A Azul recebeu da Embraer o primeiro avião E195-E2 do mundo,
que consome 25% menos combustível do que a versão anterior do modelo.
Segundo a companhia aérea, alguns destinos não eram viáveis
economicamente. "Em algumas rotas, o Airbus A320 é muito grande e o E195
é caro. O E195-E2 pode viabilizar esses voos", afirmou o fundador e
presidente do Conselho da Azul, David Neeleman.
A Azul é o principal cliente do novo Embraer E195-E2. A
companhia aérea tem uma encomenda total de 51 aviões do modelo. A empresa deve receber mais cinco unidades ainda neste ano.
O E195-E2 é o maior avião comercial já produzido pela
Embraer, com capacidade para até 146 passageiros. O avião entregue hoje para a
Azul tem dez lugares a menos porque as primeiras fileiras ocupam mais espaço.
Em relação à primeira versão do E195, o novo modelo ficou mais comprido,
recebeu motores mais econômicos e modificações aerodinâmicas. Foram todas essas
mudanças que permitiram uma redução de 25,4% no custo por assento.
A família Embraer E-Jets E2 é uma linha de aeronaves a jato de médio alcance e esta versão tem as seguintes características:
Motor: dois Pratt&Whitney
PW1900G
Empuxo: 9.979 kgf por motor
Passageiros: 80 a 146, dependendo da configuração escolhida
O presidente da Confederação Brasileira de Aeromodelismo, Jonas Dieter Oehlemann, publicou na página da entidade no Facebook a nomeação do novo Diretor Técnico da COBRA. Eis a íntegra da comunicação:
"A Cobra tem o prazer de anunciar o novo Diretor Técnico
Nacional e Delegado FAI (Federação Aeronáutica Internacional) junto ao CAB
(Confederação de Aerodesporto Brasileira) :
Rafael Daré Aguirre, 33 anos de Atibaia - SP
Muito conhecido no meio como Daré, o Rafael é aeromodelista
há 25 anos, atuou como instrutor RC por mais de 10 anos e tem experiência
variada em inúmeras categorias do modelismo como Escala, Pylon, F3A, Acro,
Planadores e Jato. Ganhou o troféu “Incentivo ao Aeromodelismo” em 1998 e desde
então se faz presente no cenário do aeromodelismo nacional.
Atualmente o Daré está mais dedicado ao Modelismo ESCALA
onde soma 2 características importantes e raras no Modelismo escala: é um
excelente construtor e um ótimo piloto!
Nos últimos anos, o Daré figurou em TOP 3 nas competições
escala nas categorias: MASTER, PRO, F4C, Sport Scale e F4H.
Na função de Diretor Técnico, o Daré irá auxiliar todas as
categorias e colaborar na organização de campeonatos, regras, eventos,
homologação de novos clubes sempre com o olhar técnico de cada categoria
envolvida.
Na função de Delegado FAI/ CAB o Daré será o ponto de
contato entre a Cobra com a FAI e o CAB, proporcionando uma aproximação nunca
antes vista entre essas importantes instituições, discutindo regras e buscando
aumentar a participação brasileira em campeonatos mundiais
Damos as boas-vindas ao Rafael Daré e desejamos sucesso
nessa empreitada com os principais modelistas do Brasil, sob a gestão Jonas/
Valentin
um grande abraço,
Jonas"
Algumas fotos de Rafael Daré, publicadas na página da COBRA:
A CONFEDERAÇÃO
BRASILEIRA DE AEROMODELISMO é o órgão máximo de administração do aeromodelismo
nacional. Fundada em 1959 como Associação Brasileira de Aeromodelismo, passou
para à condição de Confederação em 2008.
A COBRA é a
representante do Brasil e membro da Comissão Internacional de Aeromodelismo
(CIAM), órgão da Federação Aeronáutica Internacional (F.A.I).
Os objetivos
principais da Confederação são:
A promoção,
proteção, organização e encorajamento do aeromodelismo, desde a sua construção,
voo e desenvolvimento, em todos os seus aspectos no Brasil;
Auxiliar na
criação de novos clubes e orientar novos aeromodelistas;
Trabalhar em
cooperação com a ANAC, DECEA e outros departamentos governamentais;
Encorajar e
apoiar pesquisa em desígnio de aeromodelos, teoria e construção;
Controlar e
registrar o desempenho de esportistas;
Agir como
promotora de Campeonatos Nacionais e auxiliar na organização de evento.
Chegada do
primeiro Embraer KC-390 da FAB na ALA 2, na Base Aérea de Anápolis, Goiás, no dia 1º de
setembro de 2019. A aeronave recebeu a matrícula FAB 2853.
O Embraer
KC-390 é um avião para transporte tático/logístico e reabastecimento em voo,
desenvolvido e fabricado pela Embraer Defesa e Segurança, subsidiária do grupo
brasileiro Embraer.
A aeronave
estabelece um novo padrão para o transporte militar médio, visando atender os
requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira, em substituição ao C-130 Hercules.
O KC-390
foi desenvolvido como um jato militar de transporte, anunciado pela primeira
vez na feira Latin America Aero & Defence (LAAD), no Rio de Janeiro em
abril de 2007.
É equipado
com dois motores turbofan Pratt & Whitney, modelo IAE V2500-E5, com empuxo
de 31 330 lbf (139 400 N) cada, utiliza a tecnologia fly-by-wire em sua aviônica
e tem capacidade para transportar 23 toneladas de carga, inclusive veículos.
A Embraer
assinou com o governo brasileiro o primeiro contrato para produção em série do
cargueiro em 20 de maio de 2014, em um negócio estimado em R$ 7,2 bilhões, que
inclui suporte logístico, peças sobressalentes e manutenção.
O Embraer
KC-390 é capaz de cumprir as seguintes missões:
Transporte
e lançamento de cargas e tropas;
Reabastecimento
em voo - caças, transporte ou (ISR) e no solo;
Evacuação
Aeromédica (UTI móvel, remoção de feridos);
Guidão e
força elevados definem o novo modelo Low Rider® S da Harley-Davidson®, uma
cruiser cuja abordagem de customização coloca o desempenho em primeiro lugar. O
modelo Low Rider S foi desenvolvido em torno do chassi da Softail® da
Harley-Davidson e reforçado por componentes premium de suspensão, ajustados
para proporcionar uma pilotagem agressiva, alimentada pela potência incansável
do forte motor Milwaukee-Eight® 114, com traços de estilo inspirados no cenário
de motos customizadas californianos e também na tradição da Harley.
“O visual
da nova Low Rider S é realmente baseado no legado dos modelos Low Rider da
década de 1980, que têm uma legião de seguidores fiéis que se espalhou pelo
mundo a partir de suas origens no sul da Califórnia, e no recente modelo Low
Rider S baseado na Dyna”, disse Brad Richards, vice-presidente de estilo e
design da Harley-Davidson. “Acrescentamos ao chassi Softail um estilo praiano e
uma atitude que coloca o desempenho em primeiro lugar para criar uma Low Rider
S mais poderosa e ágil do que nunca, além de uma dose extra de resistência de
dar inveja”.
ESTILO
PRAIANO EM CONTORNOS BEM DEFINIDOS
Os
controles manuais elevados são um elemento crucial da customização de
influência praiana. O modelo Low Rider S vem com um guidão fat bar com 1
polegada de diâmetro e suportes retos com 11 cm de altura que colocam o
motociclista em uma posição agressiva e dinâmica. Uma minicarenagem emoldura o
farol dianteiro e o protege do vento enquanto você desbrava a estrada. O
assento individual alto e recuado foi projetado para manter o motociclista bem
acomodado sob aceleração intensa.
Todos os
acabamentos brilhantes foram substituídos por opções em preto para reforçar o
visual agressivo. O motor, a tampa da transmissão primária e o console do
tanque vêm com acabamento em Wrinkle Black; as tampas da inspeção da embreagem,
da admissão e do balancim inferior são em Gloss Black. Já os silenciadores e
protetores de escapamento vêm em Jet Black. Os garfos, as mesas da suspensão, o
guidão e seu suporte, além dos suportes do para-lama traseiro, vêm em Matte
Black. A lâmpada traseira de LED tem lente fumê. O tanque de combustível
Softail de 19 litros apresenta um grafismo icônico da Harley-Davidson. As rodas
de alumínio fundido (a dianteira com 19” e a traseira com 16” de diâmetro) vêm
com acabamento em Matte Dark Bronze para um contraste misterioso com os
componentes escuros da motocicleta. Duas opções de cores sólidas estão
disponíveis: Vivid Black e Barracuda Silver.
O ALICERCE
DO MODELO SOFTAIL
O quadro da
motocicleta Harley-Davidson Softail é o alicerce do desempenho. O design do
quadro foi otimizado para reduzir o peso sem sacrificar a rigidez e, ao mesmo
tempo, manter o visual clássico de uma traseira rígida em uma motocicleta
moderna do começo ao fim. O motor Milwaukee-Eight V-Twin montado diretamente no
quadro contribui para uma plataforma que proporciona uma aceleração sólida, com
dirigibilidade e desempenho de frenagem melhorados. O amortecdor único
pressurizado e com ajuste de pré-carga e um ângulo aperfeiçoado entre o quadro
e o braço da suspensão traseira para um passeio com resposta aprimorados. O
ajuste de pré-carga hidráulico sob o assento permite que o motociclista
mantenha o desempenho ideal da suspensão para as condições predominantes de
carga e estrad a. Um garfo invertido de 43 mm dá mais rigidez à dianteira para
uma resposta aprimorada ao manuseio da direção. A tecnologia interna da
suspensão dianteira responde rapidamente aos estímulos e mantém a roda
dianteira em contato com o solo para melhor desempenho de frenagem e
dirigibilidade. O ângulo de inclinação do garfo foi reduzido de 30 para 28
graus em comparação ao modelo Low Rider® padrão, resultando em uma
dirigibilidade mais ágil. Freios dianteiros duplos com discos de 300 mm
proporcionam maior desempenho de frenagem com menos esforço da alavanca do que
o disco de freio dianteiro único do modelo Low Rider padrão. O ABS de série
(sistema de freios antibloqueio) confere um desempenho de frenagem seguro em
condições de baixo atrito. O modelo Low Rider S conta ainda com pneus Michelin®
Scorcher® 3 1 de alto desempenho.
FORÇA DO
MOTOR MILWAUKEE-EIGHT 114
O motor
Milwaukee-Eight 114 (114 polegadas cúbicas; 1.868 cm3), única opção de motor
para o modelo Low Rider S, oferece a maior cilindrada de fábrica no chassi Softail,
gerando 16,4 kgf.m de torque a 3.000 rpm. Um sistema de contrabalanceadores
interno reduz a vibração do motor sem prejuízo do som característico da
Harley-Davidson. Já os cabeçotes do cilindro com quatro válvulas que se traduz
em alta vazão e as velas de ignição duplas extraem a máxima potência possível
de cada gota de combustível. O motor vem equipado com um filtro de ar da linha
Ventilator Gloss Black, dotado de um elemento de filtragem aparente para
aprimorar o fluxo de ar no motor, e com silenciadores 2 em 2 deslocados em
estilo shotgun para um visual agressivo de alto des empenho.
A Aviação
Naval Brasileira é o componente aéreo da Marinha do Brasil, denominada Força
Aeronaval. A estrutura aérea está subordinada ao Comando da Força Aeronaval,
organização militar responsável por prover apoio aéreo operacional a partir das
embarcações da Marinha do Brasil.
A Aviação
Naval encontra-se sediada na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, no Estado
do Rio de Janeiro, onde são feitas a manutenção a nível de parque de todas as
aeronaves e encontram-se o Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval e o
Comando da Força Aeronaval. Porém, esquadrões estão espalhados por todo o país,
fornecendo apoio aéreo as organizações militares da Marinha ali sediadas ou que
estejam realizando operações na área.
A missão do
Comando da Força Aeronaval é "Assegurar o apoio aéreo adequado às
Operações Navais, a fim de contribuir para a condição de pleno e pronto emprego
do Poder Naval onde e quando for necessário."
Desde logo
reconhecendo as potencialidades das aeronaves, apenas cinco anos após o voo
pioneiro de Santos Dumont, em 1911, inicia-se o interesse da Marinha pela
aviação. O Tenente Jorge Henrique Moller, primeiro piloto militar brasileiro,
recebeu seu brevê em 29 de abril de 1911, na França. O Tenente Moller foi, também,
o fundador do Aeroclube Brasileiro.
A Aviação
Naval Brasileira começa em 1916 com a criação da Escola de Aviação Naval. A
aviação desenvolve-se rapidamente com o pioneirismo da força, com a criação do
correio aéreo militar, precursor do atual Correio Aéreo Nacional e a
participação de aviadores navais brasileiros em operações reais de patrulha
durante a Primeira Guerra Mundial, integrando o 10° Grupo de Operações de
Guerra da Royal Air Force (RAF).
Com a
criação da Força Aérea Brasileira em 1941, foi decidido que a Aviação Naval e a
Aviação Militar (subordinada ao Exército Brasileiro) deixariam de existir,
passando seus meios a nova força. Aos militares foi dada a opção de passarem a
nova força ou permanecerem na força de origem. Na época, era grande a polêmica
se a Força Aérea deveria ser uma força independente ou não. A própria Força
Aérea dos Estados Unidos só se formou posteriormente em 1947, lutando a Segunda
Guerra Mundial integrada ao Exército norte-americano. Se por um lado a absorção
da Aviação Naval e Militar facilitou a criação na FAB, também privou as duas
outras forças de meios aéreos.
Com a
extinção da Aviação Naval em 1941, a Marinha participou da Segunda Guerra
Mundial sem o seu componente aéreo orgânico, componente este que se mostrou
indispensável para a condução das operações de guerra no mar, como a história
daquele conflito tão bem demonstrou. As marinhas da Alemanha e da Itália, com
poderosos navios de superfície, não puderam operar regularmente por falta de
apoio aéreo. A Guerra no Oceano Pacífico foi essencialmente uma guerra
aeronaval e anfíbia. A Segunda Guerra Mundial consagrou a aeronave e o
porta-aviões como os meios preponderantes, colocando os encouraçados e
cruzadores em segundo plano. Por outro lado, em terra, a Força Aérea mostrou-se
imprescindível, com função, meios e missões específicos.
Em 1952,
ressurge a Aviação Naval em sua segunda fase, com a recriação da Diretoria de
Aeronáutica da Marinha e de uma estrutura organizacional. Pretendia a Marinha
possuir novamente seus próprios meios aéreos, culminando com a aquisição do porta-aviões
“Minas Gerais” (A-11) em 1956, que na época tinha passado por ampla
modernização. Porém um Decreto Presidencial em 1965, limitou a Marinha às
aeronaves de asa rotativa, os helicópteros. As aeronaves de asa fixa passaram
ao inventário da FAB, que as operariam a bordo do porta-aviões e os
helicópteros navais da FAB foram repassados a Marinha.
Em 1996,
foram realizadas análises de propostas apresentadas por fornecedores e empresas
à Marinha para uma aeronave de interceptação e ataque. Este trabalho indicou
que as aeronaves A-4 Skyhawk pertencentes a Força Aérea do Kuwait, e em
disponibilidade para venda, atendiam as necessidades da Marinha do Brasil, com
excelente custo/benefício em virtude das poucas horas voadas por célula,
condições de armazenamento e pacote logístico agregado (equipamentos de
aviônica, armamento, material de apoio e sobressalentes).
Com Decreto
Presidencial 2.538, de 8 de abril de 1998, a Marinha do Brasil recuperou o
direito de operar suas próprias aeronaves de asa fixa destinadas a operar a
partir de suas embarcações. No mesmo ano foram recebidas 20 aeronaves para um
tripulante e 3 aeronaves para dois tripulantes, estas destinadas a treinamento.
As aeronaves receberam respectivamente as designações AF-1 e AF-1A.
O
treinamento dos pilotos do esquadrão é realizado na Força Aérea Brasileira e na
Marinha dos Estados Unidos. O esquadrão VF-1 operou a partir do NAeL Minas
Gerais, mas teve sua capacidade operativa ampliada com a aquisição do NAe São
Paulo, recentemente desativado.