A turma do Balneário Camboriú Harley Clube e do Balneário Camboriú HD aproveitaram a fria manhã do outono catarinense e foram a Florianópolis tomar um café da manhã na concessionária Harley-Davidson.
O dia começou com temperaturas na casa do 15°C, com uma sensação térmica muito menor.
Mas isto não nos intimidou. Saímos do Auto Posto PHD e seguimos na BR-101, direção sul, para a capital estado.
O dia estava magnífico, com o sol brilhando apesar do frio. Mas logo esquecemos a baixa temperatura, pois estávamos na estrada e é isto que vale no motociclismo.
Florianópolis é sempre bela, não importa a época do ano. Como diz minha querida garupa, Floripa é bela até com vento sul . . .
O café da manhã estava muito animado, com muita gente prestigiando.
Na loja havia muitas motocicletas novas, vestuário e acessórios. Segundo o João Lajús, da equipe da Floripa HD, o estoque de acessórios será logo reposto, em função de muitas vendas ocorridas durante a semana. A equipe de venda estava solícita e pronta a responder qualquer indagação que as pessoas pudessem ter. Bom sinal.
Depois da visita, o grupo se separou. Alguns voltaram para Itapema e Balneário Camboriú para atender funções familiares. Outros seguiram para Pomerode, onde acontecia um encontro de motociclismo.
Alguns, como nós, ficamos em Florianópolis e fomos apreciar um espeto misto na Churrascaria Barriga Verde.
Um perfeito sábado de outono, na Bela e Santa Catarina.
"Um navio nunca se entrega ao inimigo e sua bandeira jamais se arria em presença dele. A Honra do Marinheiro o impede."
sábado, 9 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Novo Garmin Zumo 350LM
A Garmin lançou outro navegador para uso em motocicletas. É o Zumo 350LM, que estará disponível nas lojas dos Estados Unidos e na Europa a partir de Julho.
Não entendí a razão deste novo GPS. À primeira vista é uma mistura fraca do Zumo 660 com o Zumo 220. Não gostei, inclusive do preço. A Garmin está sugerindo US$699,99 ou US$50 mais caro que o 660.
Claro, o Zumo 350LM vem com algumas características interessantes e úteis, que os outros modelos não oferecem. Um deles é ter direito a atualizações dos mapas instalados de fábrica gratuidamente por toda a vida (significado das letras LM - Life Maps - do modelo). Nos demais modelos esta gratuidade é válida para o primeiro ano, sómente. Para quem vive nos EUA ou na Europa, é um atrativo, considerando que a atualização de um mapa City Navigator custa entre US$80 e US$100, dependendo da região. Para mim, não é uma grande vantagem. As mudanças não são muito grande na América do Norte ou na Europa e um mapa pode ser utilizado por uns 3 anos, com razoável eficiência. Com as atualizações mensais gratuitas no mapa brasileiro que uso (Projeto Tracksource), este atrativo não tem muita força. E perde, de longe, para uma função existente no Zumo 660: o MP3 Player. Igual ao Zumo 220, o novo Zumo 350LM não reproduz músicas gravadas no formato MP3. Ou qualquer outra música.
Isto é, realmente, um ponto negativo para mim. Vejam bem, eu gosto de pilotar escutando música. Se você estiver usando o mapa com indicações de rota, tem que deixar o áudio no GPS. Com isto, você fica impedido de usar o rádio ou ouvir um CD. Ou seja, nada de música!
Outra vantagem do 660 é a existência dos mapas em 3-D, muito útil nos EUA e na Europa. O 350LM não oferece este tipo de mapas. Além disso, o Zumo 660 permite visualizar fotos. Isto é muito útil quando estamos indo para lugares que não conhecemos. Explico: com a facilidade oferecida pelo Google Maps de se ver uma imagem do local onde se procura, pode-se fazer uma captura dessa imagem e transformá-la numa foto. Colocando-se no GPS, ajuda muito. Faço muito isto, nas minhas viagens.
De qualquer modo, vamos fazer uma comparação entre os dois. O tamanho é similar, assim como o peso. A tela tem a mesma tecnologia e resolução: WQVGA, 480x272 pixels. A tela do 350LM é 2mm menor na largura e 1mm menor na altura.
A duração da bateria é melhor no 350LM: 7 horas versus 5 horas no 660. Mas neste último ela é removível e fácial de trocar, em caso de necessidade. No 350LM temos que enviá-la para a Garmin para substituição.
A quantidade de POIs é igual e a capacidade de Rotas, também, se utilizarmos os cartão microSD. As informações sobre as condições do tráfego, disponíveis nos EUA, é mais completa no 660, pois o novo 350LM só disponibiliza estas informações quando instalado num automóvel, pois a antena de recepção dos avisos de tráfego está acoplada ao cabo de força desse veículo. No Zumo 660, está na antena incorporada no próprio GPS.
Uma boa vantagem do Zumo 350LM é o registro de manutenção da sua motocicleta, que permite anotar todos os itens importantens já realizados e usar como um lembrete para os próximos. Eu uso um App no meu iPhone que faz o mesmo trabalho, mas acho interessante ter isto no GPS, especialmente para quem usa sempre.
Ah, o 350LM também vem com um alarme. Serve como back-up se o seu celular não funciona e o serviço de despertar do seu hotel é inoperante.
Pode ser que mude minha opinião quando tiver um desses na mão para examiná-lo melhor, Por enquanto, fico com o Zumo 660.
Não entendí a razão deste novo GPS. À primeira vista é uma mistura fraca do Zumo 660 com o Zumo 220. Não gostei, inclusive do preço. A Garmin está sugerindo US$699,99 ou US$50 mais caro que o 660.
Claro, o Zumo 350LM vem com algumas características interessantes e úteis, que os outros modelos não oferecem. Um deles é ter direito a atualizações dos mapas instalados de fábrica gratuidamente por toda a vida (significado das letras LM - Life Maps - do modelo). Nos demais modelos esta gratuidade é válida para o primeiro ano, sómente. Para quem vive nos EUA ou na Europa, é um atrativo, considerando que a atualização de um mapa City Navigator custa entre US$80 e US$100, dependendo da região. Para mim, não é uma grande vantagem. As mudanças não são muito grande na América do Norte ou na Europa e um mapa pode ser utilizado por uns 3 anos, com razoável eficiência. Com as atualizações mensais gratuitas no mapa brasileiro que uso (Projeto Tracksource), este atrativo não tem muita força. E perde, de longe, para uma função existente no Zumo 660: o MP3 Player. Igual ao Zumo 220, o novo Zumo 350LM não reproduz músicas gravadas no formato MP3. Ou qualquer outra música.
Isto é, realmente, um ponto negativo para mim. Vejam bem, eu gosto de pilotar escutando música. Se você estiver usando o mapa com indicações de rota, tem que deixar o áudio no GPS. Com isto, você fica impedido de usar o rádio ou ouvir um CD. Ou seja, nada de música!
Outra vantagem do 660 é a existência dos mapas em 3-D, muito útil nos EUA e na Europa. O 350LM não oferece este tipo de mapas. Além disso, o Zumo 660 permite visualizar fotos. Isto é muito útil quando estamos indo para lugares que não conhecemos. Explico: com a facilidade oferecida pelo Google Maps de se ver uma imagem do local onde se procura, pode-se fazer uma captura dessa imagem e transformá-la numa foto. Colocando-se no GPS, ajuda muito. Faço muito isto, nas minhas viagens.
De qualquer modo, vamos fazer uma comparação entre os dois. O tamanho é similar, assim como o peso. A tela tem a mesma tecnologia e resolução: WQVGA, 480x272 pixels. A tela do 350LM é 2mm menor na largura e 1mm menor na altura.
A duração da bateria é melhor no 350LM: 7 horas versus 5 horas no 660. Mas neste último ela é removível e fácial de trocar, em caso de necessidade. No 350LM temos que enviá-la para a Garmin para substituição.
A quantidade de POIs é igual e a capacidade de Rotas, também, se utilizarmos os cartão microSD. As informações sobre as condições do tráfego, disponíveis nos EUA, é mais completa no 660, pois o novo 350LM só disponibiliza estas informações quando instalado num automóvel, pois a antena de recepção dos avisos de tráfego está acoplada ao cabo de força desse veículo. No Zumo 660, está na antena incorporada no próprio GPS.
Uma boa vantagem do Zumo 350LM é o registro de manutenção da sua motocicleta, que permite anotar todos os itens importantens já realizados e usar como um lembrete para os próximos. Eu uso um App no meu iPhone que faz o mesmo trabalho, mas acho interessante ter isto no GPS, especialmente para quem usa sempre.
Ah, o 350LM também vem com um alarme. Serve como back-up se o seu celular não funciona e o serviço de despertar do seu hotel é inoperante.
Pode ser que mude minha opinião quando tiver um desses na mão para examiná-lo melhor, Por enquanto, fico com o Zumo 660.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Rodovias de Santa Catarina com mais Radares
As rodovias federais de Santa Catarina receberam 39 radares e barreiras eletrônicas, neste primeiro semestre, dos quais 13 estão em funcionamento — cinco no trecho sul da BR-101, cinco na BR-470 e três na BR-282, em Florianópolis. Ainda estão previstos outros 165 aparelhos de fiscalização para o Estado. A informação é do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que executa instalação dos equipamentos.
A colocação deles faz parte do Plano Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade, do governo federal. Além da 101, da 470 e da 282, os aparelhos foram instalados na BR-280, 153 e 158. Apesar de não ser mais obrigatório o aviso sobre a existência dos equipamentos, o Dnit manteve placas comunicando que a rodovia tem fiscalização eletrônica.
A instalação dos 204 aparelhos deve ser concluída até o final deste ano. Depois de instalados, eles precisam ser ligados à rede elétrica e receber a certificação do Inmetro. Após isso, eles podem multar. O Dnit não irá avisar quando os aparelhos começarão a autuar. Os 15 redutores de velocidade colocados na BR-280, por exemplo, aguardam essas etapas para começarem a funcionar.
São três tipos de equipamentos de fiscalização: o radar fixo, a barreira eletrônica e o avanço de sinal vermelho, que também irá multar carros que pararem sobre a faixa e em excesso de velocidade. O custo de instalação no Estado é de R$ 118,3 milhões.
Para decidir sobre o local de cada tipo de aparelho, o Dnit se baseou em estudos técnicos anuais dos pontos críticos das rodovias federais, feitos a partir de dados de ocorrência de acidentes levantados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em todos os estados. No Brasil, serão instalados 2.696 equipamentos, que vão monitorar 5.392 faixas. A justificativa do governo federal é reduzir o número de acidentes.
Para o inspetor da PRF, Fábio dos Santos, não há dúvidas de que a iniciativa, que ele considera positiva, diminuirá os acidentes nas BRs do Estado. Ele explica que a velocidade máxima permitida é calculada com base em aspectos como característica da estrada, quantidade e tipo de carros que trafegam nela, por isso a necessidade de se respeitar o máximo determinado.
— Senão, gera acidentes, e a reposta a isso é uma fiscalização — ressalta.
O doutor em Engenharia de Transportes pela Universidade de São Paulo (USP) e presidente do Instituto de Certificação e Estudos de Trânsito e Transportes (Icetran), José Leles, os radares funcionam como inibidores de excesso de velocidade, desde que sejam colocados em trechos que não sofram grandes variações de velocidade e haja o aviso de que a rodovia é fiscalizada eletronicamente. Para ele, o radar é importante para evitar a infração. Ele discorda que a população só respeita as leis com cobrança de multa. O professor acredita que a penalidade financeira é para as pessoas que, mesmo com processos educativos, insistem em comentar a infração.
Câmeras de monitoramento
Os trechos da BR-101 e BR-116 do Estado administrados pela OHL — Autopista Litoral Sul e Planalto Sul — não receberam redutores de velocidade. Mas o motorista que trafega pela 101 já deve ter percebido aparelhos instalados em postes às margens da estrada. São câmeras de monitoramento 24 horas e não de fiscalização.
A empresa instalou 122 câmeras na rodovia. A distância entre elas é de 1,8 quilômetros. O gerente de tráfego da Autopista Litoral Sul, Ademir Custódio, esclarece que os equipamentos são para monitorar o tráfego, condições da estrada e meteorológicas.
Além da BR-101, foram instaladas 40 câmeras na BR-376, que liga Santa Catarina ao Paraná, e outras 13, no Contorno Leste de Curitiba. Todas as imagens são exibidas no Centro de Controle Operacional da Autopista Litoral Sul, que fica em Joinville. Dos 175 aparelhos instalados, 65 já estão conectados, por fibra ótica, ao centro operacional.
De acordo com Custódio, a instalação das câmeras não irá alterar o preço do pedágio, porque o serviço estava previsto em contrato.
Fonte: Diário Catarinense
domingo, 27 de maio de 2012
Adeus, Cravinhos.
sábado, 26 de maio de 2012
Harley-Davidson do Tsunami Será Preservada
A Harley-Davison Softail Night Train 2004 foi parcialmente
destruída no tsunami que devastou a região norte do Japão em Março de 2001 e será
preservada no Harley-Davidson Museum, em Milwaukee.
A motocicleta foi encontrada por Peter Mark numa praia da
British Columbia, Canadá. Através da placa e do número do chassis, o
proprietário foi identificado e encontrado, no Japão.
Ikuo Yokohama perdeu sua casa e dois familiares no tsunami
que destruiu sua cidade em 11 de Março do ano passado. Ele está morando
temporariamente na cidade de Miyagi, Japão. A Harley-Davidson havia oferecido para recuperar a motocicleta e enviá-la de volta ao Japão, mas Ikuo não aceitou.
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| Ykuo Yokohama |
“Desde que a motocicleta foi encontrada, tenho discutido com vários amigos e familiares o
que fazer com ela. Cheguei à conclusão que o melhor que
podemos fazer é preservá-la nas condições em que está, no Museu da Harley-Davidson,
como um tributo às mais de 15.000 vítimas do tsunami e um reconhecimento à
comunidade Harley-Davidson de todo o mundo, que se movimentou no trabalho de
me localizar e se ofereceram por recuperá-la”,
disse ele numa entrevista.
Peter Mark encontrou a motocicleta dentro de um container,
junto com outros pertences, que foi carregado pelas correntes do Pacífico Norte, por mais de 7.300 km, até a costa oeste do Canadá. Com a ajuda de amigos a Night
Train foi levada para a cidade de Victoria. Com o apoio de duas concessionárias
H-D da região, o proprietário da motocicleta foi identificado.
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| A Night Train 2004, preparada para o transporte até Milwaukee. |
Bill Davidson, Vice-Presidente do Harley-Davidson Museum
disse estar honrado em receber a motocicleta, que será preservada e colocada em
exibição no museu, como uma homenagem à vítimas do terremoto e do subsequente
tsunami.
domingo, 20 de maio de 2012
GPS Garmin Zumo 220
Minha amiga Vera Filippetto pediu uma opinião sobre o GPS
Garmin Zumo 220.
Este aparelho foi lançado em 2010 com o objetivo de atrair
mais compradores para a linha Zumo, projetada para uso em motocicletas.
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| GPS Garmin Zumo 220. |
Os dois irmãos mais velhos, o Zumo 550 e o Zumo 660 já estão
no mercado há muito tempo e conquistaram um público fiel. O Zumo 660 é hoje o
GPS mais vendido no mundo para uso em motocicleta, estando disponível na versão
direta da Garmin ou nas comercializadas pela Harley-Davidson e pela BMW.
A comparação entre o Zumo 550 e o Zumo 660 já foi feita
aqui e sua leitura é complementar
ao que estou postando agora.
Básicamente o Zumo 220 executa as funções que precisamos
para uma viagem de motocicleta, com alguns itens a menos, que justificam seu
preço mais econômico. No mercado americano, o Zumo 220 é vendido por US$400 no Amazon.com, enquanto o Zumo 660 custa
US$650.
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| Garmin Zumo 220 - o que vem na caixa. |
De tamanho reduzido, é o mais compacto da linha Zumo com
apenas 209,2 cm³ e 215 gramas (O 550 tem 495 cm³/300 grama e o 660 tem 260 cm³/270
gramas).
A tela do Zumo 220, de cristal líquido delgado, é exatamente
do mesmo tamanho, tipo e resolução daquela encontrada no Zumo 550: 8,9 cm (2.8”)
na diagonal, resolução de 320x240 pixels e tecnologia QVGA.
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| A parte posterior do Zumo 220. |
O tempo de uso, com bateria, está bem melhor. Segundo a
Garmin, a bateria do 220 dura até 8 horas de uso, contra 4 horas no 550 e 5
horas no 660. Nos dois modelos maiores, na maioria das vezes o GPS está ligado
na bateria do veículo, portanto o tempo de carga da bateria não é relevante. No
caso do 220, é importante a bateria durar mais tempo, permitindo seu uso em
motocicletas sem a ligação elétrica ao veículo.
O Zumo é resistente à chuva e vibrações. Vem equipado com
uma entrada para um cartão microSD, permitindo aumentar a memória do GPS e a
inclusão de mais mapas e rotas. Pode-se guardar 500 Pontos de Interesse (POI), a mesma capacidade encontrada no Zumo 550.
Igual ao Zumo 660, o 220 tem relógio universal, conversor de unidades e moedas e calculadora.
Um problema, entretanto, é o teclado alfabético igual ao do 550, ao invés do padrão QWERTY, usado em computadores e encontrado no Zumo 660 e outros GPS mais completos da Garmin.
![]() |
| Teclado alfabético. |
Outro inconveniente, pelo menos para mim, é não reproduzir
mp3 e não ter saída de áudio, não permitindo a conexão ao sistema de som da
motocicleta, como numa Ultra Glide, por exemplo.
Mas vem equipado com tecnologia Bluetooth que permite
escutar as informações do GPS através do auricular de um celular ou do
intercomunicador de capacete, tipo Scala Rider.
No mais, faz todas as demais funções encontradas na série
Zumo da Garmin, tais como: excelente recepção dos sinais de satélite; uso de
qualquer mapa compatível com o Mapsource; roteável; indicação sonora do
caminho; escolha do tipo de rota (rápida, mais curta, fora de rodovias, evitar
pedágios); limite de velocidade da estrada (nos EUA e Europa, é claro!), POIs
individuais (favoritos), ver fotografias e compatibilidade com o sistema
Windows XP ou mais novo e o Mac OS X 10.4 ou mais novo.
Resumindo, o Garmin Zumo 220 é um modelo econômico e que
atende as necessidades básicas do motociclismo, com a tecnologia já provada da Garmin.
sábado, 19 de maio de 2012
O Pensamento de Willie G.
O que pensa Willie G. sobre . . .
. . . a divisória entre a fluidez mecânica e a tecnologia necessária nas motocicletas modernas:
"Quando penso em moto ciclo, estas duas palavras, isto é na realidade um motor e rodas. Algumas das motocicletas mais bonitas já construídas eram motos de trilha, só um motor e um par de rodas. A funcionalidade tem que liderar, mas o que é bacana a respeito da Harley-Davidson é que os engenheiros trabalham lado-a-lado com a minha equipe, de forma que podemos ter a melhor combinação que é visualmente agradável e que cumpre com os critério técnicos da funcionalidade. Assim, coisas necessárias são incluídas no projeto da motocicleta. O ABS, colocado no centro do eixo da roda da frente é um bom exemplo. Ele foi minimizado de forma a não estragar a beleza da roda dianteira da motocicleta."
. . . refrigeração a líquido no futuro da Harley-Davidson:
"Não posso dizer o que vai acontecer nos novos modelos, mas há certas vantagens num motor refrigerado a líquido. Nós sabemos disso. Mas há certos detalhes que tornam uma Harley-Davidson reconhecida, amada e desejada pelas pessoas. Nós queremos manter este visual. Uma V-Rod não precisa ter os cilindros expostos. O motor poderia parecer com uma bomba dágua. Mas não é. É um motor muito bonito, não é mesmo? Se você tiver que fazer a transição, tem que ser algo que mantenha o espírito. Você não pode passar do redondo para o quadrado. Um radiador é uma peça muito difícil de disfarçar num projeto, mas conseguimos escondê-lo na V-Rod e de uma forma bem suave. Como projetistas, podemos seguir por qualquer caminho, mas temos que ser muito cuidadosos."
. . . a Sportster:
"É uma Harley-Davidson clássica. Nos leva a 1957. Tem um grande valor. Nós a reinventamos várias vezes. Tenho orgulho do nosso departamento e da nossa habilidade em pegar esta motocicleta clássica e mantê-la atual. Dê uma olhada no que fizemos nos últimos seis, sete anos; o resultado é ótimo. Alguns modelos ficaram mais simples, outros mais clássicos, parecidos com motos construídas na garage de casa. A Seventy-Two nos leva ao visual dos anos 1960 e 1970. Tudo é questão de como você combina as partes, sem perder o conteúdo."
. . . a Harley-Davidson e os modelos antigos:
"Muitas pessoas perguntam se voltaremos a fazer uma Knucklehead ou alguma coisa do gênero. Temos que nos lembram que aquelas Knuckle e Panheads não tinham os detalhes que temos hoje. Eu tenho algumas dessas motocicletas antigas em casa e gosto muito delas, mas não podemos duplicá-las, hoje, pois não teremos como satisfazer certas exigências que não existiam naqueles tempos. Temos que continuar a reinventar nossas motocicletas. Elas tem que cumprir com as exigências modernas, sem perder a magia, a paixão, que despertam."
. . . a V-Rod e o desvio deliberado da tradição:
"As V-Rods são grandes motocicletas. O motor é uma maravilha. Não conseguimos produzí-las em número suficiente para atender o mercado latino-americano. Estas motocicletas são valiosas para nós pois, para ser uma empresa viável, temos que continuar a atrair novos clientes. Volume de vendas e resultado positivo é o que mantém uma empresa no mercado, assim temos que continuar inventando coisas novas e, ao mesmo tempo, manter aquilo que é nossa tradição de quase 110 anos. Motores refrigerados à ar representam o nosso maior volume. Por isso, temos que ter muito cuidado ao tentar coisas diferentes."
Parte de alguns depoimentos de Willie G. Davidson na imprensa especializada, depois do anúncio de sua aposentadoria. Willie G. foi o cérebro por trás da recuperação da Harley-Davidson e o responsável pelo projeto das motocicletas de maior sucesso mundial.
. . . a divisória entre a fluidez mecânica e a tecnologia necessária nas motocicletas modernas:
"Quando penso em moto ciclo, estas duas palavras, isto é na realidade um motor e rodas. Algumas das motocicletas mais bonitas já construídas eram motos de trilha, só um motor e um par de rodas. A funcionalidade tem que liderar, mas o que é bacana a respeito da Harley-Davidson é que os engenheiros trabalham lado-a-lado com a minha equipe, de forma que podemos ter a melhor combinação que é visualmente agradável e que cumpre com os critério técnicos da funcionalidade. Assim, coisas necessárias são incluídas no projeto da motocicleta. O ABS, colocado no centro do eixo da roda da frente é um bom exemplo. Ele foi minimizado de forma a não estragar a beleza da roda dianteira da motocicleta."
. . . refrigeração a líquido no futuro da Harley-Davidson:
"Não posso dizer o que vai acontecer nos novos modelos, mas há certas vantagens num motor refrigerado a líquido. Nós sabemos disso. Mas há certos detalhes que tornam uma Harley-Davidson reconhecida, amada e desejada pelas pessoas. Nós queremos manter este visual. Uma V-Rod não precisa ter os cilindros expostos. O motor poderia parecer com uma bomba dágua. Mas não é. É um motor muito bonito, não é mesmo? Se você tiver que fazer a transição, tem que ser algo que mantenha o espírito. Você não pode passar do redondo para o quadrado. Um radiador é uma peça muito difícil de disfarçar num projeto, mas conseguimos escondê-lo na V-Rod e de uma forma bem suave. Como projetistas, podemos seguir por qualquer caminho, mas temos que ser muito cuidadosos."
. . . a Sportster:
"É uma Harley-Davidson clássica. Nos leva a 1957. Tem um grande valor. Nós a reinventamos várias vezes. Tenho orgulho do nosso departamento e da nossa habilidade em pegar esta motocicleta clássica e mantê-la atual. Dê uma olhada no que fizemos nos últimos seis, sete anos; o resultado é ótimo. Alguns modelos ficaram mais simples, outros mais clássicos, parecidos com motos construídas na garage de casa. A Seventy-Two nos leva ao visual dos anos 1960 e 1970. Tudo é questão de como você combina as partes, sem perder o conteúdo."
. . . a Harley-Davidson e os modelos antigos:
"Muitas pessoas perguntam se voltaremos a fazer uma Knucklehead ou alguma coisa do gênero. Temos que nos lembram que aquelas Knuckle e Panheads não tinham os detalhes que temos hoje. Eu tenho algumas dessas motocicletas antigas em casa e gosto muito delas, mas não podemos duplicá-las, hoje, pois não teremos como satisfazer certas exigências que não existiam naqueles tempos. Temos que continuar a reinventar nossas motocicletas. Elas tem que cumprir com as exigências modernas, sem perder a magia, a paixão, que despertam."
. . . a V-Rod e o desvio deliberado da tradição:
"As V-Rods são grandes motocicletas. O motor é uma maravilha. Não conseguimos produzí-las em número suficiente para atender o mercado latino-americano. Estas motocicletas são valiosas para nós pois, para ser uma empresa viável, temos que continuar a atrair novos clientes. Volume de vendas e resultado positivo é o que mantém uma empresa no mercado, assim temos que continuar inventando coisas novas e, ao mesmo tempo, manter aquilo que é nossa tradição de quase 110 anos. Motores refrigerados à ar representam o nosso maior volume. Por isso, temos que ter muito cuidado ao tentar coisas diferentes."
Parte de alguns depoimentos de Willie G. Davidson na imprensa especializada, depois do anúncio de sua aposentadoria. Willie G. foi o cérebro por trás da recuperação da Harley-Davidson e o responsável pelo projeto das motocicletas de maior sucesso mundial.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
A Triste Realidade do Trânsito
O trânsito matou 42.844 brasileiros em 2010, segundo dados
recém-consolidados pelo Ministério da Saúde. Foram em média 117 mortes por dia.
Um aumento de 13,9% em relação a 2009, quando os acidentes deixaram 37.594
vítimas.
Foi batido o recorde de 1996, quando 40.610 pessoas perderam
a vida no trânsito. De lá para cá, houve algumas melhorias devidas a políticas
públicas de segurança viária. Mas elas foram tímidas e duraram pouco. E a falta
de rigor na fiscalização estimulou a imprudência e a confiança na impunidade.
A entrada em vigor do Código de Trânsito Brasileiro, em
1998, trouxe alguns bons resultados, infelizmente passageiros. A legislação foi
apontada como uma das mais avançadas do mundo por reunir normas rígidas, multas
pesadas, apreensão da carteira de habilitação dos infratores e até prisão.
Radares eletrônicos se multiplicaram nas ruas e julgou-se,
erradamente, ter aumentado a preocupação dos motoristas com os riscos do
excesso de velocidade. Por dois anos consecutivos houve redução do número de
mortes.
Mas entre 2000 e 2008, o total de vítimas voltou a crescer e
só foi freado pela chegada da Lei Seca, em 2009, quando uma redução de 2% foi
conquistada, graças às blitze que flagravam motoristas embriagados e os levavam
às delegacias. O ânimo da fiscalização, porém, durou pouco e com ele as
esperanças despertadas pela lei.
Os dados de 2010 - os de 2011 estão sendo consolidados -
indicam que o maior aumento de acidentes foi registrado entre os ocupantes de
motocicletas. Entre 2009 e 2010 aumentou em 16,7% o número de mortes de
motociclistas e garupas, que chegou a 10.825.
Conforme o Mapa da Violência no Brasil, elaborado pelo
Instituto Sangari, em cada três desastres com mortes registrados pelo Denatran,
em 2010, um envolveu motociclista. Isso torna o Brasil o segundo país do mundo
em número de vítimas de acidentes com motos.
São 7,1 óbitos para cada 100 mil habitantes, taxa que, nos
últimos 15 anos, cresceu mais de 800%. A letalidade de um acidente é 14 vezes
maior para o motociclista do que para ocupantes de automóveis.
Em dez anos, entre 1998 e 2008, o total de motociclistas
mortos anualmente em acidentes passou de 1.047 para 8.939. Especialistas
estimam que a tendência seja de agravamento da situação, tendo em vista a
facilidade do crédito para a aquisição desses veículos, as deficiências da
fiscalização dos motociclistas - muitos adquirem as motos sem ter carteira de
habilitação - e a falta de infraestrutura urbana para abrigar essa frota
crescente.
Dados do Denatran mostram que há mais de 18 milhões de
motocicletas em circulação no País. O número equivale a 25% da frota nacional
de automóveis e reflete um crescimento de 246% na última década.
Melhorar a malha viária, aprimorar as condições de
segurança, investir em campanhas de conscientização e mudança de comportamento
e estabelecer política educacional de longo prazo para melhorar a formação dos
futuros motoristas são medidas fundamentais a serem adotadas pelo governo para
tirar o Brasil do grupo dos países com maiores índices de mortos no trânsito -
os outros são Índia, Rússia e China.
Os acidentes com pedestres também cresceram. O número de
óbitos passou de 8.799 para 9.944 - uma alta de 13%. As mortes dos ocupantes de
automóveis aumentaram 11%. Foram de 8.133, em 2009, para 9.059, no ano
seguinte.
As duas regiões do País com maior índice de violência no
trânsito são a Sudeste (15.598 óbitos) e a Nordeste (11.853). Outro dado
preocupante - os jovens, de 21 a 29 anos, são as principais vítimas do
trânsito, com 26,3% do total de mortos. Além de reduzir a expectativa de vida
da população jovem, a tragédia do trânsito impõe altos custos sociais e
econômicos aos sistemas de saúde e previdenciário.
A solução desse grave problema exige também que o governo -
essa é a sua parte - se conscientize de que o aumento constante da frota de
veículos exige a expansão e a melhoria da infraestrutura viária.
Fonte: O Estado de São Paulo
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