâmpada incandescente |
A primeira utilização comercial da lâmpada incandescente foi no S/S Columbia, em 1980.
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| S/S Columbia, primeira aplicação comercial das lampadas incandescentes. |
O Imperador Dom Pedro II, que era muito amigo de Thomas Edison, trouxe a lâmpada incandescente para o Brasil.
A cidade de
Campos (hoje, Campos dos Goytacazes), no Rio de Janeiro, foi a primeira cidade a ter luz elétrica nas ruas,
em virtude da presença de uma usina termoelétrica, desde 1883. Rio Claro, em
São Paulo, foi a segunda cidade a ter luz elétrica nas ruas, também em razão da
presença de uma termoelétrica. A cidade do Rio de Janeiro somente implantou o
serviço de luz elétrica nas ruas no ano de 1904 e São Paulo em 1905.
Outras invenções de Thomas Alva Edison, utilizadas até hoje:
- Estrada de ferro eletromagnética - Apesar de relativamente pouco utilizadas no Brasil, as estradas de ferros eletromagnéticas surgem como alternativa eficaz e limpa para a mobilidade urbana e também para o trânsito entre cidades, estados e países em várias partes do mundo. Em 13 de maio de 1880, Thomas Edison fazia o primeiro teste de sua estrada de ferro elétrica em Menlo Park, nos Estados Unidos. O eletromagnetismo é a força que move os trens-balas existentes no mundo.
- Câmera cinematográfica - As filmadoras modernas registram e reproduzem imagens com áudio e vídeo em alta definição e apresentam dezenas de funções diferentes para garantir a qualidade do material produzido. Mas voltando na árvore genealógica das câmeras mais modernas da atualidade está a câmera cinematográfica de Edison. Ele inventou ainda uma tela para exibir as imagens que capturava em sequência e, quando reproduzidas de forma rápida, davam a impressão de movimento — se pensarmos que os filmes digitais estão aí há muito tempo, dá para dizer que a ideia básica de Edison perdurou durante um longo período na indústria cinematográfica.
- Bateria de carro elétrico - Thomas Edison poderia tranquilamente ser chamado de “homem-eletricidade”, pois a base de suas invenções era a energia elétrica. Outra prova disso foi a concepção de baterias de níquel-ferro que ele desenvolvia no início do século 20 e que serviam para prover energia a alguns veículos da época. Em 1901, ele apresentou a bateria de níquel-ferro e ela era mais eficiente do que as de ácido de chumbo usadas até então. Suas vantagens eram tanto ecológicas quanto de desempenho, pois causavam menos impacto ambiental e levavam menos tempo para serem recarregadas.
- Fonógrafo - Se você pode escutar músicas saindo dos alto-falantes dos mais modernos sistemas de som, saiba que o bisavô de tudo isso é o fonógrafo. Este aparelho, que lembra muito uma vitrola antiga, foi criado em 1877 para gravar e reproduzir sons por meio de um cilindro, o primeiro do gênero registrado pela humanidade.
- Microfone de carbono - Há uma dúvida sobre quem realmente inventou o telefone, se Graham Bell ou Antonio Meucci, mas uma coisa é certa: foi o microfone de carbono inventado entre 1877 e 1878 por Thomas Edison que deu mais eficiência ao projeto. O dispositivo contava com um sistema capaz de converter som em um sinal elétrico, permitindo que a voz fosse transmitida a longas distâncias. Então, até mesmo o captador de áudio do smartphone moderno que você usa hoje tem como ancestral o microfone de carbono de Thomas Edison.
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