sábado, 25 de junho de 2016

A quarta geração está se formando.

Os capacetes de Marcus Vinícius e de Marcus Wilson, com a maravilhosa
praia de Camboinhas, Niterói, ao fundo.
Nossa família tem uma tradição de motociclismo e de Harley-Davidson.
Meu pai começou a rodar de motocicleta ainda muito jovem. Teve algumas motocicletas consideradas legendárias como a Zündapp, a Indian e a BSA.

Comprou sua primeira Harley-Davidson em 1937, quando havia completado 21 anos. Foi sua marca preferida e única até o final da década de 1950, quando parou de pilotar.

Eu comecei rodando com a Lambretta de um amigo de infância, com 14 anos. Comprei minha primeira motocicleta, uma Honda CB 50, em 1971. Desde então, motocicletas sempre fizeram parte da minha vida. Na última década, exclusivamente Harley-Davidson!

Meu filho, Marcus Vinícius, ganhou sua primeira motocicleta, uma Honda Trail 125, quando completou 15 anos em 1983. Desde então sempre teve uma motocicleta na garage. Pilota uma Harley-Davidson Fat Boy desde 2008.

Meu neto Kiko (Marcus Wilson Thiemann Roque), acompanha o pai, na garupa, desde que completou 7 anos, em 2014. É um fã das Harley.



Tenho certeza que será um Harleyro, mantendo a tradição dos Roques por quatro gerações.

GPS: Versão 16.06 do Mapa Brasil


A versão 16.06 do Mapa Brasil, desenvolvido pelo Projeto TrackSource, já está disponível:  http://www.tracksource.org.br/desenv/tabela_mapsets.php

Os Pontos de Alerta de radares, semáfaros-radar, postos policiais, lombadas e pontos de perigo também foram atualizados:
 http://www.tracksource.org.br/desenv/pois_loader_new.php

Não se esqueça de clicar nos anunciantes do site. É isto, além das doações, que mantém o Projeto funcionando e disponibilizando mapas confiáveis, gratuitamente.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Jeep Renegade estilo Harley-Davidsoon


Um Jeep Renegade customizado para homenagear a Harley-Davidson Motor Company foi apresentado no 25º H.O.G Rally Anual Europeu, na cidade de Portoroz, Slovenia, na semana passado.


Desenvolvido pela empresa italiana Garage Italia Customs, a Jeep (que agora é parte do Grupo Fiat) construiu o carro para comemorar a parceria contínua com a Harley-Davidson e o H.O.G. Europeu.

A Jeep descreve o veículo como um "tributo aos proprietários de Harley". O Renegade foi extensivamente modificado se comparado ao modelo de linha. O que chama mais a atenção, sem dúvida, foi o esquema de pintura no exterior, que combina com o estofamento e o painel interno.



Os bancos foram modificados com uma combinação de tecido denin e couro Napa. A suspensão também foi reforçada e elevada e as rodas levam pneus B.F. Goodrich fora-de-estrada, para aumentar o desempenho nas trilhas.

O veículo foi o carro-líder no tradicional desfile de motocicletas que marcou o início do H.O.G Rally Europeu, no dia 16/6/2016.

Está com frio?

Termômetro em uma rua de Urupema, SC, no dia 10/6/2016.
A temperatura mínima na cidade chegou a -7,2C naquele dia.
Se você está reclamando do frio neste começo de inverno de 2016, agradeça por não ter estado na Antártica em 10 de agosto de 2010. Nesta data, um satélite da NASA registrou a marca de -94,7C no continente — outras marcações indicam que o clima foi um pouco mais ameno, de -93,2 graus.

Este dado, porém, não consta no livro dos recordes e nem é reconhecido por associações de análise climática por ter sido registrado via satélite. Oficialmente, a temperatura mais baixa registrada na Terra é de -89,2 graus C, em 21 de julho de 1983, também na Antártica, devidamente auditada pelo Arctic and Antarctic Research Institute de São Petesburgo, Rússia.

No Brasil, felizmente, estamos longe disto. A temperatura mais baixa de que se tem registro é de 11 de junho de 1952, em Caçador, SC,quando o termômetro caiu a -14C. O valor foi apurado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e é contestado por alguns órgãos — assim como outros registros não-oficiais.
Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o que vale são os -11,1 anotados em 20 de julho de 1953 em Xanxerê, também em Santa Catarina.

Por outro lado, a temperatura mais elevada já registrada no planeta, de acordo com o Guinness Book, foi de 56,7C, em 10 de julho de 1913, em Greenland Ranch, na Califórnia — a região do deserto de Mojave. Quando passamos por lá, em julho de 2010, a temperatura chegou a 52C.

Mas, de novo, os satélites dizem que podem existir registros mais extremos. Um destes, aponta que Abadan, no Irã, pode ter marcado 87 graus em junho de 1967!

Perto disso, os modestos 44,7 graus registrados em Bom Jesus, no Piauí, em 21 de novembro de 2005, parecem muito agradáveis. Essa é a temperatura aceita com mais elevada da história brasileira.


Neste segundo quesito, talvez tenhamos novos recordes nas próximas décadas, já que a Universidade de Victoria, no Canadá, publicou em maio um estudo que aponta que a temperatura na Terra pode subir 10 graus Celsius até o fim do século 22 se o padrão de queima de combustíveis fósseis continuar neste ritmo. O valor é bem acima dos 2 graus estipulados no Acordo Climático de Paris.


Enquanto isto, vamos curtindo o friozinho aqui de Curitiba . . . 

terça-feira, 14 de junho de 2016

Harley-Davidson elétrica em 5 anos!

Sean Cummings, Vice Presidente da Harley-Davidson Motor Company tem a responsabilidade de antecipar as demandas do mercado e garantir que a HDMC tenha o produto certo, na hora certa.

Nesta semana ele anunciou à imprensa em Milwaukee, que a Motor Company estará produzindo e comercializando motocicletas elétricas dentro dos próximos cinco anos.

A legendária marca lançou o seu protótipo elétrico, a LiveWire, há dois anos e fez um turnê mundial com a motocicleta para sentir a reação dos apaixonados pela marca H-D.
Quem experimentou, gostou, mas a maioria dos harleyros são mais tradicionalistas do que o motociclista comum. Para eles, uma motocicleta tem que ter características definidas e o som do motor é uma delas.

Harley-Davidson LiveWire
Vários anos atrás a HDMC lançou a V-Rod, uma máquina moderna que repensou o tema tradicional do motor V-twin. Quem tem uma delas informa que é uma tremenda motocicleta. Mas o som do motor não encanta o harleyro tradicional.

Ainda em produção e comercializada em todos os mercados, a V-Rod não "emplacou" e não é considerada uma verdadeira Harley-Davidson por muitos entusiastas da marca.

Mas a Motor Company tem um sério problema em suas mãos: seus compradores tradicionais estão envelhecendo e a companhia precisa atrair novos entusiastas. E a tendência para veículos elétricos não pode ser ignorada.

Fabricantes como a Victory, Energica e Zero Motorcycles já estão produzindo e comercializando motocicletas elétricas já a algum tempo. A Harley-Davidson tem que embarcar neste programa ou correr o risco de ficar de fora de uma parcela importante do mercado.

Pelo o que parece, já foi decidido que uma motocicleta elétrica com o logo H-D estará no mercado, em um futuro bem próximo. Em 2014, isto parecia ser só uma fantasia. As mudanças no mercado consumidor indicam que esta linha de motocicletas Harley-Davidson se tornará uma realidade mais cedo do que se pensava.

Veja também: Harley-Davidson LiveWire - Será uma Harley? e Harley-Davidson LiveWire - Test-ride em New York

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Harley-Davidson faz recall da Dyna Low Rider

Harley-Davidson Dyna Low Rider 2015
A Harley-Davidson Motor Company fez uma chamada técnica para as motocicletas Dyna Low Rider, modelos de 2014 a 2016.

Foi identificado que vibrações do motor podem danificar o interruptor de ignição internamente e, como resultado, cortar o motor enquanto a motocicleta estiver em marcha. Se a ignição for cortada o motor apaga, o que aumenta o risco de acidentes.

Esta chamada afeta aproximadamente 8.060 motocicletas Dyna Low Rider, fabricadas entre 6 de abril de 2014 e 7 de abril de 2016.

A HDMC substituirá o interruptor de ignição gratuitamente. O recall deve começar, nos EUA, ainda este mês.  Não há anúncio, ainda, da chamada técnica no Brasil.

O recall está registrado no site da Administração Nacional de Segurança no Trânsito, dos EUA e pode ser verificado no site da entidade.

sábado, 4 de junho de 2016

Semana agitada! Muitas lembranças e esperança no futuro.


Foi, realmente, uma semana bastante agitada.

Na segunda-feira, dia 30/5, deixamos nosso apartamento em Balneário Camboriú, SC, trazendo nossas tralhas para Curitiba, PR.

Foram 10 anos e 5 meses morando na Bela e Santa Catarina, onde cheguei em janeiro de 2006 depois de 10 anos fora do Brasil.

Os catarinenses me receberam de braços abertos, uma receptividade que caracteriza os moradores do litoral do Estado.

Foram anos muito prazerosos, que curti com muita alegria. Lá conheci, me apaixonei e me casei com minha esposa, companheira, garupa e fotógrafa oficial de nossas viagens. Obrigado, Rô, por aceitar fazer parte da minha vida e me acompanhar em mais esta etapa.

Deixar Santa Catarina e começar uma nova vida em Curitiba foi um decisão pensada e analisada com muito critério. E nesta primeira semana na República já tivemos uma clara amostra de que receberemos dos curitibanos a mesma receptividade que recebi dos catarinenses.

A pessoas de todos os níveis com quem temos tido contato tem sido extremamente agradáveis e hospitaleiras. Todos nos dão as boas-vindas e se dispõe a nos ajudar na adaptação.

Finalmente, ontem, tivemos TV a Cabo (Net) e Internet (Copel) instaladas. E Internet de primeiro mundo: 50 mega de velocidade real (download e upload), em fibra ótica! Sem limite de dados!!!!


A qualidade da TV a Cabo (Net) também é digna de elogios. High Definition mesmo! Dá para ler os pensamentos que quem aparece na telinha! Rsrsrsrs . . .

O bairro de Santa Felicidade é muito agradável de se morar. Sem prédios altos (máximo 3 andares), repleto de residências e condomínios horizontais, com todos os recursos em termos de comércio, restaurantes, serviços públicos (Rua da Cidadania), acesso rápido e próximo ao Anel Viário (Contorno Oeste), permitindo conexão sem tráfego urbano para todas as rodovias federais que passam por Curitiba.

Nossa casa.
Nosso condomínio.
Santa Felicidade, nosso bairro.
O acesso ao centro da cidade é fácil: apenas 7 km e no máximo 20 minutos.

Estamos na fase de arrumação da casa e isto ainda vai demorar uns dias. As nossas gatinhas vão se adaptando à nova morada, cada uma no seu ritmo. A Raquel, uma senhora já com quase 14 anos, leva um pouco mais de tempo. Já a Pantufa, uma jovem de pouco mais de 2 anos, já se adaptou e diz ser curitibana deste menina pequena lá em Barbacena!

Raquel
Pantufa
Temos muitas expectativas para o nosso futuro aqui. Pedimos a Deus que continue a nos abençoar e proteger.

Um muito obrigado aos amigos Catarinenses e aos amigos e, agora, vizinhos Curitibanos!