terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A Coisa Está Ficando Feia no Mundo Harley-Davidson, no Brasil

Comentário postado por um amigo, no Facebook:


"Faz exatos 30 dias comprei mais uma HD, zero km, linda, desta feita uma Road King, na Auto Star SP.

As decepções começaram quando da montagem de acessórios: o eixo traseiro está literalmente enferrujado, bem como diversos parafusos e suportes.

Agora não podem fazer a primeira revisão, dos 1.600 km.

A The One Curitiba, onde tentei por fim, informou-me o motivo: as concessionárias não dispõem de "filtro de óleo" no país!!!

Como tenho viagem marcada, para mais de 4 mil km, acabei por comprar um filtro original e o levarei para poderem fazer a bendita revisão!

Companheiros PHDs a coisa continua ruim. Até agora de novo só discurso, mas nada de efetivas melhoras.
Temos que nos mexer..."

Na minha terra (MG) tem um ditado antigo que diz "quem não tem competência não se estabeleça."

Uma das razões principais argumentadas pela Harley-Davidson Motor Company para romper o contrato com o Grupo Izzo foi a incompetência do antigo concessionário em cumprir com suas obrigações junto aos consumidores da marca. Quem a HDMC vai culpar, agora?

E é bom ressaltar: isto não acontece nos EUA. Será que só nós, brasileiros, aceitamos este desrespeito?

Denúncia de Maus Tratos a Uma Lenda - A Resposta da Tennessee Harley-Davidson

A concessionária publicou um esclarecimento sobre o assunto, no perfil da loja no Facebook (http://www.facebook.com/tennesseehd/posts/350214625003440:)

Tennessee Harley-Davidson
COMUNICADO OFICIAL
Sr(a)s, boa tarde!
Nossa diretoria, ao tomar conhecimento do caso do Sr. Natal, apurou os fatos e entrou em contato com o cliente esclarecendo o ocorrido.
O atraso decorreu do desabastecimento de algumas peças originais que a Tennessee, obrigatoriamente, só pode comprar através da Harley-Davidson do Brasil.
A Tennessee, em conjunto com a Harley-Davidson do Brasil, está buscando alternativas emergenciais para a aquisição destas peças faltantes através de algum canal oficial.
Em contato com o Sr. Natal, a Tennessee lamentou o ocorrido, esclareceu que a origem do problema decorreu do desabastecimento de peças originais, e se prontificou a entregar sua moto em condições melhores que quando foi deixada na concessionária, independente das responsabilidades.
A diretoria da Tennessee está pessoalmente acompanhando a solução do caso e manterá a todos informados.

Então, segundo a concessionária, o problema é da Harley-Davidson do Brasil. 

Será que a H-D do B vai se explicar? Espero que sim.

A Fúria dos Impostos


O RECORDE DOS IMPOSTOS

A economia brasileira cresceu em torno de 3% no ano passado, uma performance reconhecida interna e externamente como expressiva, no contexto de desaceleração da produção mundial. Nessas circunstâncias, a arrecadação de impostos federais teve um desempenho excepcional e cresceu 10%, descontada a inflação.

A União obteve uma receita recorde de R$ 993,6 bilhões, num claro descompasso entre a capacidade produtiva do país e a fúria arrecadatória do governo. É muito imposto para ter como retribuição serviços de baixa qualidade e, como revelam os balanços do setor público do ano passado, uma aplicação de verbas muito aquém do previsto em investimentos de infraestrutura.

O que o contribuinte se indaga, todo ano, é o que, afinal, o governo faz com tanto dinheiro. Pelo que propagandeia, deveria estar investindo em melhorias em aeroportos, portos, estradas e em outras obras de infraestrutura, além das áreas essenciais da saúde e da educação.

Não foi o que ocorreu em 2011, quando, em nome do superávit nas contas públicas, houve um decréscimo de investimentos. Pelo balanço oficial, o Programa de Aceleração do Crescimento teria desembolsado R$ 28 bilhões no ano passado, um valor que seria 21% superior ao de 2010.

A cifra é enganosa. Desse total, cerca de R$ 18 bilhões foram de restos a pagar, ou seja, de dotações do ano anterior, referentes a obras que em eu sua maioria já estavam em andamento. De dinheiro novo, foram efetivamente aplicados R$ 9,4 bilhões.

O resumo do balanço é que o governo arrecadou muito e fez economia com o que poderia gerar mais produção, mais renda e mais emprego. A conclusão de especialistas em contas públicas é de que há, desde 2009, estagnação ou retrocesso nos recursos que poderiam garantir modernização e maior eficiência à infraestrutura brasileira.

O desalento é ampliado porque, ao mesmo tempo, não houve nenhum esforço no sentido de reduzir gastos com custeio da máquina pública e com o inchado quadro de pessoal, principalmente dos cargos em comissão. Gasta-se cada vez mais com o que não representa nenhuma melhoria nos serviços e tampouco contribui para que empreendimentos privados sejam, direta ou indiretamente, beneficiados.

O recorde de arrecadação não se traduz, por exemplo, em melhorias na área da saúde. Dos R$ 553 milhões previstos para a construção de unidades básicas, foram aplicados apenas 10%. Na implantação de Unidades de Pronto Atendimento, estavam orçados R$ 232 milhões e foram liberados apenas 9% deste total.

Outro programa, de implantação de postos de polícia comunitária, decisivo para o combate à criminalidade nas grandes e médias cidades, não recebeu um centavo dos R$ 350 milhões da dotação de 2011, segundo cálculos do economista Roberto Piscitelli, da Universidade de Brasília.

Falta, evidentemente, racionalidade na aplicação das verbas, o que confirma entre os cidadãos a sensação de que a cada ano todos contribuem cada vez mais para que o governo aplique, no que realmente interessa, cada vez menos.
Fonte: Jornal Zero Hora - RS

domingo, 29 de janeiro de 2012

Denúncia de Maus Tratos a Uma Lenda


Desabafo do Harleyro Natal José Dias, de Rio Claro, SP, publicado no Facebook no domingo, 29 de Janeiro de 2012 às 14:15

"Prezados Gestores da Harley-Davidson nacional e internacional.

Sou um Harleyro de coração e alma, defendo a marca, os amigos, divulgo os eventos, participo dos encontros, já estive duas vezes em Milwaukee, participei da parada dos 105 anos, portanto um amante dessa lenda que é Harley-Davidson.

Pois é, depois de voltar de um encontro internacional da Harley-Davidson em Cusco – Perú em outubro de 2.011, no exato dia 10.10.2.011 deixei minha DeLux para revisão e reposição de algumas peças danificadas na concessionária Tennessee em Souzas – região de Campinas – SP.

Passados 30 dias, orçamento aprovado e nenhuma notícia da devolução da moto. Moro a 100 km da concessionária e por inúmeras vezes tentei em vão falar com o setor de assistência técnica e não atendem ao telefone. Falei com o setor comercial, Sra. Roseli que gentilmente foi “buscar” o consultor e mesmo assim ele não me atendeu. Diziam que o telefone estava com defeito na oficina. Fui à concessionária, falei com o consultor que alegou falta de reposição de peças por parte da Harley-Davidson dos Estados Unidos, mas que breve estaria solucionado.

Noventa dias após, tentativas diárias de falar pelo telefone sem sucesso, através da responsável pelo HOG Tennessee, Steffani, ela consegui colocar o Gerente da oficina Sr. Eduardo na linha para falar comigo e esse se prontificou a avaliar os estoque e me retornar em 3 dias.

Passados mais 15 dias, ou seja, 110 dias após deixar a moto na concessionária, e sem retorno do citado gerente, fui novamente à concessionária.

Pasmem, os telefones da oficina continuam quebrados, ninguém para me atender por 15 minutos e quando um dos mecânicos me viu perambulando sem rumo pelo pátio foi me atender.

Expliquei-lhe meu caso e qual foi nossa surpresa quando ele descobriu minha moto.

Enferrujada, suja de barro e pó, ainda com a sujeira de minha última viagem, pneus vazios, em total estado de abandono e desprezo.

Fotografei a “coitada” e fui procurar um dirigente da concessionária. Não havia ninguém, gerente, proprietário, supervisores, até que uma consultora de vendas, Roseli que à muito conheço, desceu a oficina comigo para constatar o abandono e descaso com o consumidor e máquina.

 Esbravejei, exigi providências e ouvi apenas desculpas. Ouvi até que se a moto estivesse na minha casa, tanto tempo sem uso estaria nas mesmas condições. Mentira pois eu a teria lavado, lubrificado, pulverizado com anti-ferrugem e colocado-a sobre um cavalete.

Senhores seguem as fotos para comprovar o crime cometido com a minha Harley, com a minha pessoa e com a comunidade hardeyra desse nosso país.




Estamos a mercê de despreocupados com o consumidor, com a falta de ética de mercado e ficamos sempre quietos. Necessitamos de uma providência urgente!

Até quando?

Natal José Dias
Rio Claro – SP
29 de janeiro de 2.012"

O Natal Dias é meu amigo no Facebook e foi meu companheiro na travessia de Coast-to-Coast (NY to LA) em Julho de 2010. É um dos Halreyros mais leais à marca que conheço.
.
É impressionante como tudo mudou e, no entanto, continua na mesma. Para algums, está ainda pior.
Duvido muito que a Harley-Davidson consiga, realmente, aumentar suas vendas no Brasil, agindo desta maneira.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Outra Esportiva Harley-Davidson?

Já faz mais de dois anos que a Harley-Davidson Motor Company parou de produzir as motocicletas Buell.

 2009 Buell Ulisses

Desde então, o fundador da Buell e seu principal projetista, Erik Buell, saiu da H-D e fundou a Erik Buell Racing, uma pequena empresa dedicada a produzir motocicletas esportivas de alto desempenho.

2012 Erik Buell Racing 1190RS, de 1190cc

Mas será que a Harley-Davidson pretende desenvolver sua própria esportiva e competir com as motos esportivas japonesas acima de 600cc?

Perguntado sobre isto durante a apresentação dos resultados da empresa em 2011, na última terça-feira, o CEO da H-D Inc., Keith Wandell respondeu: "Quando você observa nossa estratégia em relação ao mercado feminino, aos jovens pilotos e o nosso crescimento internacional, verá que há algum produto para todo tipo de gosto."

Será que a Motor Company vai se aventurar por estes caminhos tão diversos?

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Floripa Harley-Davidson

Segundo nota publicada no Informe Econômico do Diário Catarinense, a futura concessionária Harley-Davidson de Florianópolis abrirá uma loja provisória na rua Fúlvio Aducci, no bairro Estreito, dentro de um mês.

A revenda definitiva, a ser construída nas margens da BR-101 e anteriormente anunciada para entrar em operação em Março, deverá ficar pronta em Junho ou Julho.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Harley-Davidson Anuncia Resultados de 2011



As vendas da Harley-Davidson cresceram 10,9% no último trimestre de 2011, apesar de ser uma época considerada de baixa estação nas vendas de motocicletas no hemisfério norte, devido à proximidade do inverno. 
No ano de 2011 as vendas de motocicletas H-D ao consumidor aumentaram 11,8% nos Estados Unidos e 5,9% no resto do mundo.No mesmo período, o mercado mundial de motocicletas acima de 650cc cresceu 4,3%.

2012 Harley-Davidson Tri Glide Ultra Classic
Keith Wandell,  Presidente e Principal Executivo da Harley-Davidson Inc., anunciou hoje ao mercado financeiro resultados excelentes no ano de 2011, com forte crescimento nas vendas das concessionárias em todo o mundo. Os lucros quase que dobraram, comparados a 2010, atingindo US$ 548,1 milhões.

"A Harley-Davidson está transformando sonhos em realidade, com uma extraordinária experiencia nas vendas e na satisfação dos clientes. Em 2011 fizemos progressos consideráveis, transformando nosso negócio em uma operação mais ágil e efetiva, superando as expectativas dos consumidores, " disse Wandell no comunicado oficial. "As mudanças ainda em continuação em todos os níveis da organização permitirá a Harley-Davidson consolidar-se como líder mundial, liderado pelos clientes como nunca antes, com menor tempo no desenvolvimento de novos produtos, fabricação flexível e uma experiência no varejo de primeira classe."

2012 Harley-Davidson Softail Fatboy
As vendas totais atingiram 235.188 motocicletas, sendo 151.683 unidades nos Estados Unidos. No mercado internacional 83.505 motocicletas foram vendidas em 2011, sendo 44.340 unidades na Europa, 21.416 na Ásia e 7.247 na América Latina.

A receita na venda de motocicletas em 2011 foi de US$ 3,55 bilhões, um crescimento de 13,3% comparado com 2010. Partes e Acessórios cresceram 9%, totalizando US$ 816,6 milhões, enquanto Mercadorias em Geral (roupas, calçados, etc.) totalizaram US$ 274,1 milhões ou 5,8% mais do que 2010.

2012 Harley-Davidson Road King
Para 2012 a Harley-Davidson espera vender entre 240.000 e 245.000 motocicletas no varejo (Estados Unidos e mercado internacional), um crescimento de 3% a 5%.

Abertura Oficial PHD 2012