Alguns comerciais bem bolados da Harley:
Harley and the pump
Harley and Rock
Born to Harley
We Believe in Harley
Harley and the cheater
"Um navio nunca se entrega ao inimigo e sua bandeira jamais se arria em presença dele. A Honra do Marinheiro o impede."
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
Férias ou Aposentadoria?
Estou em Niterói, na casa do meu filho, curtindo a família e o neto.
O Kiko (meu neto), que não nega a linhagem, adora motocicleta e aviões. Espero que tenha o mesmo gosta por navios . . .mas isto vamos ver mais tarde. Com isto, tenho me divertido muito com êle, que fica muito mais agarrado comigo, nesta visita.
O Kiko (meu neto), que não nega a linhagem, adora motocicleta e aviões. Espero que tenha o mesmo gosta por navios . . .mas isto vamos ver mais tarde. Com isto, tenho me divertido muito com êle, que fica muito mais agarrado comigo, nesta visita.
Eu continuo surpreendido com a facilidade com que ele interage comigo, ainda que tenha alguma dificuldade em se comunicar. É que ele ainda usa, algumas vezes, aquele idioma alienígena que só as crianças sabem falar.
Ele gosta de pilotar a moto que ganhou de presente do outro avô (a propósito, também Comandante da Marinha, aposentado/na reserva), no seu segundo aniversário. O interessante é que só faz isto devidamente equipado e com seu capacete. É de pequeno que as noções de segurança são alicerçadas.
Para mim, ainda parece que estou de férias. Não sentí, ainda, que estou de "pijama". Vamos ver quando "cai a ficha"!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Eu tenho Harley e daí?
Algumas razões para ter uma Harley (segundo o João Luiz Zucoloto e com a minha total concordância):
Bom chega por hoje!!! Que vou andar de Harley, que me fortalece o corpo e alegra minha alma!!!
- Elas não são uma imitação de nada, mas sim, elas próprias.
- Existem milhares de acessórios disponíveis, para que você possa fazer a sua Harley exclusivamente sua.
- Mesmo uma Harley velha, tem um bom aspecto. Aliás, não existe uma Harley "velha". Existem Harleys antigas . . .
- Todo mundo reconhece uma Harley.
- Você não pode ouvir músicas sobre Suzukis,Hondas ou BMWs. Já Harleys . . .
- Você pode fingir que é um Hell's Angel no fim-de-semana, e então voltar à sua vida real nos dias úteis sem ir para a cadeia.
- Uma velha Harley em um depósito vale mais do que uma Honda nova.
- Quando você diz que está indo limpar a moto, o seu cônjuge sempre saberá onde você está, e não tem que se preocupar.
- Ela pode fazer com que você sorria, mesmo num mau dia.
- Mantêm policiais perguntando-se se você é um Hell's Angel ou quem será sob as roupas?
- Mesmo uma pequena Harley é uma grande moto.
- Você não tem que se vestir como um JASPION para andar de Harley.
- Você pode usar uma touca Harley e não fica ridículo. Alguém vai perguntar: Onde comprou?
- Contrariamente às motos esportivas, você não precisa visitar seu ortopedista após andar de Harley durante mais de 20 minutos.
- Você nunca precisará sair e comprar um vibrador.
- Você sempre tem alguma coisa para falar com os outros pilotos Harley.
- Você sempre pode encontrar uma peça para qualquer parte Harley, não importa quantos anos ela tenha.
- Elas têm apenas um carburador para ajustar. As mais recentes, nem isso.
- Elas estão sempre em grande estilo.
- Harleiros têm sempre alguma coisa para falar em festas.
- Você pode pilotar outras motos em Daytona ou Sturgis, mas, para quê?
- Mulheres que pilotam Harleys, têm olhar sexy, confiante e independente.
- Limpar sua moto é um ato de amor, não uma obrigação.
- Harleiros tem uma vida sexual melhor. VERDADE! ( desculpe aí!, mas mentiroso também tem – ih ih ih).
- Harleiros são reconhecidos mundialmente. Basta você usar uma touca ou camiseta em qualquer lugar do mundo e alguém vai se aproximar e conversar com você sobre a sua moto.
- As pessoas podem argumentar interminavelmente sobre as vantagens técnicas e a ergonomia das outras motocicletas, mas quando tudo foi dito, o Harleiro sobe na sua moto e sai com um sorriso.
- Harleiro sempre têm uma coisa útil para emprestar a alguém.
- Harleiro aprende a dizer "não" cedo, para as pessoas que pedem a moto emprestada. Esta habilidade é útil quando se lida com vendedores e crianças.
- Harleiros sempre viram as cabeças das pessoas, ao passar por uma da cidade.
- Você nunca está solitário. Uma família instantânea surge quando você compra uma Harley.
- Harleiros não têm de se preocupar com as suas motos se tornando obsoletas pelo modelo do próximo ano.
- O Casamento dá mais certo quando você tem uma Harley, porque o marido estará demasiado preocupado com a moto para se preocupar com outras mulheres. E a mulher sempre saberá quando ele não está em casa... Ele estará na garagem, limpando ou polindo.
- Quando alguém pergunta "O que você pilota?”. Você não tem de explicar o que é uma GSR783ATF-I. Você simplesmente diz: “Uma Harley”.
- Quando as pessoas perguntam "Será que não existe uma lista de espera?", Você pode dizer-lhes "Sim, eu esperei 33 anos e nove motos japonesas".
- Harleys não precisa de vendedores.Elas se vendem.
- Harleys antigas mantem as rodovias devidamente lubrificadas.
- Você sempre sabe onde os carros com alarmes estão, no seu bairro.
- Se alguém não virar a cabeça, quando você passar, você sabe que ele ainda está com inveja.
- Harley faz estórias!!! as outras você troca de ano.
- Quer viver, ande de moto. Quer conviver, ande de Harley.
- Uma Harley com o paralama amassado,um tanque riscado ou uma pedaleira soldada não é defeito, são cicatrizes.
- Harley é Harley. As outras . . .bom, as outras são cloners ou genéricas.
- Tem gente que diz que esta ou aquela marca são melhores do que a Harley e onde é que eles se encontram??? Nas festas das Harley's!!!
- Você conhece alguem com uma tatuagem de marca de motocicleta, que não seja Harley?
- Policial Rodoviário pára as Harleys nas estradas...só para perguntar se você é amigo de siclano ou fulano!
- O escapamento do motor de uma Harley produz som. As outras, só barulho.
- Tem gente adulta que diz até hoje: "quando eu crescer, vou comprar uma Harley!"
Bom chega por hoje!!! Que vou andar de Harley, que me fortalece o corpo e alegra minha alma!!!
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Só um lembrete do Quintana . . .
"A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira . . .
Quando se vê, já terminou o ano . . .
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já se passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo: não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo, pois a única falta que terá, será desse tempo que, infelizmente, não voltará mais."
Mário Quintana
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Turbilhão de Emoções II - O Relato
Aposentar-me foi, realmente, um evento marcante na minha vida.
Desde os 17 anos (quando entrei na Marinha, como Aspirante) até anteontem, dia 30/9 (quando me aposentei), nunca parei de trabalhar ou de ter uma atividade remunerada e com responsabilidade.
Ainda como aluno numa escola militar, eu recebia um soldo e tinha a responsabilidade equivalente, que era severamente cobrada por meus superiores e professores/instrutores.
O Poder Marítimo Brasileiro cresceu exponencialmente e nosso país tornou-se um dos líderes, tanto na construção naval (chegamos a ser o 2º maior do mundo) como no tamanho da frota.
A Escola não conseguia formar Oficiais em número e tempo necessários para atender a demanda que os novos navios traziam. Daí, minha geração teve uma carreira muito rápida, chegando a postos de chefia e comando muito jovens, ainda. Isto nos exigiu uma maturidade precoce, dada a responsabilidade que assumimos.
Depois, quando deixei o mar e vim para terra, comecei já em cargos de gerência e de diretoria, outra vez carregados de muita responsabilidade.
Por isso, ao conscientizar-me de que ia me aposentar, tive uma sensação de perda. Ainda que a decisão tenha sido tomada com bastante antecipação, foi necessário muito controle emocional para conduzir o processo com tranquilidade.
Mas bem no meio de Setembro, as coisas começaram a acontecer num rítmo bem intenso. Tudo começou com uma festa surpresa, que a companhia, meus colegas e colaboradores prepararam em minha homenagem. Nesta festa, comemorou-se meus 20 anos na empresa e a minha iminente aposentadoria.
As fotos completas estão aquí.
A partir daí, foi uma corrente de almoços e jantares de homenagem e despedida, além dos preparativos para a passagem efetiva do comando das operações da Hamburg Süd, na Região Sul, para os meus colegas.
Como disse um colega motociclista que aprendí a respeitar e que é um companheiro de Marinha (serviu 10 anos como Fuzileiro Naval), repetindo o que ouviu de seu Comandante, ao passar para a reserva: "Não se desanime tanto com essa porta que está fechando, porque tenho certeza de a porta que vai se abrir te trará outras alegrias, que serão tão importantes quanto as que teve aqui."
Obrigado, Wolfmann. Tais palavras, vindas de um Fuzileiro, tem peso ainda maior.
Desde os 17 anos (quando entrei na Marinha, como Aspirante) até anteontem, dia 30/9 (quando me aposentei), nunca parei de trabalhar ou de ter uma atividade remunerada e com responsabilidade.
Ainda como aluno numa escola militar, eu recebia um soldo e tinha a responsabilidade equivalente, que era severamente cobrada por meus superiores e professores/instrutores.
Durante o tempo como militar e como Oficial da Marinha Mercante, sempre trabalhei com uma carga de responsabilidade acima do equivalente cronológico. Explico: quando me formei, nos Anos Dourados da década de 1960, o Brasil estava em pleno desenvolvimento, com crescimento de dois dígitos (é, já tivemos uma época assim . . . ).
O Poder Marítimo Brasileiro cresceu exponencialmente e nosso país tornou-se um dos líderes, tanto na construção naval (chegamos a ser o 2º maior do mundo) como no tamanho da frota.
A Escola não conseguia formar Oficiais em número e tempo necessários para atender a demanda que os novos navios traziam. Daí, minha geração teve uma carreira muito rápida, chegando a postos de chefia e comando muito jovens, ainda. Isto nos exigiu uma maturidade precoce, dada a responsabilidade que assumimos.
Depois, quando deixei o mar e vim para terra, comecei já em cargos de gerência e de diretoria, outra vez carregados de muita responsabilidade.
Por isso, ao conscientizar-me de que ia me aposentar, tive uma sensação de perda. Ainda que a decisão tenha sido tomada com bastante antecipação, foi necessário muito controle emocional para conduzir o processo com tranquilidade.
Começamos a preparar o plano de transição ainda em Abril, com os colegas que iriam assumir minhas responsabilidades nomeados em Maio. Demos continuidade ao plano, que foi cumprido em sua integridade, dentro dos prazos determinados. O fato destes colegas serem, também, bons amigos facilitou muito a transição, é claro.
No final de Agosto, as atividades da companhia na Região Sul já estavam sendo conduzidas pela equipe de gerentes que assumiriam o comando total da Região, a partir de 1º de Outubro. Fui, então, iniciando o processo de desaceleração.
A partir daí, foi uma corrente de almoços e jantares de homenagem e despedida, além dos preparativos para a passagem efetiva do comando das operações da Hamburg Süd, na Região Sul, para os meus colegas.
Além de ligações telefônicas e mensagens eletrônicas recebidas de, praticamente, todas as partes do mundo, os amigos motociclistas também se juntaram nestas comemorações, como pode ser visto no site da HD Point, de Balneário Camboriú.
Bom, agora oficialmente aposentado, depois de mais de 45 anos entre Marinha do Brasil, Marinha Mercante do Brasil e empresas internacionais de navegação, saí da Ponte de Comando, saudei a Bandeira Brasileira e descí a escada de portaló, pisando terra como um verdadeiro paisano.
Obrigado, Wolfmann. Tais palavras, vindas de um Fuzileiro, tem peso ainda maior.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Turbilhão de Emoções
O título desta postagem, cópia do título de um antigo filme em preto-e-branco, retrata bem o que eu estou passando nestas últimas semanas, razão pela falta de postagens no blog.
Muitas homenagens recebidas (ainda bem, UFA!), contatos com amigos e colegas de muitos anos, no Brasil e no exterior, onde vivi/trabalhei por 10 anos, muitos almoços/jantares de despedida, os dias passam como vendavais.
A data oficial é amanhã, dia 30/09. Depois conto como foi esta maratona . . .
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Radares em frente aos postos da Polícia Rodoviária Federal
Recebí este alerta de um amigo:
A Imprensa ainda não noticiou...
As Polícias Rodoviária Federal e Estadual estão implantando RADARES EM FRENTE AOS SEUS POSTOS EM RODOVIAS.
Muitos de nós não passam em frente aos postos na velocidade permitida (na maioria o limite é de 40 km/h), e só saberemos que fomos multados quando a multa chegar em casa.
Segundo o que pude apurar, os radares ainda não estão funcionando nas rodovias de Santa Catarina, mas serão ativados dentro de pouco tempo.
Recomenda-se cautela e redução de velocidade, ao passar em frente aos postos.
sábado, 12 de setembro de 2009
Gramado, pela Rota do Sol
O PHD Zuco (João Luiz), de Curitiba, sugeriu passarmos o feriadão de 7 de Setembro em Gramado.
Bem localizado, próximo da Av. das Hortência e praticamente ao lado do Museu do Automóvel Hollywood. As cabanas são muito confortáveis, com lareira e calefação e um café-da-manhã de primeira classe.
A proposta agradou em cheio, especialmente por ser feriado também no dia 8, em Curitiba. Assim os curitibamos poderiam curtir mais tempo na serra gaúcha.
Nós, de Balnéario Camboriú, tivemos que extender o feriado, por conta própria.
Começamos por procurar acomodações e, outra vez por sugestão do Zucoloto, o Hotel Sítio Quero-Quero de Gramado foi o escolhido.
Bem localizado, próximo da Av. das Hortência e praticamente ao lado do Museu do Automóvel Hollywood. As cabanas são muito confortáveis, com lareira e calefação e um café-da-manhã de primeira classe.
Combinamos que sairíamos de Balneário Camboriú no sábado, dia 5/9. O pessoal de Curitiba já desceu a serra na sexta-feira e, à noite, nos encontramos na Sanduicheria da Ilha, na Av.Atlantica, para jantarmos e combinarmos os detalhes da viagem.
Tínhamos no grupo duas Ultra Glides, uma Road King, uma Softail Deluxe e uma Heritage. Aconteceu que o André Zaldana, filho do Julio e da Daura, veio de Belo Horizonte de avião, deixando sua Fat Boy nas Minas Gerais. O jeito foi utilizar a Virago 1100 do Júlio, que ainda estava na garage.
Com uma Virago no grupo, tivemos que rever o planejamento de paradas para reabastecimento, dada a menor autonomia da Virago em relação às Harleys. Nenhum trabalho, já que meu GPS nos ajuda rapidamente nesta tarefa.
Como carro de apoio ia o sr. Mário e a Dona Neide, pais da Silvana e sogros do Adão.
O outro objetivo da viagem, além da ida específica a Gramado via Rota do Sol, era aproveitarmos bastante o passeio e conhecer a Rota do Sol. Daí não havia uma programação rígida de tempo dispendido em cada parada. Ficávamos o tempo que queríamos. Sem estresse.
Já no jantar da Sanduicheria da Ilha, observou-se que o grupo era bem homogêneo e que a viagem seria muito agradável.
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Do grupo de PHDs de Balneário, só fomos eu/Rô e o Sergio Colodel/Márcia. Alguns outros PHDs também planejavam participar mas tiveram problemas de encontrar hospedagem em Gramado. Outros, já tinham compromissos com outras viagem.
Praticamente toda a turma viajou, tendo um grupo ido para São Paulo, outro para Londrina e vários em outras viagens das mais variadas. Deixamos Balneário Camboriú livre para os visitantes . . .
Praticamente toda a turma viajou, tendo um grupo ido para São Paulo, outro para Londrina e vários em outras viagens das mais variadas. Deixamos Balneário Camboriú livre para os visitantes . . .
O pessoal de Curitiba ficou hospedado no Hotel Gumz, em Balneário, hotel do nosso amigo PHD Pimentel, muito bem localizado entre a Av.Atlantica e a Av.Brasil.
De lá, depois do café-da-manhã, saímos por volta das 07:30 de sábado.
Na BR-101, até o pedágio de Palhoça (o último na direção sul), o trânsito estava tranquilo.
Depois, começam os trechos ainda em obra de duplicação, intercalados com aqueles já concluídos.
Como o volume de tráfego (especialmente caminhões) não era muito grande, não tivemos dificuldades em manter uma velocidade média razoável.
Fizemos a primeira parada para reabastecimento no posto BR na altura da SC-437, no acesso a Imbituba. A velocidade média do trecho foi de 81 km/hora.
O segundo trecho foi até Araranguá, onde chegamos às 11:15, com uma velocidade média de 76 km/h. Muitas obras, constantes desvios na pista. Reabastecimento rápido e seguimos para Sombrio, SC, onde paramos para fazer um lanche, por volta do meio-dia.
Depois de reabastecer as motocicletas mais uma vez, continuamos pela BR-101 até Terra de Areia, RS, onde tomamos o acesso para a Rota do Sol (RS-453) e subimos a serra, passando pelo Parque Estadual de Aratinga, de paisagens belíssimas.
O segundo trecho foi até Araranguá, onde chegamos às 11:15, com uma velocidade média de 76 km/h. Muitas obras, constantes desvios na pista. Reabastecimento rápido e seguimos para Sombrio, SC, onde paramos para fazer um lanche, por volta do meio-dia.
Depois de reabastecer as motocicletas mais uma vez, continuamos pela BR-101 até Terra de Areia, RS, onde tomamos o acesso para a Rota do Sol (RS-453) e subimos a serra, passando pelo Parque Estadual de Aratinga, de paisagens belíssimas.
Paramos no Posto Charrua, no topo de serra, para outro reabastecimento (o último até Gramado). O trecho completo foi de 115 km, com uma velocidade média de deslocamento de 65 km/hora.
Saímos do posto, continuando pela Rota do Sol até o cruzamento com a RS-020, em direção de Canela/Gramado.
Os primeiros 10 quilômetros da RS-020 (cruzamento com a Rota do Sol, em direção a São Francisco de Paula,RS), encontrava-se com o asfalto em más condições.
O interessante é que os buracos não estavam por todo o asfalto: eram areas relativamente pequenas de 20 a 50 metros, intercaladas por trechos de 100/200 metros de boa qualidade.
A impressão que tivemos é que tenha ocorrido infiltramento de água na base da estrada, danificando a cobertura asfáltica.
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Por sorte a paisagem era muito bonita e o volume de veículos bem baixo. Assim mesmo conseguimos manter uma velocidade média de 74 km/hora.
Chegamos no estacionamos no hotel às 16:06, depois de percorridos 517 quilômetros.
Apesar dos problemas encontrados ainda na BR-101 (trecho Palhoça, SC até Terra de Areia, RS) em consequência das obras de duplicação, a viagem foi muito prazeirosa.
A paisagem da serra, no trecho entre a BR-101 e Gramado, é espetacular. Só por isso já valeria a viagem.
Pontos altos da viagem: Hotel Sítio Quero-Quero - excelentes acomodações, ótimo antendimento.
Pontos altos da viagem: Hotel Sítio Quero-Quero - excelentes acomodações, ótimo antendimento.
Restaurante St.Gallen
Mais fotos da viagem aqui.
Mapa da viagem aqui.
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