quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Irati, Paraná: 10º Aeropolaco já com data definida

 

10º Aeropolaco será realizado na pista do Aero277, próximo à cidade de Irati, Paraná, no sábado 20 de novembro.

O local fica a 145 km a oeste de Curitiba, pela BR 277, que está em excelentes condições.

Eu estive no evento do ano passado (veja a postagem aqui) e gostei muito. O pessoal que organiza o evento é muito hospitaleiro e todos os que participaram só tinham elogios!

Pretendo ir, novamente, este ano!

Data: 26/11/2022

Local da pista: BR 277 - Km 233, Zona Rural, Fernandes Pinheiro - PR

                            https://goo.gl/maps/Zv2b4gg4ohjkxPz78



domingo, 11 de setembro de 2022

Clube Fênix: o feriado prolongado da Independência

 

Foto e helicóptero de Fábio Osternak
Em Curitiba o dia 8 de setembro é o feriado municipal que homenageia a cidade. Ao contrário da maioria dos municípios brasileiros - que escolhem o dia da fundação da cidade - Curitiba utiliza o doa de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira de Curitiba.

Assim, tivemos um feriado mais longo, com muitos dos Associados do Fênix disponíveis para voar nestes dias. Com a proximidade de mais uma frente fria e a consequente entrada de uma massa polar, os aeromodelistas enfrentaram ventos fortes (24 km/h, com rajadas de até 50 km/h).

Mesmo assim o Clube teve muita atividade de voo e a inauguração de dois aeromodelos: o Grumann F7F Tigercat do Vagner Esmanhoto e o Embraer T-27 Tucano do Fred Deliberador.


Alguns registros feitos por mim, pelo Fábio Osternak, Anderson Alencar e João Vicente Oliveira Silva:









Impressionante este J-3 do Dirceu Santos, presidente do 
CPAER, que nos visitou.




quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Bateria LiPo: uma experiência ruim

 

Quero deixar uma coisa bem esclarecida: não sou contra aeromodelos elétricos! Tenha muitas restrições com as baterias de polímero de lítio, isto sim!

Até por que, como Oficial da Marinha, sei que a propulsão elétrica é usada desde o final do século 19.

O maior e mais poderoso navio de guerra do mundo, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, da Marinha dos EUA, é totalmente elétrico. Isto mesmo: seus dois reatores atômicos são usados para gerar o calor necessário para pressurizar o vapor das suas turbinas, que acionam as turbinas de propulsão e geradores elétricos. A partir daí, todo o resto é elétrico, inclusive a catapulta de lançamento dos aviões.

USS Gerald R. Ford (CVN-78)
O problema não é o sistema elétrico de propulsão e, sim, as baterias. 

Eu tenho um aeromodelo elétrico, sómente. Todos os outros 6 aeromodelos da minha frota são propulsionados por motores à combustão, que utilizam gasolina.

O meu Avanti S é um EDF (electric ducted fan), que utiliza um motor elétrico que aciona um "fan" de 12 pás e 80 mm de diâmetro.


Estou muito feliz com este aeromodelo, que me dá muita satisfação em voar.

Na semana passada, ao realizar o primeiro voo do dia, o sistema de segurança contra falhas (fail safe) entrou em cena, cortando a energia para o propulsor e só permitindo o controle das superfícies de comando. Isto aconteceu depois de 3 minutos de voo, quando o timer do meu rádio está configurado para me alertar que faltam 2 minutos para o meu limite de autonomia de bateria de 5 minutos.

Um detalhe: sempre confiro a voltagem, carga e resistência da bateria, antes do todo voo. Neste caso, a bateria estava com 98% de carga e a resistência de cada célula (uso uma bateria LiPo de 6 células e 5000 mAh de carga) estava abaixo de 5 miOhms.


Não consegui trazer o aeromodelo para um pouso na pista ou na grama e o pouso de emergência ocorreu cerca de 20 metros mais ao sul da pista.

O resultado:


Verifiquei a bateria e constatei que a célula #3 estava com 1% de carga. As outras com 3% de carga, cada. Aparentemente a célula #3 entrou em curto e consumiu energia das outras células.

A bateria era relativamente nova, cerca de um ano de uso e com somente 22 voos realizados.

O aeromodelo será reparado e continuará voando com a bateria número 2. A bateria número 1 foi descartada e reciclada.

Foi uma experiência ruim.

terça-feira, 6 de setembro de 2022

FAB resgata tripulante de navio na costa de Pernambuco

 

O Primeiro Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (1º/8º GAV) – Esquadrão Falcão, sediado na Base Aérea de Natal (BANT), em Parnamirim (RN), resgatou, no dia 31 de agosto, um homem com suspeita de colecistite e com fortes dores abdominais, tripulante do navio de perfuração WEST KARINA. O navio navegava no litoral Pernambuco.

O Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), Organização da Força Aérea Brasileira (FAB) responsável pela coordenação de missões aéreas, acionou o Esquadrão após o contato do Centro de Coordenação de Salvamento Aeronáutico de Recife (SALVAERO Recife).

 Os primeiros contatos do navio com os órgãos do Sistema de Busca e Salvamento foram realizados quando a embarcação estava navegando a cerca de 150 milhas náuticas à leste de Recife (PE).

A aeronave H-36 Caracal decolou de Parnamirim (RN), às 15h48, e seguiu diretamente para a vertical do navio para efetuar o resgate do tripulante por meio do içamento com o uso de um guincho de resgate.

O H-36 é um Airbus Helicopters H225M Caracal (também chamado de Super Cougar), um helicóptero de transporte tático de longo alcance, desenvolvido a partir do Eurocopter AS532 Cougar, para fins militares.

A tripulação do helicóptero empregado nesta missão era composta por nove militares, sendo dois pilotos, dois operadores de equipamentos, três homens de resgate, um médico e um enfermeiro. Após o içamento da vítima, a aeronave prosseguiu para Recife, onde pousou às 19h30 (horário local).

De acordo com o Comandante da aeronave, Capitão Aviador Pallony Figueiredo Ferreira, apesar dos treinamentos contínuos de resgate no mar realizados em cooperação com os Navios do Terceiro Distrito Naval, a missão de resgate em convés exige bastante atenção dos tripulantes em função de fatores como distância das bases de apoio, características das embarcações, condições meteorológicas na área do resgate, entre outras. “O preparo das equipes de resgate é fundamental para o sucesso dessa atividade”, destacou.

O Operador de Equipamentos, Sargento Cléto Cabral da Silva Bisneto, que participou dessa missão, ressaltou que a agilidade dos órgãos do Sistema de Busca e Salvamento foi fundamental para a realização da missão. “A agilidade no acionamento possibilitou que o resgate fosse efetuado antes do pôr do sol, o que facilitou o içamento da vítima”, concluiu.

Fonte: Força Aérea Brasileira, com fotos do  1°/8° GAV

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Asas do Vale - Portões Abertos 2022

 

Asas do Vale, Gaspar, SC. Portões Abertos 2022

Dia 12 Novembro 2022

Todas as Pistas do Asas do Vale liberadas

Traga sua família e amigos e venha curtir o Asas do Vale.

Churrasco Antecipado 12/11 - R$ 50,00

Churrasco na Hora 12/11 - R$ 70,00

Pistas estarão liberadas nos dias 11, 12 e 13 de Novembro.

  • Camping
  • Segurança
  • Completo serviço de bar e cozinha.

Faça sua inscrição Gratuita!!!

https://www.sympla.com.br/portoes-abertos-asas-do-vale__1686904

Esquadrilha da Fumaça: aeronaves e bolachas nos 70 anos de existência

Embraer EMB-314 Super Tucano
O Esquadrão de Demonstração Aérea, também conhecido como “Esquadrilha da Fumaça”, é responsável pela divulgação da Força Aérea Brasileira (FAB) em território nacional e internacional. Sua sede se localiza na Academia da Força Aérea (AFA), na cidade de Pirassununga.

A Esquadrilha da Fumaça originou-se em 1952 pela iniciativa de jovens instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, sediada na cidade do Rio de Janeiro. Em suas horas de folga, os pilotos treinavam acrobacias em grupo, com o intuito de incentivar os cadetes a confiarem em suas aptidões e na segurança das aeronaves utilizadas na instrução, motivando-os para a pilotagem militar. Fez sua primeira apresentação pública no dia 14/5/1952.

Seu primeiro comandante (1952-1953) foi o então Tenente-Aviador Mario Sobrinho Domenech. O Coronel-Aviador Domenech, já na reserva, foi presidente da ACA - Associação Carioca de Aeromodelismo (o mais antigo clube de aeromodelismo do Brasil, fundado em 1949), de 1986 a 1991.

Ao longo de sua existência a Esquadrilha da Fumaça operou as seguintes aeronaves e ostentou as cores e os brasões abaixo: